sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Deus não muda ao sabor dos tempos!

Com a clareza a que já nos habituou, recomendo a leitura deste texto do Joaquim Mexia Alves:

Deus não muda ao sabor dos tempos!

A pouco e pouco...

UK Party Leader Says Faith Schools Must Teach Homosexuality is "Normal and Harmless"
By Thaddeus M. Baklinski

LONDON, January 13, 2010 (LifeSiteNews.com) – U.K. Liberal Democrat leader Nick Clegg is wooing the vote of British homosexuals by stating that his party (the third largest party in the U.K.) would legislate that all faith schools in the UK would be legally obliged to teach their students that homosexuality is normal and without any risk to physical or mental health.

In an interview with the gay lifestyle magazine Attitude, Clegg outlined a number of proposals to advance '"gay rights" in the UK, including forcing all schools, including faith-based schools, to implement anti-homophobia bullying policies and to teach that homosexuality is "normal and harmless."

Clegg said that faith schools must not become "asylums of insular religious identity."

"If they're suffering higher rates of homophobic bullying and violence then we need to put serious pressure on them. It needs to be a requirement; it just needs to be a requirement across the piece."

He also proposed to end the ban on homosexual men being allowed to give blood, and to allow same-sex couples the same legal rights as heterosexual married couples and the right to use the word "marriage" rather than civil partnership.

Clegg's proposals were quickly condemned by church leaders and pro-family groups.

One senior Anglican bishop, who was not identified, told The Independent, “I think this will go down badly even among the not overtly evangelical. Instituting something that must be taught, come what may, is frighteningly fascist.”

Janina Ainsworth, chief education officer for the Church of England, said she saw no reason for changing the current laws governing sex education in schools. “The Church’s traditional teaching is that sex should be set within the framework of a faithful marriage, and sex education in church schools will be delivered within that context,” she said.

"Further upheaval of the guidance for sex education would not be welcomed by many schools, church or otherwise,” Ainsworth added.

Norman Wells of the Family Education Trust, told the Daily Mail, ''Not only is Nick Clegg showing a woeful lack of respect for faith schools, but he is also totally disregarding the deeply-held views of parents."

"The vast majority of parents do not want their children’s schools to be turned into vehicles to promote positive images of homosexual relationships. It is a fundamental principle of education law that children must be educated in accordance with the wishes of their parents."

Wells further charged that "Nick Clegg is pushing a radical social agenda which would only cause confusion among vulnerable young people and expose them to increased risks to their physical and emotional health."

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Ordem de Pio XII para acolher hebreus nos mosteiros

Após e durante a ocupação nazi de Roma, ocorrida em Setembro de 1943, e com o início da deportação dos judeus romanos para os campos de concentração, foram dadas ordens por Pio XII para salvar o máximo possível de judeus, escondendo-os em propriedades eclesiásticas.

As testemunhas orais sempre abundaram, mas os críticos de Pio XII sempre duvidaram. É a força do preconceito. Evidentemente, a raridade documental tem uma explicação: qualquer prova escrita relativa ao abrigo clandestino de hebreus constituía um documento muito perigoso para quem o detinha. As ordens eram orais, e raramente eram passadas a escrito.

No ano passado, o Padre Peter Gumpel trouxe à luz do dia um desses raros documentos escritos: o diário do ano 1943 das freiras agostinianas de clausura, do mosteiro dos Quatro Santos Coroados, em Roma:

«Chegadas a este mês de Novembro, devemos estar prontas a render serviços de caridade de uma forma totalmente inesperada.

O Santo Padre Pio XII, de coração paterno, sente todo o sofrimento do momento.

Com a entrada dos alemães em Roma, ocorrida no mês de Setembro, inicia-se uma guerra cruel contra os hebreus que se querem exterminar mediante atrocidades sugeridas na mais negra barbárie. Juntam-se os jovens italianos, os homens da política, para os torturarem e fazê-los morrer entre tremendos suplícios.

Nesta dolorosa situação, o Santo Padre quer salvar os seus filhos, mesmo os hebreus, e ordena que nos mosteiros se dê hospitalidade a estes perseguidos, e mesmo as clausuras devem aderir ao desejo do Sumo Pontífice, e ao dia 4 de Novembro, nós hospedamos até ao 6 de Junho próximo as pessoas a seguir elencadas:

(24 nomes)»
- ver texto completo.

Note-se a referência aos plurais "nos mosteiros" e "as clausuras", ou seja, para além de se depreender que a ordem fora dada a vários mosteiros de Roma (bem como aos seminários, mas isso não se depreende deste diário), também os mosteiros de clausura devem aderir ao pedido do Papa.

Para saber mais: O Santo Padre ordena...

. Antonio Gaspari, Nascosti in convento, Milão, Ancora, 1999
. Enzo Forcella, La resistenza in convento, Einaudi, 1999
. Alessia Falifigli, Salvàti dai conventi. L’aiuto della Chiesa agli ebrei di Roma durante l’occupazione nazista, Cinisello Balsamo, San Paolo, 2005
. Renzo de Felice, Storia degli ebrei italiani sotto il fascismo, Einaudi, 2005

Site valioso

Com vários dossiês actuais: http://www.documentazione.info/

Reengenharia linguística

Eles foram rápidos!

Do Dicionário "online" da Porto Editora:

casamento
nome masculino
1. acto ou efeito de casar
2. contrato celebrado entre duas pessoas que pretendem constituir família em conjunto; matrimónio
3. cerimónia que celebra o estabelecimento desse contrato; núpcias
4. situação que resulta do acto de casar
5. estado de casado
6. figurado enlace, união
7. figurado combinação
(De casar+-mento)


Do Dicionário "online" da Priberam:

casamento
(casar + -mento)
s. m.
1. Acto! ou efeito de casar.
2. Contrato de união ou vínculo entre duas pessoas que institui deveres conjugais. = matrimónio
3. Cerimónia ou ritual que efectiva! esse contrato ou união. = boda
4. Fig. União, associação, vínculo.
5. Reg. Passa de figo recheada com pedaços de noz ou de outros frutos secos.
casamento de mão esquerda: mancebia.

casar - Conjugar
(casa + -ar)
v. tr.
1. Unir por casamento.
v. intr. e pron.
2. Unir-se por casamento.
3. Fig. Condizer.


Já no termo "matrimónio", o da Porto Editora ainda continua homófobo: é inadmissível!

matrimónio
nome masculino
1. DIREITO contrato perante a lei para um homem e uma mulher viverem em comum e beneficiarem de certos privilégios legais
2. união legítima, de carácter civil ou religioso, entre duas pessoas; casamento; união conjugal
3. bodas; núpcias
4. consórcio
(Do lat. matrimonìu-, «id.»)


O da Priberam já fez a sua reengenharia linguística, pois da sua definição de matrimónio já não resta nada que aluda à raiz etimológica, que vem de "protecção da maternidade" (algo que, evidentemente, também se pode aplicar a um "casal" homossexual, desde que lésbico e que possa adoptar):

matrimónio
(latim matrimonium, -ii )
s. m.
União legítima entre duas pessoas, legalizada com as cerimónias e formalidades religiosas ou civis para constituir uma família. = casamento


Decididamente, já não é só por causa do novo e pateta acordo ortográfico: desta é que vou mesmo guardar lá em casa umas cópias, para memória arqueológica, dos bons dicionários que ainda consegui comprar a tempo...

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

São Paulo e a homossexualidade

Carta do Apóstolo São Paulo aos Romanos, Capítulo I, vs. 26 e 27:

«26 Foi por isso que Deus os entregou a paixões degradantes. Assim, as suas mulheres trocaram as relações naturais por outras que são contra a natureza. 27 E o mesmo acontece com os homens: deixando as relações naturais com a mulher, inflamaram-se em desejos de uns pelos outros, praticando, homens com homens, o que é vergonhoso, e recebendo em si mesmos a paga devida ao seu desregramento.»


Claro que um católico "liberal" arranja sempre uma maneira de ler isto de forma "LGBT friendly"... Talvez chamando São Paulo de "puritano", ou alegando que isto não é para se ler à letra, porque tem a ver com condicionantes culturais, e assim por diante. A coisa boa da desculpa das condicionantes culturais é que nos permite ler a Bíblia de tal maneira que é a Sagrada Escritura que se adapta às nossas convicções, e não o inverso.

Em toda esta discussão malsã, o que me desgasta mesmo não é ter que enfrentar a incompreensão de uma cultura moderna anti-cristã e moralmente naufragada, porque isso já era de esperar. A coisa mais desgastante, hoje em dia, para um cristão em busca da coerência, é o debate com aqueles outros cristãos que preferem ir abrindo rachas no casco do cristianismo, achando que isso é "diálogo" e "tolerância".

Amar o outro implica não lhe faltar à verdade, e não defraudar quem somos e a base das nossas convicções. Prefiro aceitar a realidade de ser odiado pelos modernos, enquanto cristão coerente, do que a miséria de ter que recorrer à mentira e à incoerência para ganhar a sua amizade e popularidade.

É que, do ponto de vista cristão, aceitar a homossexualidade como moral implica abandonar ao seu destino aqueles que padecem dessa inclinação. É de uma enorme falta de caridade cristã, perante casos de imensa aflição e drama humano, calar a verdade moral, e deixar estes nossos irmãos com uma cruel (mas "tolerante") palmadinha nas costas: "deixa lá, que a vida que levas não tem mal nenhum!".

Cristo disse: "Eu não vim trazer a paz, mas a espada.". A Paz de Cristo não é a paz deste mundo, ou a paz que este mundo quer ter, mas sim a Paz do Reino dos Céus. Para que venha a Paz de Cristo, é preciso, muitas vezes, fazer guerra ao mal deste mundo, cuja raiz é sempre a mentira. É na mentira que está a génese do mal, e é a mentira que devemos combater. A Palavra de Deus é a espada que corta a mentira a direito. Há vidas dilaceradas pela mentira, e tentar fazer da mentira uma verdade é pura loucura. Há que ouvir a Palavra de Deus e deixar que ela faça eco nas nossas vidas e as mude, e não tentar torcer a Palavra de Deus, para colá-la à força às nossas vidas.

Bento XVI e o "casamento" homossexual

In Ecclesia, Papa condena projectos que legalizam casamento entre pessoas do mesmo sexo

«Bento XVI pronunciou-se esta Segunda-feira sobre os projectos que legalizam casamento entre pessoas do mesmo sexo, classificando-os como "ataques" e considerando que, "em nome da luta contra a discriminação", os mesmos "atentam contra o fundamento biológico da diferença entre os sexos”.

Sem citar nenhum caso específico, o Papa lembrou que o mesmo se verificou “em países europeus ou do continente americano”. Num encontro com o corpo diplomático acredito no Vaticano, afirmou que “o caminho a seguir não pode ser fixado pelo que é arbitrário ou apetecível, mas deve, antes, consistir na correspondência à estrutura querida pelo Criador”.

“As criaturas são diferentes umas das outras e podem ser protegidas ou, pelo contrário, colocadas em perigo de diversas maneiras, como no-lo demonstra a experiência diária”, advertiu Bento XVI, frisando que “a liberdade não pode ser absoluta”.

"A natureza exprime um desígnio de amor e de verdade que nos precede e que vem de Deus”, disse o Papa no seu discurso.

Bento XVI afirmou que "o homem não é Deus, mas imagem de Deus, sua criatura. Para o homem, o caminho a seguir não pode ser fixado pelo que é arbitrário ou apetecível, mas deve, antes, consistir na correspondência à estrutura querida pelo Criador".

Na passada Sexta-feira, o Parlamento português aprovou o projecto de lei do governo que abre a porta ao casamento entre pessoas do mesmo sexo no nosso país, uma medida apresentada pelo primeiro-ministro José Sócrates como um “marco na história da luta contra a discriminação”.

Bento XVI manifestou ainda a sua tristeza por considerar que “em certos países, sobretudo ocidentais", se difundiu "nos meios políticos e culturais, bem como nos mass media, um sentimento de pouca consideração e por vezes de hostilidade, para não dizer menosprezo, para com a religião, particularmente a religião cristã”.

“É claro que, se se considera o relativismo como um elemento constitutivo essencial da democracia, corre-se o risco de conceber a laicidade apenas em termos de exclusão ou, mais exactamente, de recusa da importância social do facto religioso”, atirou, considerando esta atitude como “uma estrada sem saída”.

Por isso, afirmou o Papa, “é urgente definir uma laicidade positiva, aberta, que, fundada sobre uma justa autonomia da ordem temporal e da ordem espiritual, favoreça uma sã cooperação e um espírito de responsabilidade compartilhada”.

Notando “com satisfação” que o Tratado prevê que a União Europeia mantenha com as Igrejas um diálogo «aberto, transparente e regular» (art. 17), Bento XVI fez votos de que “a Europa, na construção do seu futuro, saiba sempre beber nas fontes da sua própria identidade cristã”, a qual, observou, tem “um papel insubstituível” na promoção de “um consenso ético de base”.

O Papa, que apresentara uma reflexão sobre a actual crise ecológica, deixou ainda aos presentes uma questão: “Se se quer construir uma paz verdadeira, como se poderia separar ou mesmo contrapor a protecção do ambiente e a da vida humana, incluindo a vida antes de nascer?”.»


E agora?
O que dirão os católicos que achavam bem o "casamento" homossexual, ou que lhe eram indiferentes? Que desculpas arranjarão agora?
Vou procurar citar aqui o texto completo do Papa, que deverá sair na edição da Zenit de amanhã.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

O Homo Sapiens Gay

Um texto magnífico do blogue O Inimputável, que assim dá mais um contributo nesta luta quotidiana, e desproporcionada em termos de forças, contra a hegemonia da cultura "LGBT":

Criou-se a ideia errada de que existe um segunda espécie humana. Não se trata de homens e mulheres, dignos representantes do Homo sapiens, mas de uma outra forma humana que esteve olvidada e injustamente ostracizada pela sociedade ao longo dos tempos. Esta “espécie humana” distingue-se das outras, não pelo tamanho do crânio, cor dos olhos, cor da pele, da forma como se reproduz, ou de qualquer outra característica morfológica, mas pelo modo como decidiu viver na intimidade a sua sexualidade.

O Homo sapiens gay habitualmente reage com agressividade e violência à opinião contrária, vendo nela sempre um sinal persecutório. Neste caso, esta espécie sobrevaloriza a sua própria importância, entendendo que as suas ideias são as únicas correctas e as opiniões por si expressadas não podem ser contestadas. Presentemente o Homo sapiens gay deseja ardentemente casar entre si, reclamando um estatuto igual ao Homo Sapiens para uma condição intrinsecamente diferente. Mas quando se procura debater a necessidade de lhe conferir direitos especiais, o Homo sapiens gay adopta habitualmente o papel de vítima, remetendo o interlocutor para o papel de agressor. Portanto, o Homo sapiens gay é desconfiado relativamente ao Homo sapiens, mas não se coíbe de o doutrinar, manipular − a pretexto da sã convivência entre as duas espécies − e de o recrutar desde tenra idade nas escolas, usando para o efeito a educação sexual.

O Homo sapiens gay é invasivo porque infiltrou e tomou conta da comunicação social com o propósito de preparar o caminho para a sua missão envangelizadora: espalhar a doutrina gay. Simultaneamente, o Homo sapiens gay é inflexível e intolerante porque não aceita o diálogo e não admite uma opinião contrária à sua. Exige de forma inabalável que o Homo sapiens lhe reconheça especiais direitos, entre os quais o direito a ter aquilo que a natureza da sua escolha lhe negou: a reprodução. Atendendo a esta reivindicação, os filhos do Homo sapiens serão adoptados pelo Homo sapiens gay, numa espécie de oferenda e reconhecimento à sua superior capacidade de amar.

O Homo sapiens gay tem a crença de estar a ser explorado ou prejudicado pelo Homo sapiens em diversas áreas da sociedade, aspirando por isso a um estatuto especial; aspirando com o tempo a obter quotas de representatividade da sua espécie. O Homo sapiens gay é ambicioso e quer tudo. Tem uma postura reivindicativa permanente, transformando-o facilmente num fanático disposto a qualquer coisa para fazer valer a suas ideias, até à vitória final: o reconhecimento, por parte do Homo sapiens, do seu estado superior de evolução.

O Homo sapiens gay é uma falácia e não existe, configurando a maior aldrabice dos tempos modernos. Esta é uma manipulação malévola que tem como único objectivo confundir e instigar o nosso regresso à escuridão; o regresso à escuridão da caverna.


Temos que aproveitar todas as oportunidades para denunciar a forte e insidiosa propaganda "LGBT", e fazê-lo agora, enquanto ainda é legal escrever estas coisas e tornar públicas estas opiniões e tomadas de posição.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Young Catholics For Choice

Cá está mais um exemplo de pessoas que brincam com palavras como "católico"...

Milwaukee Archbishop: You Can’t Call Yourself Catholic and Support Contraception

By John-Henry Westen
MILWAUKEE, December 15, 2009 (LifeSiteNews.com) - The incoming Archbishop of Milwaukee, Jerome Listecki, has responded to a campaign by "Young Catholics for Choice" to promote use of contraception and abortion among Catholic youth.

Using media advertising the group is, says the Archbishop-Designate, "attempting to convey the message that Catholics can disregard Church teaching regarding contraception, abortion and human sexuality in general and remain Catholics in good standing." However, "Nothing could be further from the truth."

"While people can call themselves whatever they want, it is my duty as a bishop to state clearly and unequivocally that by professing and disseminating views in grave contradiction to Catholic teaching, members of organizations like 'Young Catholics for Choice' in fact disown their Catholic heritage, tragically distancing themselves from that communion with the Church to which they are called," added the archbishop.

Using language first employed by Catholic dissenters to Humanae Vitae, YCFC calls on Catholics to use an "informed conscience" to decide to use birth control and the morning-after-pill, also called "emergency contraception."

Their ad campaign states: "Young Catholics are having sex. We are using contraception and condoms. We are having abortions. We are bisexual, gay, lesbian, straight and transgender. And none of this makes us any less Catholic than conservative Catholics who speak out against us.

"The truth is, they don't represent what the majority of Catholics - especially those of us in our 20s and 30s - think about sex. It comes down to Catholic teaching on conscience. Basically, every individual has the right and responsibility to follow his or her own conscience - and respect others' right to do the same. With conscience and respect, good Catholic sex is not only possible, it's already happening. "

The group, claiming to be a youth wing of "Catholics for Choice," admits that it's mandate is to "take action to counter the bishops' impact both in the United States and around the world. "

Archbishop Listecki concluded his statement calling for prayers for the YCFC members. "We pray that they may reconcile their position which is contrary to the Catholic Faith they claim to profess."