Estou extasiado… O brilhantismo do Dr. Almeida Santos é surpreendente. Diz ele que o Aeroporto não deverá ser construído na margem sul do Tejo, por uma questão de segurança nacional “…os terroristas podem dinamitar as pontes sobre o Tejo e assim boicotar o funcionamento do Aeroporto…”
Análise brilhante, original, rebuscada!
Fico apenas com uma pequeníssima dúvida! Será que a A1 e a A8, os seus inúmeros viadutos, não serão passíveis de atentados terroristas?
Fico satisfeito por um homem tão brilhante ter sido presidente da Assembleia da República.
Duarte Fragoso
"Mas, no íntimo do vosso coração, confessai Cristo como Senhor, sempre dispostos a dar a razão da vossa esperança a todo aquele que vo-la peça" - Primeira Carta de São Pedro, cap. 3, vs. 15.
quinta-feira, 24 de maio de 2007
quarta-feira, 23 de maio de 2007
Ditos e feitos dos padres do deserto
"Um padre disse dum certo abade Paulo, originário do Baixo Egipto, mas que vivia na Tebaida: «Agarrava com as mãos víboras de chifre, áspides, serpentes e escorpiões e partia tudo em pedaços. Alguns irmãos, ao verem tal coisa, fizeram uma reverência e perguntaram-lhe: «Que obras haveis feito para obter semelhante graça?». E o abade respondeu: «Perdoem-me, irmãos, se acaso possuo a pureza que leva as criaturas a submeterem-se a mim, como estavam submetidas a Adão no paraíso, antes dele ter desobedecido às ordens de Deus»."
Paulo de Tebas
Paulo de Tebas
Joshua Bell toca no Metro em Washington
Uma das mais fantásticas histórias da actualidade.
Joshua Bell, o virtuoso violinista cujos espectáculos costumam encher enormes plateias, eventos cujos bilhetes chegam a custar centenas e milhares de dólares, aceitou o desafio do Washington Post: tocar incógnito numa estação de Metro em Washington.
Tocou, durante três quartos de hora, algumas das mais fantásticas peças musicais de sempre para violino solo. O vídeo completo pode ser visto aqui. Uma versão resumida pode ser vista no YouTube.
Salvo raríssimas excepções, foi soberanamente ignorado.
Uma experiência social interessantíssima, sobre a qual urge reflectir. Uma história espantosa, que se pode conhecer ao detalhe lendo com atenção a reportagem do Washington Post.
Como é que tal coisa pode acontecer?
Como foi possível que milhares de pessoas por ali passassem sem notarem num dos maiores e melhores violinistas da actualidade, a tocar peças imortais, ainda por cima num violino Stradivarius com trezentos anos de idade e uma sonoridade única?
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Tratamento voluntário da gravidez
Já está.
Basta ir ao Público, à secção dos Classificados, à página 32:
Note-se o uso cínico do termo "clínica", como se naquele estabelecimento se praticassem actos clínicos. Depois, temos o belíssimo eufemismo: "tratamento voluntário da gravidez". À laia de "venha cá, que damos conta do assunto!".
Que belo tratamento...
Contraste total: na página 31 da mesma secção, encontramos:
As diferenças são enormes.
A «Clínica» dos Arcos vende serviços de morte.
O Ponto de Apoio à Vida oferece ajuda à vida.
De um lado: a morte vendida...
Do outro: a vida oferecida!
Cada qual que julgue por si mesmo quem tem a razão do seu lado.
A verdadeira ajuda que qualquer mulher grávida necessita é que a apoiem na gravidez e nos primeiros meses de idade do seu filho. Matar o filho de alguém não é ajudar coisíssima nenhuma. A sociedade portuguesa ainda não entendeu isto. Mas lá irá, com o tempo...
Basta ir ao Público, à secção dos Classificados, à página 32:
CLÍNICA DOS ARCOS
Tratamento Voluntário da Gravidez
(...)
Note-se o uso cínico do termo "clínica", como se naquele estabelecimento se praticassem actos clínicos. Depois, temos o belíssimo eufemismo: "tratamento voluntário da gravidez". À laia de "venha cá, que damos conta do assunto!".
Que belo tratamento...
Contraste total: na página 31 da mesma secção, encontramos:
Diz não ao «tratamento voluntário da gravidez» porque juntos encontramos a esperança.
800 20 80 90
Ponto de Apoio à Vida
As diferenças são enormes.
A «Clínica» dos Arcos vende serviços de morte.
O Ponto de Apoio à Vida oferece ajuda à vida.
De um lado: a morte vendida...
Do outro: a vida oferecida!
Cada qual que julgue por si mesmo quem tem a razão do seu lado.
A verdadeira ajuda que qualquer mulher grávida necessita é que a apoiem na gravidez e nos primeiros meses de idade do seu filho. Matar o filho de alguém não é ajudar coisíssima nenhuma. A sociedade portuguesa ainda não entendeu isto. Mas lá irá, com o tempo...
De pequenino se torce o pepino...
É bem sabido que as "jotas", ou seja, as juventudes partidárias, são aqueles ninhos de pré-políticos que, para aparecerem na linha da frente, fazem o possível e o impossível para promover pseudo-causas.
Ontem, foi a vez de Pedro Nuno Santos, da JS. O jovem político, que ontem propôs a adopção do Dia Mundial da Luta Contra a Homofobia, falou nestes termos:
"Chegou a hora de Portugal assumir de frente a última discriminação consagrada na nossa lei: a discriminação dos gays e lésbicas face ao casamento civil. Esse debate tem de ser feito"
Até aqui, nada de surpreendente: o mesmo discurso terrorista, feito dos mesmos chavões. Procurar transformar a homossexualidade numa coisa normal, procurar dissolver o significado social do casamento, que é heterossexual por natureza. Procurar dissolver a moralidade, procurar reduzir o catolicismo em Portugal a quase nada. Já por várias vezes me perguntei, e perguntei a várias pessoas (sem obter resposta satisfatória), porque razão não bastaria consagrar alguns direitos na figura da "união de facto", deixando o pobre do casamento em paz...
Basta estar atento para ver que o casamento está a ser atacado por todos os lados. Recentemente, o PS recusou a proposta bizarra do Bloco de Esquerda, que queria enfraquecer ainda mais o contrato civil presente no casamento. Mas tenhamos presente que o PS só o fez porque quer ser reeleito. Daí o discurso omnipresente na boca de muitos membros do Governo: "não há mais causas fracturantes até 2009".
Mas, se nada nos surpreende no discurso de Pedro Nuno Santos, que sabe que tem que "fazer pela vida" para ter uma carreira política fulgurante, há um dado que revela a imaturidade deste jovem político...
Porque razão falou ele, precipitadamente, na "última discriminação"? É precipitação! Então e a adopção de crianças por casais homossexuais? Há que manter aberto o caminho do Progresso!
É certo que, em Política, os discursos de hoje podem ser distorcidos e invertidos já amanhã. Mas haja bom senso! Nos anos noventa, um político poderia dizer que o casamento civil para homossexuais era a "última discriminação" que se pedia à sociedade para eliminar. Hoje em dia, quando o Progresso já se vê em tantos países, um político não pode apontar para algo abaixo da adopção!
É que, já amanhã, quando precisar de se voltar a colocar em bicos de pés perante a Assembleia, o jovem Pedro Nuno Santos vai precisar de usar a adopção de crianças por homossexuais, e aí vai ter que voltar a falar disso como a "última discriminação".
Mas já se sabe: os entusiasmos de juventude são assim mesmo!
Ontem, foi a vez de Pedro Nuno Santos, da JS. O jovem político, que ontem propôs a adopção do Dia Mundial da Luta Contra a Homofobia, falou nestes termos:
"Chegou a hora de Portugal assumir de frente a última discriminação consagrada na nossa lei: a discriminação dos gays e lésbicas face ao casamento civil. Esse debate tem de ser feito"
Até aqui, nada de surpreendente: o mesmo discurso terrorista, feito dos mesmos chavões. Procurar transformar a homossexualidade numa coisa normal, procurar dissolver o significado social do casamento, que é heterossexual por natureza. Procurar dissolver a moralidade, procurar reduzir o catolicismo em Portugal a quase nada. Já por várias vezes me perguntei, e perguntei a várias pessoas (sem obter resposta satisfatória), porque razão não bastaria consagrar alguns direitos na figura da "união de facto", deixando o pobre do casamento em paz...
Basta estar atento para ver que o casamento está a ser atacado por todos os lados. Recentemente, o PS recusou a proposta bizarra do Bloco de Esquerda, que queria enfraquecer ainda mais o contrato civil presente no casamento. Mas tenhamos presente que o PS só o fez porque quer ser reeleito. Daí o discurso omnipresente na boca de muitos membros do Governo: "não há mais causas fracturantes até 2009".
Mas, se nada nos surpreende no discurso de Pedro Nuno Santos, que sabe que tem que "fazer pela vida" para ter uma carreira política fulgurante, há um dado que revela a imaturidade deste jovem político...
Porque razão falou ele, precipitadamente, na "última discriminação"? É precipitação! Então e a adopção de crianças por casais homossexuais? Há que manter aberto o caminho do Progresso!
É certo que, em Política, os discursos de hoje podem ser distorcidos e invertidos já amanhã. Mas haja bom senso! Nos anos noventa, um político poderia dizer que o casamento civil para homossexuais era a "última discriminação" que se pedia à sociedade para eliminar. Hoje em dia, quando o Progresso já se vê em tantos países, um político não pode apontar para algo abaixo da adopção!
É que, já amanhã, quando precisar de se voltar a colocar em bicos de pés perante a Assembleia, o jovem Pedro Nuno Santos vai precisar de usar a adopção de crianças por homossexuais, e aí vai ter que voltar a falar disso como a "última discriminação".
Mas já se sabe: os entusiasmos de juventude são assim mesmo!
sexta-feira, 11 de maio de 2007
A falta de educação é uma tragédia
A Internet tem, de facto, a vantagem de trazer glória fácil a certas pessoas cujo perfil intelectual nunca lhes permitiria grangear tanta facilidade comunicativa.
Fernanda Câncio, e colaboradores, costumam brindar-nos, de tempos a tempos, com pérolas opinativas bastante singulares.
Desta vez, apetece-me comentar dois pequenos textos, escritos num tom serôdio, que evidenciam certas lacunas em termos de educação e cultura.
Os dois textos comentam o recente protocolo de Estado por altura das comemorações do 25 de Abril. Infelizmente, revelam que os autores destes textos opinativos desconhecem o significado e a importância do protocolo, que estão ligados de forma umbilical à educação e à formação cívica.
O primeiro texto, de Nuno Simas, E la nave va..., escrito num tom jocoso pseudo-intelectual, mas a armar ao intelectual, pretende gozar com o texto protocolar. Contudo, lendo o texto protocolar, deparamo-nos com algo normal e regular. O autor destaca, em particular, um trecho a explicar o protocolo de contacto entre as mulheres de Cavaco Silva e de Jaime Gama. Porventura, o autor nunca terá lido mais nenhum documento protocolar na sua vida, mas é perfeitamente normal estabelecer, num documento de protocolo, o modo exacto como as pessoas presentes se deverão comportar e dirigir umas às outras. É isso que recebe o nome de... protocolo!
Num segundo texto, este já de Fernanda Câncio, A senhora de, a linguagem desce à sargeta, encontrando-se infelizmente algum vernáculo (também na moda para alguma pseudo-intelectualidade hodierna). Também se encontra um anglo-saxónico "helllooo?", resultado de uma subserviência cultural da autora face a séries televisivas norte-americanas.
Depois, a triste insistência num discurso fanático feminista, mostrando-se chocada com o uso da expressão "senhora de...". Pessoalmente, eu preferiria usar a expressão "mulher de...", mas seja como for, a expressão do documento parece-me muito aceitável, uma vez que as figuras de proa do protocolo são Cavaco Silva e Jaime Gama. As respectivas mulheres têm um papel protocolar subordinado ao dos seus maridos, que, esses sim, ocupam lugares de Estado. Se tivessemos um primeiro ministro mulher, certamente que o protocolo mudaria para se indicar "marido de...", uma vez que seria então a mulher a figura de proa do protocolo. Como é óbvio, um mínimo de cultura geral (não falo de uma formação específica em Protocolo de Estado, falo num mínimo de cultura geral) permitiria tirar quaisquer dúvidas face a um suposto machismo protocolar, que evidentemente não existe.
Depois ainda, encontramos este trecho:
«e nem vou comentar o facto de o caríssimo cardeal patriarca continuar a sentar-se ao lado dos presidentes da república, mantendo assim o lugar protocolar que foi atribuído pelo regime de salazar ao representante da igreja católica. já comentei isso que chegue, mais a óbvia violação da lei da liberdade religiosa e da constituição da república que obviamente é.»
Uma "óbvia" violação da lei da liberdade religiosa?
E da constituição?
Convidar para a cerimónia o representante hierarquicamente mais elevado da religião com maior representatividade em Portugal? Da religião que assistiu Portugal na fundação da nacionalidade? Porventura, Fernanda Câncio não saberá que a Ordem do Templo, organização militar e religiosa católica, ajudou o nosso Rei D. Afonso Henriques a consolidar a Nação? E só para dar um exemplo recuado no tempo? E o que dizer do facto de a autora achar que este lugar de destaque no protocolo foi instituido por Salazar? É por estas e por outras que é importante apostar no Ensino Básico e Secundário.
No fim de contas, e para usar um termo caro a Fernanda Câncio, toda esta sua agitação só é um claro sinal da "saloiice" do texto da autora.
Fernanda Câncio, e colaboradores, costumam brindar-nos, de tempos a tempos, com pérolas opinativas bastante singulares.
Desta vez, apetece-me comentar dois pequenos textos, escritos num tom serôdio, que evidenciam certas lacunas em termos de educação e cultura.
Os dois textos comentam o recente protocolo de Estado por altura das comemorações do 25 de Abril. Infelizmente, revelam que os autores destes textos opinativos desconhecem o significado e a importância do protocolo, que estão ligados de forma umbilical à educação e à formação cívica.
O primeiro texto, de Nuno Simas, E la nave va..., escrito num tom jocoso pseudo-intelectual, mas a armar ao intelectual, pretende gozar com o texto protocolar. Contudo, lendo o texto protocolar, deparamo-nos com algo normal e regular. O autor destaca, em particular, um trecho a explicar o protocolo de contacto entre as mulheres de Cavaco Silva e de Jaime Gama. Porventura, o autor nunca terá lido mais nenhum documento protocolar na sua vida, mas é perfeitamente normal estabelecer, num documento de protocolo, o modo exacto como as pessoas presentes se deverão comportar e dirigir umas às outras. É isso que recebe o nome de... protocolo!
Num segundo texto, este já de Fernanda Câncio, A senhora de, a linguagem desce à sargeta, encontrando-se infelizmente algum vernáculo (também na moda para alguma pseudo-intelectualidade hodierna). Também se encontra um anglo-saxónico "helllooo?", resultado de uma subserviência cultural da autora face a séries televisivas norte-americanas.
Depois, a triste insistência num discurso fanático feminista, mostrando-se chocada com o uso da expressão "senhora de...". Pessoalmente, eu preferiria usar a expressão "mulher de...", mas seja como for, a expressão do documento parece-me muito aceitável, uma vez que as figuras de proa do protocolo são Cavaco Silva e Jaime Gama. As respectivas mulheres têm um papel protocolar subordinado ao dos seus maridos, que, esses sim, ocupam lugares de Estado. Se tivessemos um primeiro ministro mulher, certamente que o protocolo mudaria para se indicar "marido de...", uma vez que seria então a mulher a figura de proa do protocolo. Como é óbvio, um mínimo de cultura geral (não falo de uma formação específica em Protocolo de Estado, falo num mínimo de cultura geral) permitiria tirar quaisquer dúvidas face a um suposto machismo protocolar, que evidentemente não existe.
Depois ainda, encontramos este trecho:
«e nem vou comentar o facto de o caríssimo cardeal patriarca continuar a sentar-se ao lado dos presidentes da república, mantendo assim o lugar protocolar que foi atribuído pelo regime de salazar ao representante da igreja católica. já comentei isso que chegue, mais a óbvia violação da lei da liberdade religiosa e da constituição da república que obviamente é.»
Uma "óbvia" violação da lei da liberdade religiosa?
E da constituição?
Convidar para a cerimónia o representante hierarquicamente mais elevado da religião com maior representatividade em Portugal? Da religião que assistiu Portugal na fundação da nacionalidade? Porventura, Fernanda Câncio não saberá que a Ordem do Templo, organização militar e religiosa católica, ajudou o nosso Rei D. Afonso Henriques a consolidar a Nação? E só para dar um exemplo recuado no tempo? E o que dizer do facto de a autora achar que este lugar de destaque no protocolo foi instituido por Salazar? É por estas e por outras que é importante apostar no Ensino Básico e Secundário.
No fim de contas, e para usar um termo caro a Fernanda Câncio, toda esta sua agitação só é um claro sinal da "saloiice" do texto da autora.
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Ecoparanóia - o caminho para a ecocracia
Está a ficar na moda dizer que os seres humanos são um "vírus" que infecta a Terra.
Para alguns fanáticos, a solução é cortar drasticamente a população da Terra para não mais que um bilião de pessoas.
É a opinião tonta de Paul Watson, o fanático fundador e director da Sea Shepherd Conservation Society.
Num editorial que vale a pena ler, como lição dos efeitos nefastos para o cérebro que advêm da prática do extremismo ecológico, encontramos este trecho:
«We need to radically and intelligently reduce human populations to fewer than one billion. We need to eliminate nationalism and tribalism and become Earthlings. And as Earthlings, we need to recognize that all the other species that live on this planet are also fellow citizens and also Earthlings.» (negrito meu)
A sugestão de encarar os outros animais como "fellow citizens" faria sorrir qualquer pessoa sensata. Mas o sorriso desaparece quando notamos que o número de fanáticos deste tipo está a aumentar exponencialmente. Este tipo de fanáticos vai criando claques e aderentes nos altos cargos políticos desta nossa Terra. Surgem novas medidas políticas pró-aborto e pró-controlo de natalidade que mostram que estes fanáticos estão a ser levados a sério, dando espaço para o surgimento de uma "ecocracia", na qual uma visão distorcida da Ecologia se torna escrava de certos propósitos ideológicos. O alarmismo ambiental, que está a substituir a necessária e sã preocupação ambiental, será uma poderosa arma para impor uma contra-ideologia que visa destruir de forma definitiva a ordem moral da sociedade e a visão religiosa do Mundo.
Cá está, como sempre e em força crescente, o controlo populacional. O feliz caminho da eugenia, do controlo de natalidade, do aborto, da contracepção artificial, enfim, do envelhecimento populacional e da decadência moral da sociedade...
Tudo isto rema, como sempre, contra o Homem e contra a visão tradicionalista de qualquer religião do Mundo.
Para alguns fanáticos, a solução é cortar drasticamente a população da Terra para não mais que um bilião de pessoas.
É a opinião tonta de Paul Watson, o fanático fundador e director da Sea Shepherd Conservation Society.
Num editorial que vale a pena ler, como lição dos efeitos nefastos para o cérebro que advêm da prática do extremismo ecológico, encontramos este trecho:
«We need to radically and intelligently reduce human populations to fewer than one billion. We need to eliminate nationalism and tribalism and become Earthlings. And as Earthlings, we need to recognize that all the other species that live on this planet are also fellow citizens and also Earthlings.» (negrito meu)
A sugestão de encarar os outros animais como "fellow citizens" faria sorrir qualquer pessoa sensata. Mas o sorriso desaparece quando notamos que o número de fanáticos deste tipo está a aumentar exponencialmente. Este tipo de fanáticos vai criando claques e aderentes nos altos cargos políticos desta nossa Terra. Surgem novas medidas políticas pró-aborto e pró-controlo de natalidade que mostram que estes fanáticos estão a ser levados a sério, dando espaço para o surgimento de uma "ecocracia", na qual uma visão distorcida da Ecologia se torna escrava de certos propósitos ideológicos. O alarmismo ambiental, que está a substituir a necessária e sã preocupação ambiental, será uma poderosa arma para impor uma contra-ideologia que visa destruir de forma definitiva a ordem moral da sociedade e a visão religiosa do Mundo.
Cá está, como sempre e em força crescente, o controlo populacional. O feliz caminho da eugenia, do controlo de natalidade, do aborto, da contracepção artificial, enfim, do envelhecimento populacional e da decadência moral da sociedade...
Tudo isto rema, como sempre, contra o Homem e contra a visão tradicionalista de qualquer religião do Mundo.
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Ditos e feitos dos padres do deserto
Um dia, certas pessoas foram a Tebaida para visitar um ancião. Levavam consigo um homem atormentado pelo demónio, a fim de que o ancião o curasse. Depois de haver feito uma longa oração, o ancião disse ao demónio: «Deixa essa criatura de Deus!» E o demónio respondeu: «Deixo, mas quero fazer-te uma pergunta: "Diz-me: quais são as cabras e quais são os cordeiros?"». E o ancião respondeu: «As cabras, sou eu; quanto aos cordeiros, só Deus o sabe». Com estas palavras, o demónio gritou: «Retiro-me por causa da tua humildade». E desapareceu num instante.
Apotegma N. 307, de Apotegmas do manuscrito Coislin, 126, publicado em parte por F. Nau em «Revue de l'Orient chrétien» (ROC), 1907-1913. Retirado da obra Ditos e feitos dos padres do deserto, p.51, Assírio & Alvim, Lisboa, 2003.
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Promulgação da lei do aborto - Parte II: o problema religioso
Assim, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor. Portanto, examine-se cada um a si próprio e só então coma deste pão e beba deste vinho; pois aquele que come e bebe, sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a própria condenação.- 1ª Carta de São Paulo aos Coríntios, 11, 27-29.
Quando encontramos um texto que consegue verter de forma clara e límpida as ideias que não conseguimos transmitir por palavras próprias sem ser de forma confusa, não vale a pena insistir. Citamos o texto na íntegra e passamos adiante!
Com um grande agradecimento aos autores, aqui citamos, na íntegra, o seu artigo:
Referendo do Aborto, Cânone 915 e Comunhão Eucarística
por Gonçalo Gomes Figueiredo e Nuno Serras Pereira
In Alameda Digital - Ano I - Nº 7, Março/Abril de 2007 -
http://www.alamedadigital.com.pt/n7/aborto_canone_915.php
Explicado magistralmente o valor e a origem do sacramento da Eucaristia como Dom de Deus celebrado na Nova Aliança do Sangue de Cristo Filho de Deus (I parte, números 6 a 15 da Exortação Apostólica, O Sacramento do Amor, do Papa Bento XVI), o Santo Padre reflecte nas consequências lógicas para a vida daqueles que celebram esse Mistério admirável da fé. Como Mistério de Comunhão, a Eucaristia diz respeito à comunhão intra-trinitária das Pessoas Divinas, à comunhão do crente com Cristo, de Cristo com a Igreja, e dos cristãos entre si. Donde introduzir qualquer divisão nestas relações é diminuir gravemente o valor da Eucaristia. Comungar as espécies eucarísticas é comungar com a Pessoa de Cristo e com a Igreja “Em comunhão com toda a Igreja” ou como afirma o Papa “um olhar contemplativo para «Aquele que trespassaram» (Jo. 19, 37) leva-nos a considerar a ligação causal entre o sacrifício de Cristo, a Eucaristia e a Igreja” (n.º 14), a sugestiva circularidade, entre a Eucaristia que edifica a Igreja e a própria Igreja que faz a Eucaristia, “um influxo causal da Eucaristia nas próprias origens da Igreja” (João Paulo II, Ecclesia de Eucharistia, 1).
Este dado, confirmado pela Tradição, reforça a consciência da indissolubilidade entre Cristo e a Igreja. “A unicidade e indivisibilidade do Corpo Eucarístico do Senhor implicam a unicidade do seu corpo místico, que é a Igreja una e indivisível” (Congr. para a Doutrina da Fé, Carta sobre alguns aspectos da Igreja entendida como comunhão Communionis notio (28 de Maio de 1992), 11). Donde se conclui que a Eucaristia estabelece objectivamente um forte vinculo de unidade entre a Igreja Católica.
Os baptizados, configurados com Cristo, incorporados na Igreja e feitos filhos de Deus, só podem celebrar a Eucaristia em Comunhão com a Igreja, o que quer dizer “em comunhão com o vosso servo o Papa, o nosso Bispo, e todos os Bispos que são fiéis à verdade e professam a fé católica e apostólica” (Missal Romano, Oração Eucarística I). Esta comunhão não é meramente afectiva, mas reclama a adesão da inteligência da fé a toda a doutrina da Igreja, no assumir de todas as verdades da fé.
“O mistério «acreditado» e «celebrado» possui em si mesmo um tal dinamismo, que faz dele princípio de vida nova em nós e forma da existência cristã” (Bento XVI, Sacramentum Caritatis [O Sacramento do Amor], 70) ao ponto de não ser já “o alimento eucarístico que se transforma em nós, mas somos nós que acabamos misteriosamente mudados por ele”. A exigência da conversão face à Eucaristia é uma evidência: “o sacrifício — sacrum facere, «tornar sagrado» — exprime aqui toda a densidade existencial que está implicada na transformação da nossa realidade humana alcançada por Cristo (Fil 3, 12)” (Bento XVI, Sacramentum Caritatis, 70).
Em cada momento da sua vida o cristão é desafiado a manifestar a concretização do mistério Eucarístico, configurando as suas opções com o que celebra, oferecendo assim um culto agradável a Deus na encarnação do homem novo. Sublinha-se a evidência da ligação entre a realidade eucarística e a vida cristã no seu dia-a-dia, a devoção eucarística abraça a vida inteira. E a Eucaristia torna-se o critério de valorização de tudo o que o cristão encontra nas diversas expressões culturais.
“Descoberta a beleza da forma eucarística da existência cristã, somos levados a reflectir também sobre as energias morais que, por tal forma, se desencadeiam em apoio da liberdade autêntica e própria dos filhos de Deus... Este apelo ao valor moral do culto espiritual não deve ser interpretado em chave moralista; é, antes de mais, a descoberta feliz do dinamismo do amor no coração de quem acolhe o dom do Senhor, abandona-se a Ele e encontra a verdadeira liberdade. A transformação moral, que o novo culto instituído por Cristo implica, é uma tensão e um anseio profundo de querer corresponder ao amor do Senhor com todo o próprio ser, embora conscientes da própria fragilidade.” (Bento XVI, Sacramentum Caritatis, 82)
Os padres sinodais tinham-se dado conta da discrepância entre a vida sacramental e moral como grave dano para a santidade da Eucaristia e prejuízo para a unidade da Igreja e consequente afastamento da santidade dos fiéis: “Não poucas respostas aos Lineamenta insistem no sentido pessoal e eclesial da Eucaristia em relação à vida moral, à santidade e à missão no mundo. A presença e acção permanentes do Espírito Santo, dom do Senhor ressuscitado, recebido através da Comunhão, são fonte do dinamismo da vida espiritual, da santidade e do testemunho dos fiéis.
Portanto, a Eucaristia e a vida moral são inseparáveis, já porque, alimentando-se do santo Sacramento, se obtém a transformação interior, já porque a Eucaristia leva o homem renascido no Baptismo a uma vida segundo o Espírito, uma nova vida moral, que não é segundo a carne. A Eucaristia reforça verdadeiramente o sentido cristão da vida, enquanto a sua celebração é um serviço a Deus e aos irmãos e leva a um testemunho dos valores evangélicos no mundo. Assim, as três dimensões da vida cristã, liturgia - martyria - diakonia, exprimem a continuidade entre o Sacramento celebrado e adorado, o empenho de testemunhar Cristo no meio das realidades temporais e a comunhão construída através do serviço da caridade, sobretudo em favor dos pobres... Diversas respostas insistiram na relação entre Eucaristia e vida moral, evidenciando uma notável tomada de consciência da importância do empenho moral derivado da comunhão eucarística. Não faltam referências ao facto de demasiados fiéis se abeirarem do Sacramento sem reflectir suficientemente sobre a moralidade da sua vida.
Há quem receba a Comunhão mesmo negando a doutrina da Igreja ou dando público apoio a opções imorais, como o aborto, sem pensar que estão cometendo actos de grave desonestidade pessoal e dando escândalo. Existem, de facto, católicos que não compreendem porque seja pecado grave apoiar politicamente um candidato abertamente favorável ao aborto ou a outros actos graves contra a vida, a justiça e a paz. Desse comportamento deduz-se, entre o mais, que o sentido de pertença à Igreja está em crise e que não é clara a distinção entre pecado venial e pecado mortal... É frequente separar as exigências específicas da vida moral da função da Igreja como mestra de vida, pensando que os ensinamentos desta tenham de passar pelo filtro da consciência individual... Insiste-se no dever dos fiéis de procurar a verdade e de formar uma consciência recta...
As respostas aos Lineamenta dão sugestões para superar a dicotomia entre o ensinamento da Igreja e o comportamento moral dos fiéis. Assinala-se, antes de mais, a conveniência de dar mais ênfase à necessidade da santificação e conversão pessoais e de insistir ainda mais na unidade entre o ensinamento da Igreja e a vida moral. Além disso, os fiéis deverão ser constantemente encorajados a se capacitar de que a Eucaristia é a fonte da força moral, da santidade e de todo o progresso espiritual. Por fim, considera-se de importância fundamental sublinhar na catequese a ligação entre a Eucaristia e a construção de uma sociedade justa, através da responsabilidade pessoal de cada um de participar activamente na missão da Igreja no mundo. Nesse sentido, especial responsabilidade cabe aos católicos que ocupam lugares de destaque na política e nas várias actividades sociais.” (Sínodo das Bispos, Instrumentum laboris, 72-74).
Estas preocupações e constatações dos Padres Sinodais foram magistralmente resumidas e assumidas pelo Santo Padre quando afirma: “o culto agradável a Deus nunca é um acto meramente privado, sem consequências nas nossas relações sociais: requer o testemunho público da própria fé. Evidentemente isto vale para todos os baptizados, mas impõe-se com particular premência a quantos, pela posição social ou política que ocupam, devem tomar decisões sobre valores fundamentais como o respeito e defesa da vida humana desde a concepção até à morte natural, a família fundada sobre o matrimónio entre um homem e uma mulher, a liberdade de educação dos filhos e a promoção do bem comum em todas as suas formas. Estes são valores não negociáveis. Por isso, cientes da sua grave responsabilidade social, os políticos e os legisladores católicos devem sentir-se particularmente interpelados pela sua consciência rectamente formada a apresentar e apoiar leis inspiradas nos valores impressos na natureza humana. Tudo isto tem, aliás, uma ligação objectiva com a Eucaristia (1 Cor 11, 27-29: “E, assim, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se cada qual a si mesmo e, então, coma desse pão e beba desse cálice. Aquele que come e bebe, sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a própria condenação.”)”. (BENTO XVI, Sacramentum Caritatis, 83).
Esta afirmação de Bento XVI encontra-se na mesma linha doutrinal do seu antecessor João Paulo II que na encíclica Evangelium Vitae afirmava: “O aborto e a eutanásia são … crimes que nenhuma lei humana pode pretender legitimar. Leis deste tipo não só não criam obrigação alguma para a consciência, como, ao contrário, geram uma grave e precisa obrigação de opor-se a elas... Desde os princípios da Igreja, a pregação apostólica inculcou nos cristãos o dever de obedecer às autoridades públicas legitimamente constituídas (cf. Rm 13, 1-7; 1 Ped 2, 13-14), mas, ao mesmo tempo, advertiu firmemente que «importa mais obedecer a Deus do que aos homens» (Act 5, 29)... Portanto, no caso de uma lei intrinsecamente injusta, como aquela que admite o aborto ou a eutanásia, nunca é lícito conformar-se com ela, «nem participar numa campanha de opinião a favor de uma lei de tal natureza, nem dar-lhe a aprovação com o próprio voto»” (JOÃO PAULO II, Evangelium Vitae, 73).
No entanto, se bem reparamos, enquanto o Papa João Paulo II fala principalmente do que nunca se pode fazer, sob pena de pecado mortal, o Papa Bento XVI, recorda a obrigação moral grave de agir pela positiva, isto é, não basta não apoiar leis injustas como é preciso “apresentar e apoiar leis inspiradas nos valores impressos na natureza humana” - como quem diz que o pecado mortal também pode ser de omissão. E mais adianta que: “Os bispos são obrigados a recordar sem cessar tais valores; faz parte da sua responsabilidade pelo rebanho que lhes foi confiado.” (BENTO XVI, Sacramentum Caritatis, 83).
Mas que fazer, se houver católicos, que de modo obstinado e público, não acolhem estas verdades sobre o amor, que o Magistério da Igreja ensina em nome de Jesus Cristo?
Este problema é esclarecido pela declaração que o Conselho Pontifício para os Textos Legislativos (ano 2000) - de acordo com a Congregação para a Doutrina da Fé e com a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos - , fez sobre a interpretação do cânon 915, do Código de Direito Canónico. Em síntese, diz o seguinte:
A proibição feita no cânon 915, por sua natureza, deriva da lei divina (1 Cor 11, 27-29) e transcende o âmbito das leis eclesiásticas positivas: estas não podem introduzir modificações legislativas que se oponham à doutrina da Igreja.
Este texto diz respeito primeiramente ao próprio fiel e à sua consciência como consta no cânon 916. Porém o ser-se indigno por se achar em estado de pecado põe também um grave problema jurídico na Igreja: precisamente ao termo «indigno» refere-se o cânon do Código dos Cânones das Igrejas Orientais que é paralelo ao cân. 915 latino: «Devem ser impedidos de receber a Divina Eucaristia aqueles que são publicamente indignos» (cân. 712). Com efeito, receber o Corpo de Cristo sendo publicamente indigno é um comportamento que atenta contra os direitos da Igreja e de todos os fiéis de viver em coerência com as exigências dessa comunhão. Deve-se evitar o escândalo, concebido como acção que move os outros ao mal. Tal escândalo subsiste mesmo se, lamentavelmente, um tal comportamento já não despertar admiração alguma: pelo contrário, é precisamente diante da deformação das consciências, que se torna mais necessária por parte dos Pastores, uma acção tão paciente quanto firme, que tutele a santidade dos sacramentos, em defesa da moralidade cristã e da recta formação dos fiéis.
2. Qualquer interpretação do cân. 915 que se oponha ao conteúdo substancial, declarado ininterruptamente pelo Magistério e pela disciplina da Igreja ao longo dos séculos, é claramente fonte de desvios. A fórmula: «e outros que obstinadamente perseverem em pecado grave manifesto» é clara e deve ser compreendida de modo a não deformar o seu sentido, tornando a norma inaplicável. As três condições requeridas são:
a) o pecado grave, entendido objectivamente, porque da imputabilidade subjectiva o ministro da Comunhão não poderia julgar;
b) a perseverança obstinada, que significa a existência de uma situação objectiva de pecado que perdura no tempo e à qual a vontade do fiel não põe termo, não sendo necessários outros requisitos (atitude de desacato, admonição prévia, etc.) para que se verifique a situação na sua fundamental gravidade eclesial;
c) o carácter manifesto da situação de pecado grave habitual.
3. A prudência pastoral aconselha vivamente a evitar que se chegue a casos de recusa pública da sagrada Comunhão. Os Pastores devem esforçar-se por explicar aos fiéis envolvidos o verdadeiro sentido eclesial da norma, de modo que a possam compreender ou ao menos respeitar. Quando, porém, se apresentarem situações em que tais precauções não tenham obtido efeito ou não tenham sido possíveis, o ministro da distribuição da Comunhão deve recusar-se a dá-la a quem seja publicamente indigno, com firmeza, consciente do valor que estes sinais de fortaleza têm para o bem da Igreja e das almas.
4. Nenhuma autoridade eclesiástica pode dispensar em caso algum desta obrigação do ministro da sagrada Comunhão, nem emanar directrizes que a contradigam.
5. O dever de reafirmar esta impossibilidade de admitir à Eucaristia é condição de verdadeira pastoral, de autêntica preocupação pelo bem dos fiéis e de toda a Igreja. (A síntese e os destaques são nossos. O texto completo encontra-se aqui)
O Papa Bento XVI ao remeter no número 83 da sua exortação apostólica para a primeira carta de S. Paulo aos Coríntios (1 Cor 11, 27-29) quer relembrar-nos este texto, acabado de resumir, que ele enquanto Perfeito para a Congregação para a Doutrina da Fé aprovou.
Mais do que uma desobediência grave seria uma manifesta falta de amor verdadeiro continuar a dar a Sagrada Comunhão aos que perseveram publicamente em pecado mortal.
A fé verdadeira, o culto devoto e a vida santa, são três vertentes que não se podem separar sob o risco de se perder a coerência do sacramento, fazer grave dano à Igreja e perder o horizonte último de cada cristão que é a santidade, urge por isso “traduzir na vida o que celebramos no dia do Senhor” (BENTO XVI, Sacramentum caritatis, 95).
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