segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Contra a mentira da morte...

A verdade da Vida!
A história por detrás deste vídeo fala por si. É um grito de verdade contra a mentira do aborto. Há quem insista, erradamente, em defender a antiga lei do aborto, a que vigorou em Portugal até à lei infame de 2007. Mas essa lei, seguramente melhor que a actual, previa a legalidade do aborto por malformações, uma situação que claramente não justifica matar uma criança. É compreensível que, anestesiados pelo asco de lei que temos hoje em dia, quase tenhamos saudades da lei anterior. É por isso que este vídeo serve de antídoto para recuperarmos a nossa humanidade, para darmos valor ao que é importante, para sermos melhores pessoas. Não há qualquer situação em que seja legítimo abortar. A única solução ética consiste na proibição total e completa do aborto.
Estes pais são um exemplo de vida. Mostram-nos o caminho certo. O caminho da verdade.


(descobri este vídeo no blogue Contra o Aborto)

70 comentários:

joaquim disse...

Um hino à vida!

Obrigado, Bernardo!

Espectadores disse...

Joaquim,

Encontrei este vídeo outro dia, quando lia o blogue Contra o Aborto. Fiquei tão comovido com o vídeo que durante uns largos minutos não consegui fazer mais nada.
É uma história incrível de coragem e de amor. Não resisti a divulgá-la, porque serve de lição e exemplo para todos nós.

Um abraço!

joaquim disse...

Caro Bernardo

Não dando a obviamente a conhecer quem, mas conheço muito pessoalmente um casal que teve um filho com sindrome de Down, que faleceu com 6 anos de idade.

Essa criança foi uma benção que deu uma perspectiva de verdadeira humanidade altruista a esses amigos e por testemunho a todos quantos com eles conviveram esses anos e ainda hoje.

O video é extraordinário e eu também fiquei um tempo parado sem reagir, mas dando graças por este casal que nos faz acreditar na humanidade, apesar de tudo.

Um abraço

Anonimo disse...

"Não dando a obviamente a conhecer quem, mas conheço muito pessoalmente um casal que teve um filho com sindrome de Down, que faleceu com 6 anos de idade."

E sera que esta gente conheceu algum anencefalico?

joaquim disse...

Anónimo

Você não me merece a minima consideração.

As pessoas de quem falo são-me muito chegadas e não lhe admito que se sirva daquilo que aqui escrevi para destilar o seu ódio.

Como ser humano que julgo você deve ser, rezo por si, que é o que posso fazer.

Não obterá de mim mais nenhuma resposta, diga você o que disser.

Como já aqui escrevi, não argumento com o mal, evito-o, repudio-o, e rezo por aqueles que por ele são tocados.

Peço ao Bernardo que tudo o que este anónimo aqui escrever sobre o caso que aqui descrevi, seja de imediato apagado.

Jairo Entrecosto disse...

O anónimo abortista outra vez?

Toma lá disto:

http://bioetica.blog.br/2008/08/12/bebe-anencefalo-sobrevive-a-quase-dois-anos/

Como vê, os bebés com esse problema de saúde também têm hipóteses de sobreviver. E como humanos que são, têm direito à vida. Satisfeito? Era o que procuravas?

Anonimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Espectadores disse...

Nota: o último comentário do Anónimo foi apagado. No final desse comentário, ele escreveu: "E agora sim fiquem em paz."

Sim, deveras.

Jairo Entrecosto disse...

Que maior prova existe da capacidade de viver sem cérebro, do que a existência de abortistas adultos?

Anónimo, 100% dos que estão vivos irão morrer. Espero que esta estatítisca incontornável não o leve a defender a extinção imediata de toda a espécie humana.

Um ser humano não é um cavalo para abater. Os "anónimos" abortistas não são donos e senhores da vida.

Espetar inocentes e indefesos com objectos metálicos ou injectar-lhes soluções salinas para os queimar...e ainda promovem isto como acto altruísta. Miseráveis.

Espectadores disse...

Jairo,

«Que maior prova existe da capacidade de viver sem cérebro, do que a existência de abortistas adultos?»

Uma pequena precisão clínica: os abortistas adultos têm cérebro. Só que ele não está a funcionar correctamente.

Abraço

Anonimo disse...

“Anónimo, 100% dos que estão vivos irão morrer”

Sempre gostei de tiradas despropositadas a proposito. Mas há tiradas que me deixam, sempre deixaram perplexo, é verdade que 100 % dos que estão vivos irão morrer, o que não estão é condenados a morte antes do nascimento ou mesmo depois do nascimento sabendo-se isso de antemão, sabendo-se isso logo a 100% em relaçâo aqueles que nascem sem cerebro; ou seja è uma patologia tâo letal que se nâo morrerem logo a nascença começa se a contar o tempo que sobreviverâo: Ha toda uma diferença como da agua para o vinho.

Sobre este tema claro, ja o tinha discutido com o bernardo, só relembro então, o bernado tinha me interpelado se um feto anencefalico era um condenado a morte eu disse repito:

Num feto anencefálico o abortamento não se justifica por ser o produto da concepção um condenado à morte (o que realmente é). A vida está presente, apesar de ser inviável. O feto anencefálico possui actividade motora supra-espinal, uma vez que, apesar de não possuir o cérebro, possui tronco cerebral, de maneira que há a preservação das funções vegetativas que controlam parcialmente a respiração, as funções vasomotoras e as dependentes da medula espinhal. A manutenção da vida extra-uterina de bebés nascidos com anencefalia é impossível é mesmo se não morrerem logo morrem depois é uma contagem sempre decrescente, o produto desta gestação só possui "vida" devido ao metabolismo da mãe, a criança, ao nascer,alguns conseguirão sobreviver apenas alguns instantes e viria o óbito logo em seguida, outros poderão viver mais algum tempo depende da insuficiencia a nivel do tronco cerebral e de poder ou não manter os ritmos cardio respiratorios a funcionar por mais algum tempo. Assim, a ausência de cérebro não da a este ser nenhuma expectativa de vida. Por isso a legislação contempla esta possibildade de aborto.

A condenação a morte ditou-a a natureza, ao dizer que não é viavel uma vida sem cerebro, não ha vida sem cerebro.

Depois passamos para a moral, e ai veio a baila o que sempre vem a baila, o fatalismo e o determinismo e a superação das desgraças pelo sofrimento e pelos exemplos dos outros, tipicamente catolico, mas nunca o homem pode intervir.

Dizia o bernardo.

“Sobre o feto anencefálico, digo apenas mais isto: é muito diferente, em termos éticos, matar ou deixar morrer”

Retorqui eu:

É verdade, mas a “humanidade” a angústia o desconsolo, de obrigar uma pessoa a viver essa gravidez até ao fim sabendo desde inicio o resultado, que traz ali algo condenado a morte é uma questão de espera e porque se votam as pessoas a um estatuto natural no qual não se toca é da maior desumanidade, é atroz.

Anonimo disse...

Mas então vejamos se isto deve ser obrigatorio, que todos devem abortar nestas circunstancias. Não ,não é obrigatorio,o que não se pode exigir é que as nossas concepções sobre vida humana, existencia de vida humana, e não mera reprodução celelar e vida biologica para outros e impor isso e obrigar os outros a ter que carregar esse fardo suportando esta nossa visão. Cada um conforme a sua visão de vida e consciencia, enfrentara a situação em concreto. De resto ha um exemplo que se calhar muitos não conhecem. Na irlanda uma mãe que teve conhecimento, de que o feto era anencefalico, a sua primeira reacção foi abortar, depois por outros exemplos de casais com o mesmo drama que decidiram enfrentar e aguentar o sofrimento, decidiu não o fazer, e enterra-lo logo que nascesse com as roupinhas que tinha comprado na esperança de ter um bebe saudável. É um exemplo pode ser apontado como caminho a seguir, não pode ser imposto. Nestes casos e em virtude de exigir exames aprofundados e consistentes muitas vezes os tecnicos de ultrasonografia, para saber com mais segurança e poder avaliar a extensão da lesão congenita, exigem segundo exame mais tarde, o que complica os prazos do aborto, no entanto os juizes quando a estas questões sempre se pronuciaram pela permissão do aborto mesmo depois dos prazos ultrapassados.Há quem aponte os caminhos do sofrimento da angusitia e do aguantor o fardo imposto pelo destino como exemplo a seguir, isto é muito catolico, o fatalismo, o pre-determinismo, o destino, o esatr nas mãos de deus, mas há quem queira abreviar o sofrimento a angustia, por isso a lei anterior previa esta situaçoes e mais duas especificas, o que a meu ver são de toda a humanidade, e só quem põe todas as decisões na natureza do destino e num pre-determinismo pensa de modo contrário, e com isso acaba por provocar sofrimento naqueles que não partilham iguais valores morais. A sociedade tinha decidido que essas excepçoes eram perfeitamente compreensiveis e validas, mais recentemente decidiu alargar o aborto a tudo. Bem estamos num regime democratico é assim, não gostam paciencia, vão se treinando na censura aos comentarios.

Os casos de sobrevivencia com os actuais tratamentos a sobrevivência do anencéfalo é muito reduzida. São relatadas percentagens de nascidos vivos entre 40 – 60% (23-24) enquanto depois do nascimento somente 8% sobrevive mais de uma semana e 1% entre 1 e 3 meses (26 e 26). Foi relatado um caso único de sobrevivência até 14 meses (8) e dois casos de sobrevivência de 7 a 10 meses, sem recorrer à respiração mecânica (97).


Compreendo que a censura é a melhor arma de defesa contra as inconveniencias, por isso há quem não goste de quando alguém fala em paz, o bernado esta a atirar cisco para os olhos de quem não percebe.

Jairo Entrecosto disse...

"não é viavel uma vida sem cerebro, não ha vida sem cerebro."

Anónimo, esclareça-me lá:

significa então que o senhor é um morto-vivo?

Esclareça-me ainda, se não há vida sem cérebro, como vivem tais bebés até morrrer?

Ou com mais rigor ainda,já que estamos a falar com um abortista:

como vivem tais bebés, até os matarem?

A sua argumentação é fascinante. Para legitimar o acto de matar um ser vivo, alega que ele não pode viver naquelas condições. Mas se ele não pode viver, como seria possível matá-lo?

Anónimo, pode-se viver sem cérebro. Olhe-se ao espelho. Você está vivo.

Anonimo disse...

“não é viavel uma vida sem cerebro, não ha vida sem cerebro."

Anónimo, esclareça-me lá:

significa então que o senhor é um morto-vivo?

Esclareça-me ainda, se não há vida sem cérebro, como vivem tais bebés até morrrer?”

Então voce ainda não percebeu que esses bebes não tem cerebro mas tem tronco cerebral mais ou menos desenvolvido e conforme esse tronco cerebral essa lesão congénita for mais ou menos profunda, seja mais ou menos desenvolvida pode permitir algumas funçoes vitais do corpo,( eu até lhe mostrei ai dois sites, duas urls que o bernado apagou num meu comentario, onde tem dois desenhos de fetos anencefalicos, onde se ve o tronco cerebral mas não o cerebro, se não teve tempo de ver antes do bernardo apagar, peça-lhe a ele que ele mostra-lhe de novo) como as cardiorespiratorias, por isso, tal ser pode viver mais ou menos tempo se não morrer a nascença, vai depender da extensão dessa má formação congénita o que nunca se conseguira é ter expectativas de ir longe. Ja lhe disse isso voce nem le os comentários. Voce diga-me francamente conhece vida sem cerebro? Esse ser esta coondenado a morte, se não morrer ao desligar da mae, parto, é por causa desse tronco cerebral permitir algumas funçoes vitais,mas vai morrer pouco depois é uma contagem decrescente “uma condenação a morte” . Mas a vida humana não existe sem cerebro.

“A sua argumentação é fascinante”

A minha argumentação não é fascinante, nem a sua, pelo contrario. A minha esta ai, eu não imponho as minhas concepçoes nesta matéria os meus modos de vida a ninguém, nem ninguém tem que impor as suas aos outros nestes casos dramaticos, principalmente quando nem na ciencia ha consenso em relação a vida humana e quando começa. Para mim a argumentação logica racional e coerente e aquela que distingue vida biologica que começa da mesma forma em todos os seres animais e vida humana com caracteristicas humanas, que diz que não ha vida sem cerebro e matar seres quando eles começam a desenvolver o cerebro isso sim é crime. Porque ja devem merecer protecção da sociedade como vidas humanas.

Jairo Entrecosto disse...

Anónimo, anónimo...

"Então voce ainda não percebeu que esses bebes não tem cerebro mas tem tronco cerebral mais ou menos desenvolvido"(...)

Eu é que não percebi? Pá, você é que disse que não se podia viver sem cérebro...

"isso, tal ser pode viver mais ou menos tempo se não morrer a nascença, vai depender da extensão dessa má formação congénita o que nunca se conseguira é ter expectativas de ir longe."

Ah, então vive-se sem cérebro. Só que o Anónimo acha que as pessoas com poucas hipóteses de sobreviver podem ser abatidas. Como cavalos.

"Ja lhe disse isso voce nem le os comentários. Voce diga-me francamente conhece vida sem cerebro?"

Conheço. A sua. Já o tinha dito.
O Anónimo começa por admitir que os bebés com essa deficiência estão vivos. E depois pergunta se há vida sem cérebro...

"Esse ser esta coondenado a morte,"

Estamos todos. Até o Anónimo.

"Mas a vida humana não existe sem cerebro."

Mau...então como é que se mata uma vida humana que não existe? Não é você que defende o aborto nesses casos?

"nem na ciencia ha consenso em relação a vida humana e quando começa."

Ai não? Mas agora a ciência é feita de consensos, ou de factos e provas?
Anónimo, leia o que escreve! Vamos dar como certo que não existia consenso sobre quando começa a vida humana, então não haveria certeza sobre quando começa a vida humana. Agora, responda-me com toda a sua modernidade e tolerância de quem não impõe nada a ninguém:

-Se o Anónimo admite não ter certeza sobre quando começa a vida humana, como pode defender o aborto, que na sua confessada ignorância pode corresponder à matança de vida humana?

Que lógica é essa? Ninguém sabe se é humano, por isso pode ser destruído?
Só seria aceitável defender essa destruição, se tivesse a certeza absoluta de que não estava a destruir um ser humano. Você não tem essa certeza?

"Para mim a argumentação logica racional e coerente e aquela que distingue vida biologica que começa da mesma forma em todos os seres animais e vida humana com caracteristicas humanas,"

Nenhum ser humano é mais humano do que o outro. Humanidade não se adquire, é inata. Ou somos humanos, ou não somos humanos.

A sua lógica, racionalidade, coerência e conhecimentos biológicos são inexistentes.

Espectadores disse...

Caro Anónimo,

«Para mim a argumentação logica racional e coerente e aquela que distingue vida biologica que começa da mesma forma em todos os seres animais e vida humana com caracteristicas humanas»

Mas isso vai contra a genética. Vai direitinho contra a genética. Não acha estranha a sua frase, que diz ser lógico, racional e coerente algo que é cabalmente desmentido pela genética?

O que quer dizer com "vida biologica que começa da mesma forma em todos os seres animais"? Da mesma forma, como? Você sabe que o genoma humano não é igual ao dos outros animais, não sabe?

1) O genoma humano é humano, e por isso mesmo, não é um genoma não humano (isto é óbvio)

2) O genoma humano está presente no zigoto da espécie Homo Sapiens

3) Logo, a espécie Homo Sapiens é a espécie Homo Sapiens, e não uma outra espécie animal

4) Logo, o ser humano é, desde a fase de zigoto, geneticamente diferente dos outros animais

5) Já lhe expliquei que é impossível surgir um cérebro humano num ser vivo se esse ser vivo não for humano

6) Logo, apenas o zigoto da espécie Homo Sapiens desenvolve, pelos seus genes, um cérebro de Homo Sapiens

O nosso cérebro não surge por magia! Se o genoma do zigoto, logo após a singamia (logo após a fertilização), não fosse humano, não surgiria um cérebro umas semanas mais tarde! Entende?

É o facto de pertencer à espécie Homo Sapiens que dá ao zigoto, ser vivo distinto do organismo da sua mãe, o direito à vida. Isto, é claro, se fizermos parte daquele grupo de pessoas que acreditam que o ser humano inocente tem o direito a não ser assassinado.

Dito isto, como é que você ainda tem o descaramento de nos importunar com erros tão grosseiros e com ideias tão absurdas?

Anonimo disse...

“Eu é que não percebi? Pá, você é que disse que não se podia viver sem cérebro...”

Oh pá, eu acho que voce não ve boia e não entende mesmo, não é concordar comigo senhor, é entender, ter lido livros e saber as coisas. Saber o que é cerebro e tronco cerebral, vou tentar mais uma.

Que não se vive sem cerebro irra, vou ter que lhe explicar outra vez se não entender paciencia, Já agora diga-me quem vive sem cerebro autonomamente diga la onde estão essas pessoas, “acefalas” sim parece que ha muitas. Ninguém esta a dizer que concorde comigo. Eu não concordo consigo mas aceito a sua filosofia so não aceito é que o senhor queira impor essa sua filosofia e modos de vida a outros quando não ha criterios objectivos para tal.

Voce(s) não entendem ou não querem entender o que estou a dizer tão impregnados estão nos vossos dogmas que depois dizem que são os outros que não entendem. Ja tive esta discussão com o alminha e com o bernardo acerca da vida e do cerebro e morte cerebral e condição necesssaria a vida etc etc, mas que vida? Um ser vivo em morte cerebral, esta morto, esta é uma definição adoptada como criterio de morte, esta morto como pessoa humana, mas pode não estar como vida biologica. Um embrião ou o feto anencefalico, sofrem de um processo patologico tão grave no desenvolvimento embrionario que irreversivelmente estão condenados à morte, neste caso e um caso de morte neocortical.ou seja a vida biológica, controlada pelo tronco cerebral, é semelhante em todas as especies animais, não é unicamente humana, comparte características com os não-humanos, por isso e que a vida biológica é condição necessária mas não suficiente para a vida humana.

Abandonando assim o sentido puramente biológico da vida enfatiza-se os aspectos vinculados à existência da consciência,afectividade e comunicação, como expressão de identidade da pessoa, istro é pressupostos de uma vida relacional e esse pressuposto implica como condição necessaria o cerebro, a justificação biológica, pretensamente inobjetável, da morte cerebral, quando a consciência fica totalmente abolida, a pessoa desaparece ficando em seu lugar o corpo biológico que a albergou. Isto passa-se em relação à pessoa já nascida que se acha em estado vegetativo permanente, e o feto anencéfalo, que não tem, por motivo de sua patologia embrionária, a capacidade de autoconstruir-se, de ser em si e em relação aos outros, de dar-se a si mesmo um destino, um plano pessoal para o qual é imprescindível a auto-consciência.

Anonimo disse...

Diz a literatura medica que é uma má-formação fetal congênita por defeito do fechamento do tubo neural durante a gestação, de modo que o feto não apresenta os hemisférios cerebrais e o córtex, havendo apenas resíduo do tronco encefálico, pode ser um embrião, feto ou recém-nascido que, por malformação congênita, não possui uma parte do sistema nervoso central, ou melhor, faltam-lhe os hemisférios cerebrais e tem uma parcela do tronco encefálico (bulbo raquidiano, ponte e pedúnculos cerebrais). Como os centros de respiração e circulação sanguínea situam-se no bulbo raquidiano, mantém suas funções vitais, logo o anencéfalo poderá nascer com vida, vinda a falecer horas, dias ou semanas depois, o diagnóstico de anencefalia fetal pré-anuncia uma situação de impossibilidade de vida prolongada, após o nascimento. A ciência não oferece recursos para a correção desta anomalia.


Temos assim que o feto anencefálico, por lhe faltarem os hemisférios cerebrais e o córtex, tem exíguas chances de sobrevivência fora do ventre materno, ou seja o feto anencefalico apresenta-se como um projeto embriológico falido, não é um processo de vida, mas um processo de morte, não vamos estar diante de um nascituro mas de um morte pre-anunciada, ou seja é produto de uma patologia, embriológica, que não lhe dá chances de ter uma via autonoma extra-uterina, as perspectivas de sobrevivência, depois da separação da mãe são nulas , é um feto inviável considerando a idéia de que viabilidade tem a ver com a vida fora do utero ou extra-uterina. O anencéfalo será inviável em qualquer momento do processo gestacional e se isso encontra base científica indesmentível, não há meios como protegê-lo da irreversível condenação à morte, quer a sua saida do ventre materno aconteça antes do periodo de gestação, quer se chegue ao seu termo, o resultado é identico, ou seja, a morte do anencéfalo em virtude do defeito congénito. Se por acaso ocorrer o nascimento, não vai receber nenhuma manobra médica de reanimação, nem nenhum procedimento de suporte vital, em virtude de tal inocuidade ou de qualquer medida tendente a reverter a situação, os suportes vitais pressupoem duas caracteristicas a reversibiklidade e a transitoriedade do problema, no anencéfalo, nem sequer ha que cuidar de reversibilidade e de transitoriedade, o estado é permanente, patologico e permanente. Depois ha o argumento de que todos nascemos para morrer e que, por isso, o feto anencéfalo não destoa da regra geral, que o senhor mencionou, ja lhe tinha dito e desfeito esse argumento mas vejamos novamente, esse não é um argumento válido. Ninguém escapa do processo da morte. Mas não se pode pensar nela sem o seu antecedente lógico que é a vida se todos nascemos para morrer, entre o nascer e o morrer, existe, um processo vital. um periodo de vida autonoma, que se desenrola no tempo, na anencefalia, não há
o pressuposto da vida, só da morte.

Anonimo disse...

Depois temos as questões de etica e moral

A anencefalia uma vez detectada provoca, no processo de gravidez, riscos de carácter físico e social e, sobretudo, transtornos de natureza psíquica à mulher gestante. O conceito de saúde, direito fundamental tutelado, já não se limita só e apenas à saúde física, mas a saúde como o estado de completo bem estar físico, mental e social e não simplesmente como a ausência de doença. A saúde psíquica da mulher passa por graves transtornos, a mãe gestante de anencéfalo tem o direito de optar pela manutenção ou não do processo de gravidez e, ou decidir pela interrupção da gravidez ou pela antecipação do parto, a defesa da manutenção da gravidez, para efeito de nascimento do anencéfalo, não tem nenhum fundamento e, em verdade, provoca, o uso do corpo da mulher para esse fim, a coisificação do corpo da mulher, obrigá-la a carregar, no ventre, um “ser morto”, porque deixará de existir quando se separar dela ou pouco depois posteriormente é uma contagem regressiva, constitui uma ofensa à sua dignidade de mulher, de mãe, penaliza-la a manter a gravidez, para a finalidade exclusiva de nascer o feto para depois morrer, nenhuma pessoa pode ser tratada como coisa e equivale a uma lesão de de valores filosoficos segundo o qual nenhuma pessoa pode ser tratada como meio, para fins a si alheios, o direito e a moral devem formar sistemas distintos.

A materia na area juridica exclui a moral e religião, é tarefa indiscutível do direito assegurar a gestante de anencéfalo o seu direito de decidir pela manutenção ou não do processo de gravidez, baseado em regras como o direito à autonomia da vontade, o direito à saúde e, o direito à dignidade da pessoa humana, e porque num estado democrático e social de direito pressupõe a realidade de uma sociedade plural, em que ha umaseparação entre direito e moral, ou entre direito e cultura,
ou entre direito e religião, é um princípio resultante do pluralismo político, que levou a um referendo que neste caso não era necessario, esta lei ja existia, esta hipotese estava prevista na anterior lei, mas em democracia é assim, houve posiçoes que perderam, nesta questão, voces perderam democraticamente, há questões morais ou religiosas que não tem que se misturar e confundir com conceitos jurídicos, não cabe, num estado laico, numa sociedade pluralista, o entendimento de que a opção da mulher, portadora de anencéfalo, pela interrupção da gravidez ou pela antecipação do parto, deva ficar subordinada a considerações morais ou a dogmas religiosos. Mas continuem com as censuras aos comentarios.

Espectadores disse...

Agora a sério, Anónimo, não gostaria mais de ir à sua vida, e deixar-nos em paz?

Já deveria ter percebido que aqui ninguém engole maus argumentos nem postas de pescada incoerentes e inconsistentes, nem pontapés na ciência.

Aí por Coimbra, o que não falta são boas pastelarias! Dá melhor uso ao seu tempo se for comer um pastelinho de Santa Clara, e nos deixar em paz.

Não?

Anonimo disse...

“O que quer dizer com "vida biologica que começa da mesma forma em todos os seres animais"? Da mesma forma, como? Você sabe que o genoma humano não é igual ao dos outros animais, não sabe?”

Eh pá como esplico.

Ja tinha explicado
Ninguém discorda que existe vida,desde que um ovo é fertilizado e se começa a desenvolver os cientistas também falam em vida em marte ou noutros pontos do universo, a diferença é entre vida celular biologico reprodutiva, e o aparecimento de caracteristicas que a tornam humana e em que então merece protecção absoluta como se de uma vida autonoma já nascida se tratasse, e somos obrigados a preservar e proteger porque passou a ser humana, ter caracteristicas humanas e não só biologicas, e não só porque deriva da especie humana biologicamente falando, celulas, só porque essa vida biologica deriva da especie humana não basta , para dizer que é um ser humano, dna, cromossomas, meiose, mitose, etc etc, não são individuos,não são organismos, são processos de criação de um ser,a valorização desses estágios é diferente para uns e para outros, mas quando o ser começa a existir como organismo então ai ja merece protecção e valorização da sociedade, quando começa a formar orgãos, um orgão dos basicos sem o qual não pode haver vida é o cerebro que vai comandar esses orgãos e o corpo desse organismo, um ser organico um organismo. Antes não basta.

Quado nos praticamos um aborto na fase inicial nós estamos a interrromper processos biologicos de criação de um futuro organismo, de um ser, não estamos a matar esse ser que ainda não existe, um ser ainda não criado e com vida humana, nós estamos a interromper processos biologicos de reprodução celular de criação ou que vão dar origem a criação desse organismo se os interrompermos so interrompemos esses processsos, e impedimos a criação desse futuro organismo, não o estamos a matar, para isso é preciso que ele estivesse criado. Se semearmos uma semente e dias depois a arrancarmos, não arrancamos uma arvore.

Anonimo disse...

Ah sim coimbra??????????? a que proposito
perdeu o pio e ja vem com

"Já deveria ter percebido que aqui ninguém engole maus argumentos nem postas de pescada incoerentes e inconsistentes, nem pontapés na ciência."

Os seus são de facto bons ate confunde crianças com fetos.

Mas de facto vou aceitar a sua sugestão isto aqui é patinar.

Espectadores disse...

«e o aparecimento de caracteristicas que a tornam humana»

Que características serão essas? Serão elas mágicas, ou científicas?

1) Na sua opinião, são mágicas: surgem do nada, algures nas primeiras semanas da vida humana, com o surgimento do cérebro (processo contínuo, sabe-se lá onde é que você marca a sua fronteira subjectiva)

2) Na opinião dos cientistas, as características são científicas: trata-se do genoma

O que faz um ser vivo da espécie Homo Sapiens ter características humanas é o seu genoma, homem!

São os genes, homem!
Nega que o zigoto, acabado de formar por singamia, tenha genes humanos?

Ora bolas: é lá que estão as suas queridas características!

E é POR ISSO que não se pode matar um zigoto humano.

Santa paciência...

Espectadores disse...

«Ah sim coimbra??????????? a que proposito»

Você não está em Coimbra?
Tem piada: há apenas dois utilizadores, neste preciso momento, a consultar este blogue.

Um deles sou eu, de Lisboa, com o IP: 79.169.99.144. O outro é você, a aceder à Internet através da rede da Universidade de Coimbra.

Não se preocupe: o seu anonimato continua a protegê-lo do vexame público das barbaridades que escreve. É que há muita gente, e boa, em Coimbra.

Anonimo disse...

Pois tem mesmo piada, se calhar era para me descair e dizer onde estou.


"Que características serão essas? Serão elas mágicas, ou científicas?

1) Na sua opinião, são mágicas: surgem do nada"

Não não surgem do nada, surgem de fases como embrião, feto, criança etc. etc. cada uma tem determinados acrescentos a fase anterior que denota uma evolução, por isso podemos considerar umas mais proximo do que é vida humana e outras ainda vida biologica.Uma delas é a formação de cerebro. quantas vezes ja disse isto.


Vai me desculpar mas tenho que desistir, isto é patinar e entra-se numa pescadinha de rabo na boca.


Eu não concordo consigo, não peço que concorde comigo,so não concordo que o senhor tenha uma visão em que quer impor as suas concepções de vida.

Se ja deixou de confundir crianças com fetos, eu aceito que também o seu vexame publico ja passou e muitos outros que nem sabem o significado das palavras.

Espectadores disse...

«Eu não concordo consigo, não peço que concorde comigo,so não concordo que o senhor tenha uma visão em que quer impor as suas concepções de vida.»

Ah, o nosso abortófilo também é relativista? Aqui ninguém está a impor nada a ninguém. Um blogue é uma imposição? Obrigo-o a vir cá? Já os seus comentários, a partir de certo ponto, são uma imposição, pois não os pedi, e não estão a acrescentar nada de relevante.

As concepções que defendo não são minhas: são verdades científicas e filosóficas. Verdades objectivas. A verdade não tem dono. Os erros é que têm. As verdades que afirmo não são minhas. São apenas verdades. Já os seus erros são mesmo seus.

«Se ja deixou de confundir crianças com fetos»

Não há qualquer confusão. Uma criança passa por várias fases no seu desenvolvimento: zigoto, embrião, feto, até estar cá fora. É sempre uma criança até à adolescência.

A sua irritação tem uma explicação psicológica simples e óbvia: você fica irritado quando alguém mostra o aborto como ele é: a destruição de crianças inocentes. Isso irrita-o até à medula. Porque enquanto se usarem apenas termos "neutros" como feto, embrião, zigoto, etc., você e os da sua laia podem tentar montar pseudo-argumentos para a legitimação da morte de crianças inocentes.

Chamar as coisas pelos nomes irrita sempre o mentiroso.

Anonimo disse...

Esta boa

"As concepções que defendo não são minhas: são verdades científicas e filosóficas. Verdades objectivas"


ah ah ah descobriu a polvora que ainda os entendidos não descobriram

Verdades como as suas ha muitas. aqueles que defendem desde a fertilização, outros desde a gastrulação, outros desde o aparecimento do cerebro. Voce defende a primazia do biologico. Mas isso é necessario em todas as especies animais, mas é vida biologica ainda não é vida humana, DNA, CROMOSSOMAS, MITOSE, MEIOSE ETC não são seres, são processos biologicos humanos, identificativos de uma futura de vida humana não são ainda vida humana. A vida humana é muito mais que isso é ter um cerebro que nos vai permitir viver autonomamente ao nascer.

Irra ja chega

Anonimo disse...

"Uma criança passa por várias fases no seu desenvolvimento: zigoto, embrião, feto, até estar cá fora. É sempre uma criança até à adolescência. "

oh valha-me deus

isso também um jovem, um adulto, um velho
mas o aborto é matar crianças somente, eh eh eh.

Anonimo disse...

Fique em paz.
eh eh eh

Jairo Entrecosto disse...

A abortofilia parece deixá-los viciados. O desejo de permitir matança de inocentes é tanto, que vale tudo. A lógica torna-se uma batata. Veja-se esta:

"Um ser vivo em morte cerebral, esta morto"

Epá, isto é incrível. Em pormenor:

"Um ser vivo(...) está morto."

Ou melhor ainda:

"um ser vivo em morte cerebral"....

Um ser vivo está morto? Um ser vivo em morte? Vivo em morte?!!

Bolas, alguém já viu um funeral em que o morto vá no caixão com o coração a bater, e a respirar?

Esta gente não tem vergonha na cara.

Espectadores disse...

Jairo,

Vê só mais esta martelada na biologia:

«DNA, CROMOSSOMAS, MITOSE, MEIOSE ETC não são seres, são processos biologicos humanos»

Vamos lá dar mais uma ajudinha:

Processos: Mitose, Meiose, ok, são processos.

Mas desde quando é que o DNA ou os cromossomas são processos? São compostos orgânicos! São agregados de moléculas! Moléculas. E não processos!

«O ácido desoxirribonucleico (ADN, em português: ácido desoxirribonucleico; ou DNA, em inglês: deoxyribonucleic acid) é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e alguns vírus.»

http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81cido_desoxirribonucleico

Esta gente, realmente, não tem vergonha na cara. Cada tiro cada melro. Ele não consegue comentar sem meter uma argolada.

Jairo Entrecosto disse...

É o intelectual de internet. Argumenta a partir de um desejo e do "achismo". Pensa que os outros são parvos.

Pergunto isto ao Anónimo, para ele se ir embora definitivamente.( Se tiver coragem, ele admitirá que tem de se juntar aos que dizem Não ao aborto. Mas duvido que a tenha)

-Que provas tem o Anónimo de que um feto não é um ser humano, e que por isso pode ser destruído?

E então, vai responder? Quem defende o aborto, tem de provar de forma irrefutável que a prática é aceitávei, porque não corresponde a matar um ser humano.

Abortista Anónimo, apresente essas provas. Desafio-o!

Anonimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Espectadores disse...

O último comentário do Anónimo foi apagado. Mais uma vez, estava pejado de insultos e de ataques pessoais, sem mais uma vez conter argumentos válidos.

Insisto: só apago comentários com linguagem insultuosa.

Aqui debatem-se ideias.
Peço ao Anónimo que demonstre alguma educação, sob pena de ver os seus comentários apagados.

É um bocado patético estar a perder o seu tempo a descarregar as suas raivas nestas caixas de comentários. Não tem mais nada que fazer? É que a mim, apagar um comentário custa um clique. E escrever um chorrilho de insultos deve dar mais trabalho. Pelo menos demora mais tempo a teclar.

Espectadores disse...

Ainda a propósito, eis o que diz um neonatólogo italiano:

http://www.zenit.org/article-13125?l=portuguese

Anonimo disse...

"um bocado patético estar a perder o seu tempo a descarregar as suas raivas nestas caixas de comentários. Não tem mais nada que fazer? É que a mim, apagar um comentário custa um clique
"

Um clique, um clique não é nada, a como esta o preço do clic?


Mas eu estou a trabalhar, homem, não estou a perder tempo, por isso as vezes dou marteladas no teclado e troco as letras pntuação grmatica é em "cima do joelho", porque é engraçado discutir com voces mas ja esta a chatear e o tema esgotado. Uma pessoas esta a ver qual vai ser a proxima tirada.
eh eh eh

Anonimo disse...

Pois é senhor bernardo tem que se adoçar a pilula, bem eu repito o comentario, e retirei as passagens com palavras mais bruscas, porque ja me sentia irritado com as mesmas perguntas, o termo hipocrita existe e eu uso-o. Se o senhor censurar é porque é de facto um censor.

Depois ha uma coisa engraçada consigo, a tragedia, o gosto pela tragedia, estamos a discutir um caso e ja vai buscar uma noticia, uma opinião, uma entrevista de alguém, para poder gritar aqui dél rei, quando nós estavamos discutindo casos e perante casos em que ate as legislaçoes mais conservadoras permitem o aborto.

Então o comentario era este

O senhor bernardo os seus argumentos são tão "convincentes" que decidi vir ca ver o que tinha dito, e se apagaram o comentario por lhe desejar que ficasse em paz eh eh eh. Mas não disse nada, o costume, vem com a biologia e refere-se a eu falar de processos biologicos, sim, processos sim, meiose mitose, ou compostos organicos dna, ou cromossomas, sequencias de dna, e que para si é tudo igual, isso e seres.

O senhor bernardo deixemo-nos de conversinhas . O jairo considero-o ao lado não vale a pena, não sabe, entra na discussão como se pudesse haver vida sem cerebro, vida sim, no sentido de vida autonoma e não abstraçoes. Não sabe . ele pergunta-me se eu não considero um feto um ser humano e pede provas e não consegue saber ou tem informação quando aparecem os orgãos e o cerebro, e que eu ando a martelar isto aqui a séculos e a dizer que a partir de certa fase estamos em presença de um humano, vida humana, não meramente biologica e merece toda a protecção intra-uterina e extra-uterina.no entanto pode haver excepçoes que tenham que permitir abrir uma brecha, casos da gravidez ectopica e fetos anencefalicos por exemplo, a possibilidade de manter a gestação ou impedi-la é uma opção um caminho em aberto nessas situaçoes.

Mas o senhor bernardo é hipocrita, só o coloco perante as suas afirmaçoes , diz que não que impor as suas concepçoes de vida a ninguém, no entanto manifesta-se contra qualquer hipotese de excepção ou que haja abortos mesmo nos casos mais humanamente possiveis, procura impor os seus pontos de vista e nem da hipoteses de poder haver uma lei que permita a opção. A palavra nestas circunstancias é Hipocrisia . Não que impor nada a ninguém mas se pudesse impedia e criminalizava.

Depois noutro caso concreto da gravidez ectopica, diz que não ha aborto,mas o objectivo da intervenção é a remoção de um feto que poe em risco a vida da mãe. E vem os famosos danos colaterias a baila. Fazemos uma coisa sabendo que vamos matar um embrião,para obter um resultado, mas como não agimos directamente sobre ele estamos desculpados, mas fomos nos que o matamos, logo o aborto é consequencia do nosso acto, praticamos um aborto e com consciencia, se nos indirectamente pela nossa acção soubermos que vamos matar um embrião mas não tocarmos nele e é resultado indirecto da nossa acção consciente com vista a esse resultado. Não fomos nós. Isto é hipocrisia

Defendem isto, mas não querem impor nada aos outros das suas concepçoes, são a favor de uma lei que proiba estas coisas e criminalize, mas não querem impor nada a ninguém. Hipocritas a palavra existe esta no dicionario.

Gostei da vossa argumentação singela

Espectadores disse...

O comentador Duracell...
E dura, e dura, e dura...
Ainda não entendeu que um mau argumento, repetido "ad nauseam", não vence pela exaustão. Um mau argumento é sempre um mau argumento.

Anonimo disse...

"Um mau argumento é sempre um mau argumento."


Parece que sim, principalmente para quem diz que é contra o aborto e depois fa-los e permite-os na gravidez ectopica eh eh eh

Espectadores disse...

«Parece que sim, principalmente para quem diz que é contra o aborto e depois fa-los e permite-os na gravidez ectopica eh eh eh»

Quem é que permite abortos na gravidez ectópica? Abortos, como?

Anonimo disse...

A voce não entendeu, esta bem, não é aborto, so matamos um feto,é necessario não? que se há de fazer, conflitos. Atiramos para que fizesse efeito ricochete, o resultado não fomos nós. eh eh eh.

O homem atire areia aos olhos de quem queira .

A sua argumentação deixa muito a desejar, e eu tenho mais que fazer.

Rodrigo Faria de Castro disse...

Ao mesmo tempo há uma preocupação múltipla entre todos os que argumentam neste Blog pela Verdade, preocupando-se por corrigir fraternalmente (às vezes) o(s) outro(s).

Mas como opiniões diferentes não podem estar todas correctas algum(ns) estão errados. Um dia será clarificado.

Há pessoas que demoram, mas mais vale tarde que nunca:
http://www.youtube.com/watch?v=W-FpJMq_gAY
http://www.priestsforlife.org/testimony/nathanson.html

Anonimo disse...

“Mas como opiniões diferentes não podem estar todas correctas algum(ns) estão errados. Um dia será clarificado”

Opiniões são opiniões, factos são factos. E contra factos não ha argumentos.

Um dia? Qual dia? Podes esperar sentado para não te cansares muito.

É assim desde que o homem existe, por isso ha culturas diferentes, religioes diferentes, morais diferentes, eticas diferentes. Essa do alguém há de estar certo, ja deu tanta bronca, tanta morte, só porque nos somos detentores da verdade.

So para acabar este assunto em que os moralistas, mostram a sua hipocrisia a gravidez ectopica. É sabido que um feto ectópico implantado e desenvolvendo-se na tuba gravidez tubária é, em todos os estágios, um sério perigo para a gestante, um dos unicos casos em que devia haver consenso para os moralistas devia ser aquele em que existe um risco insuplantável para a vida da mãe. Mas como conciliar isto com a defesa intransigente da vida a todo o custo desde a fertilização sem abrir brechas e agradar ao ceu? Pois é, a solução é a historia do duplo efeito, assim como na guerra temos os danos colaterais não os queremos, mas sabemos que os provocamos. E então para esta ajuda tiveram o auxilio de bouscaren e a sua tese. O objecto do tratamento é a mae e a morte da criança é indirecta, só que isto é pura hipocrisia novamente, ou seja essa cirurgia não seria feita se a mãe não estivesse grávida, se na intervenção cirurgica se matasse a criança, deixando a trompa intacta, salvaria a vida da mãe. o fim da cirurgia é a morte do bebê, que serve como meio para salvar a vida da mãe.

Estamos perante casos de duplo efeito de facto, mas não podemos ser hipocritas, na legitima defesa por exemplo, pratica-se um acto autodefensivo consciente do autor , para conservação da propria vida, que tem como efeito necessario a morte do agressor, mas os juristas não encenam a realidade nem a moralidade, cingem-se a realidade, o acto foi mau, o autor matou, cometeu homicidio, tirou uma vida, mas esta desculpado era um conflito entre salvar a sua vida ou morrer, Os juristas, não fazem distinção entre meio e efeito. Os moralistas no caso da gravidez ectopica andam as voltas para dizer que não fazem aquilo que fazem, um aborto indireto, e procuram uma justificação para se acomodar com deus e o céu, com uma maneira hipocrita de conciliar escrúpulos religiosos e a imperiosa necessidade pratica de salvar a vida da mãe,pois para isso tanto vale querer o resultado como assumir o risco de concretiza-lo.

Fiquem em paz

Espectadores disse...

Caro Anónimo,

«Fiquem em paz»

Bem gostaríamos! Mas é difícil quando, todos os dias, encontramos aqui comentários seus com coisas destas:

«Podes esperar sentado para não te cansares muito.»

Que palhaçada de frase é essa?
Eu não consigo entender as pessoas que não conseguem debater e argumentar sem recorrer de imediato à palhaçada e à falta de educação.

Em relação à hipocrisia, penso que você não sabe o que significa o termo. Hipocrisia significa agir de forma contraditória com as nossas convicções.

Vejamos se isso se aplica ao caso da gravidez ectópica. Eu vejo três desfechos para essa gravidez:

a) matar a criança

b) deixar a coisa andar: mãe e criança morrem

c) fazer uma intervenção cirúrgica que, visando remover o tecido de tubo danificado, salva a vida da mãe, e tem com consequência indirecta a morte da criança (salpingectomia); não confundir com a salpingostomia, que é imoral porque removendo directamente a criança do tubo de falópio, constitui a morte directa e deliberada da criança

Ora, se defendemos que a vida humana é sagrada, e que não é legítimo matar directamente um ser humano inocente, mesmo que seja com o fim de salvar outra vida, então o que é coerente, para quem tem a nossa posição ética, é rejeitar a) e b). Porque a opção b), sendo de negligência médica, também não é ética. A omissão da prestação de cuidados médicos urgentes é imoral.

Logo, a defesa da posição c) é perfeitamente coerente com a nossa posição. Logo, não há hipocrisia, que seria agir de forma contrária à nossa convicção.

O princípio do duplo efeito permanece sempre válido. Você brinca com coisas sérias, mas não dá uma resposta válida e razoável para um dilema ético deste tipo:

a) duas vidas de igual valor estão em risco

b) uma delas, sem qualquer culpa, a da criança, está a colocar em risco a vida da outra, da mãe

c) se não se fizer nada, morrem ambas

A sua solução para este complexo dilema ético é uma bosta: implica matar uma das pessoas.

Pelo contrário, a solução do princípio do duplo efeito respeita o igual valor de ambas as pessoas, e procura fazer o melhor, sem no entanto empregar meios ilícitos (matar directamente a criança) para
fins lícitos (salvar a mãe).

Evidentemente, nós defendemos que salvar a mãe, nestes casos, é algo de urgente e obrigatório! Mas não a todo o custo, pois é imoral fazer o mal para obter o bem.

Mas diga-nos, grande estudioso de dilemas éticos, como sugere que se resolva a gravidez ectópica?

E, para mais, esta discussão é estúpida, por duas razões:

a) você está a criticar a única solução ética válida que se conhece para o dilema da gravidez ectópica, sem sugerir uma solução melhor

b) você está a desviar a conversa para a gravidez ectópica simplesmente porque perdeu a conversa em torno da legitimidade do aborto, e sem conseguir justificar o caso geral (aborto) vem para aqui tentar vencer no caso específico (gravidez ectópica)

Não nos faça de parvos.
Obrigado.

Anonimo disse...

«Podes esperar sentado para não te cansares muito.»

Que palhaçada de frase é essa?

È que a realidade e a vida é como é, não como os moralitas querem que seja ou apregoam, por sso sempre foi assim e continuara a ser assim, não havera nunca detentores da "verdade".

O cumulo dessa hipocrisia é a gravidez ectopica, em que se pratica um aborto para salvar uma vida e procura-se por todos os meios dizer que não.

Ja lhe expliquei mas não entendeu ou faz que não entende.

O objecto do tratamento é a mae e a morte da criança é indirecta dizem eles, mas a finalidade da intervenção, dano colateral é querido, é precisamente esse o motivo da intervenção e caso isso não ocorra o perigo para a mãe mantém se sempre actual, caso contrario deixava-se ao sabor do destino, quem quiser que corra o risco mas não se pode exigir o sacrificio a quem não queira. Só que isto é pura hipocrisia novamente, ou seja essa cirurgia não seria feita se a mãe não estivesse grávida, se na intervenção cirurgica se matasse a criança, deixando a trompa intacta, salvaria a vida da mãe. o fim da cirurgia é a morte do bebê, que serve como meio para salvar a vida da mãe.o problema é que temos que fazer isso com “pinças”, nunca por nunca tocar no feto para dizer que foi uma consequencia e não um acto nosso, matamo-lo por isso indirectamente. Mas não cometemos um aborto quem foi que praticou o acto? Querem ver que foi o destino.

“Mas diga-nos, grande estudioso de dilemas éticos, como sugere que se resolva a gravidez ectópica?”

Ora bolas ja lhe disse mas também não entendeu, como a realidade apresenta a situação, um conflito entre vidas, por vezes num conflito entre vidas é preciso sacrificar uma para salvar outra, é preciso optar, mas é preciso então admiti-lo conscientemente e não mascarar a realidade dizendo que não se quer ou não se fez isso, é preciso não ser hipocritas e admitir que o meio que usamos vai provocar um aborto. Ja chega, fogo.

“você está a criticar a única solução ética válida que se conhece para o dilema da gravidez ectópica, sem sugerir uma solução melhor”

Não ha solução melhor, é a realidade que cria o dilema afunilado donde não ha outra escapatoria que permita satisfazer ou compatibilizar a moral com a realidade, é admitir a realidade e as nossas opçoes quando não temos outra alternativa, não se mascara a realidade dizendo que não fizemos uma coisa que fizemos, entendeu.Custa admitir que é um aborto. Senão estamos como na guerra com os danos colaterais.

Entendeu se não entendeu não lhe posso explicar mais para que entenda. Agora tenho trabalho em mãos, não lhe posso explicar mais, nem isto tem mais nada que explicar, é clarinho.

Jairo Entrecosto disse...

Anónimo Abortista, a vítima do aborto é um ser humano, ou não? Como está com dificuldades em responder, deixo-lhe o testemunho de uma vítima do aborto. Dá-me a ligeira impressão que ela é uma humana, mas fico a aguardar pela consideração do Anónimo Abortista, o tolerante modernaço:

http://abortoemportugal.blogspot.com/2011/02/gianna-jessen-menina-que-nao.html?spref=fb

Anonimo disse...

"a vítima do aborto é um ser humano, ou não? Como está com dificuldades em responder, deixo-lhe o testemunho de uma vítima do aborto."

É uma opinião.

Ó senhor para mim a vida humana é uma coisa, é diferente da vida biologica humana, por isso podia defender o aborto sem excepçoes,ate as 10 semanas a passagem do embrião a feto onde começa a aparecer a consistencia do cerebro, mas não o vejo como tal, oaborto claro, nem como um metodo “contraceptivo”, no entanto ha situaçoes dramaticas que o podem justificar, para si é outra coisa é um moralista. Ainda não tinha visto isso? fica a aguardar? tenha paciencia mas não fique a aguadar nada, o senhor nem le o que se escreve ou então não entende boia.

Agora de facto tenho mais que fazer do que estar a espera de novas tiradas

Jairo Entrecosto disse...

" para mim a vida humana é uma coisa, é diferente da vida biologica humana,"

Iluminado Gnóstico in the house...

Que pena que ele não me queira revelar se afinal Gianna Jessen era humana ou não quando foi queimada com sal. Deve estar muito ocupado...

Jairo Entrecosto disse...

Esta também foi brilhante:

"É uma opinião"

Uma mulher de carne e osso que conta o crime de que foi vítima, é "uma opinião"...

Assim o foge o abortista da realidade. Um ser físico real, torna-se numa opinião...

Espectadores disse...

Caro Anónimo,

«ate as 10 semanas a passagem do embrião a feto onde começa a aparecer a consistencia do cerebro»

É desgastante. São erros atrás de erros. O que é isso de "consistência do cérebro"? Seja rigoroso na linguagem.

1) Ou admite que não percebe nada de embriologia

2) Ou procura estudar, e expressar-se com rigor

O processo que dá pelo nome de neurulação, e que marca o início da formação do sistema nervoso, começa a meio da terceira semana:

«The central nervous system appears in the middle of the 3rd week of the development as a thickened area of the embryonic ectoderm, the neural plate. Its lateral edges become elevated to form the neural folds, which approach each other and fuse in the middle, thus forming the neural tube.»

Fonte: http://www.chronolab.com/embryo/nervous.htm

Como é sabido, a organogénese (a formação de todos os órgãos do nosso corpo) está concluída com a oitava semana de gestação.

O processo de neurulação não é excepção. Está terminado à oitava semana, veja aqui (se quiser aprender, isto é):

http://www.chronolab.com/embryo/time.htm

Peço que não dê pontapés na embriologia. Use linguagem técnica correcta, dê referências para as suas afirmações, seja preciso, explique-se bem, evite as suas opiniões (que valem o que valem), e cite fontes fidedignas ou mencione factos verificáveis.

Ou então vá-se embora.
Obrigado!

PS: O aborto à décima semana destrói um ser humano completamente formado: todos os órgãos já estão distintos e formados à oitava semana. O que não é o mesmo que dizer que todos os órgãos já estão prontos a operar a 100%. Evidentemente, uma criança com 10 semanas não sobrevive (no estado actual da tecnologia) fora do útero materno com essa idade. Mas que não haja dúvidas: a partir da oitava semana, o aborto destrói um ser humano com a organogénese concluída.

Mesmo que a sua teoria (a de que o cérebro é que dá direito a viver) fosse verdadeira, que não é, você deveria, à luz da Ciência, ser contra o aborto a partir da oitava semana.

Cumprimentos

Anonimo disse...

" para mim a vida humana é uma coisa, é diferente da vida biologica humana,"

Iluminado Gnóstico in the house...

Ou

“O processo de neurulação não é excepção. Está terminado à oitava semana, veja aqui (se quiser aprender, isto é):”

O que é que voces querem com isto? Como esssssplico, o que ja tinha explicado.

É incrivel, não perceberem nada de nada do que uma pessoa diz quando fala de cerebro, vida relacional, biologia, etc etc etc, a biologia e os processos biologicos não são para aqui chamados meus caros, a biologia nesta fase é identica a todos os animais reprodutivos, na fase inicial de reprodução celular tento faz o homem como o macaco. O embrião humano na fase inicial não se distingue do aspecto dos embriões de animais, apenas o capital genético, escondido no centro de cada uma das suas células,nos diz o seu potencial especifico de classe. Irra

Irra, ja falei nisto montes de vezes. Entre a fecundação e o nascimento, nenhum acontecimento biológico permite dizer quando se inicia a vida do homem. Então podiamos tomar um destes extremos, a fecundação, como faz a igreja, ou o nascimento. A afirmação de que a vida do homem se inicia no momento da fecundação nega a especificidade pessoal de cada um dos gémeos verdadeiros, mas temos etapas ou estagios no desenvolvimento da vida humana que podemos tomar em consideração o momento em que o embrião se torna ou passa pessoa, passa a feto por volta da 10 semanas, antes da 10 semana os neurónios não têm actividade. Se o fim da vida é determinado pelo fim da actividade cerebral, pode admitir-se que o início da vida corresponde ao início da rede cerebral, e portanto da coordenação do organismo por um futuro cérebro. A rede neuronal está na origem das relações do futuro recém-nascido com o que lhe é exterior, é essencial a vida e não se pode ter vida sem ele. Ando a dizer desde inicio que não ha vida sem cerebro. Irra. Quase todas as legislaçoes que permitem aborto tem estas bases.

Ora ca temos os nossos moralistas fundamentalistas dos criterios biologicos como sendo isso a vida humana, e ainda não perceberam até esta data do campeonato o que estou a dizer.Não há ninguém que negue que isso é vida e humana, sim não deriva de nenhum macaco nem de nenhum elefante, o que não tem é critérios de vida humana além dos biologicos ou seja não tem ainda até uma determinada fase posterior à passagem do embrião a feto as caracteristicas que a vão tornar humana verdadeiramente e fazer dessa vida biologica uma vida que seja mais do que isso, se transcenda em pessoa, o momento em que o embrião se torna pessoa. As caracteristicas biologicas permitem que esse ser venha a ser pessoa, mas não bastam, por isso um feto anencefalico nunca vira a ser pessoa. o cerebro e o sistema nervoso pode ser dividido em sistema nervoso da vida de relação, por isso eu falei em vida relacional e sistema nervoso da vida vegetativa, controle das estruturas viscerais, A pessoa é um dado não biologico, enquanto que vida humana biologica, ou falar em vida humana vincula-se a um padrão biológico, o anencéfalo pode ser humano, mas nunca virá a ‘ser pessoa’. Ja dizia o aristoteles na sua politica, a vida compoe-se em orgânica, ou zoe, e vida biográfica, vida política, e o poder de viver a vida, a pessoa, a bios. Ou seja para estar vivo não basta pertencer a espécie humana ou ter uma vida vegetativa, é preciso estar no mundo, ter a capacidade de viver poder ter uma vida relacional, a vida por outras palavras torna-se pessoa. Isso só acontece quando o cerebro se começa a desenvolver e de biologico nos tornamos em pessoa. Ou no dizer se santo agostinho quando a alma entra no corpo, ou para os muculmanos por exemplo ate as 16 semanas.

Anonimo disse...

Em relação a uma afirmação sobre a verdade em que eu aludi a um comentario do rodrigo irriotu o bernado eu esclareci resumidamennte mas o sentido é este.

As verdades absolutas são só as matematicas e fisicas, tudo o resto é relativo, se o quisermos impor é nossa convicção que impomos. Ha verdades que são universais não dependem da crença de cada um, impõe-se por si mesmas como absolutas e universais, quanto muito podemos falar que dependem da instrução que cada um teve, mas essas verdades funcionam sempre e independentemente da nossa crença, vontade, ou da nossa ignorancia, sermos católicos muçulmanos hindus etc. não altera em nada esta essência, Um sujeito pode lançar-se de uma janela pensando na sua crença que vai voar, a verdade é que de todas as vezes que o tentar vai se esborrachar, isso é uma verdade universal. as leis da gravidade por exemplo não dependem da crença ou leis matemáticas aplicadas na terra ou no universo, porque então estamos a dizer uma grande mentira se quisermos dizer que tais leis só são verificáveis e aplicáveis se nos crermos nelas, e se porventura nós não crermos elas perdem a sua eficacia. Era bom era.

Por outro lada há verdades cientificas que são “mutáveis”, mudam ao longo do tempo, do avanço do conhecimento, e do progresso tecnologico, são “verdades laboratorias” que passando pela tese, contestação, se manterão válidas até serem postas em causa por outras “novas verdades”. Eu não contesto isso, isso é o progresso cientifico, nessa prespectiva esta verdade é relativa, não absoluta, mas enquanto verdade relativa e não posta em causa é objectiva e válida, tanto como a que a venha substituir, e para mim isto apesar de relativo vale mais que uma verdade filosofica ou religiosa, que depende sempre de crença ou adesão de cada um.


Mas quando falo em verdades absolutas e universais estou a situar-me fora deste campo porque estamos a referir aquelas verdades universais absolutas que não dependendo de crenças, nos permitem por homens no espaço, aviões pesadissimos a voar, navios a flutuar, ou como os engenheiros do titanic dizer depois do embate no iceberg, temos x horas para ir a pique. Isto não depende de ninguém, ou de crenças, existe, constata-se, e “esmaga-nos”.

Quanto ao resto as outrsa verdades serão sempre relativas, viva cada um a sua vida de acordo com as suas crenças , acredite em pai ou mae santa, no diabo, em fantasmas, em deus , no pai natal, acredite em pecado se usar preservativo, acredite no que quiser,mas não queira que os outros também acreditem e vivam isso se não acreditarem nisso.

Anonimo disse...

Finalmente considero-os uns hipocritas, em certas circunstancias é preciso recorrer ao aborto, e admitem-no, não lhe chamam é aborto (gravidez ectopica) mas tem que se dizer que não se fazem abortos e não ha excepçoes eh eh eh.

E esta e a minha opinião sobre o aborto para finalizar. Eu vejo a questão do aborto como uma necessidade, um problema, que por vezes tem que ter excepções, as tais excepções a regra, ou seja por vezes há situações tão dramaticas que não há escolha possivel, gravidez ectopica, noutros casos o efeito pretendido não leva a resultado nenhum, fetos anencefalicos e a finalidade de preservar o feto salvar a vida do feto é mais uma imposição a gestante que uma superação do problema. Então porque ser contra o aborto nos outros casos se a vida so mercece protecçao depois das 10 semanas? Porque não deve haver uma liberalização tal que permita as pessoas recorrer a ele por qualquer meio e sem qualquer motivo relevante e por sua única e exclusiva vontade. Ninguem faz uma operação por sua livre vontade, ( exceptuando claro as esteticas) mas as outras tem que fazer parte de patologias e serem aconselhadas medicamente, no aborto devia ser igual, logo isso vai ou iria contra a vontade de cada um fazer aborto livremente, depois há outro problema que o senhor bernardo e os jornais focam, os gastos com o erario publico dispararam, e não é para satisfazer essas tais excepções que podem ser invocadas no aborto, que sendo necessarias serão em reduzidissimo numero, nunca seriam um encargo por ai além para a saude e erario publico. Portanto esse acumular de despesas com o aborto tem outras causas tem que vir de outras situações e estão relacionadas com a sua liberalização e poder recorrer a ele livremente. Mas como vivemos em democracia e eu aceito e sou pela democracia, tenho a minha consciencia que me leva a esta visão, posso aconselhar outros nesta visão, nunca impor, como tal acho hipocrita aqueles que dizem que não impõe a sua visão aos outros e defendem leis contra o aborto sem excepções, sabendo-se que ha casos onde eles mesmos os admitem que ha que praticar, mas como pilatos lavam as mãos ja sujas e dizem que não praticaram acto nenhum, isso foi um efeito (in)desejado. Não deixa de ser ridiculo.

Continuem com o vosso moralismo e fundamentalismo biologico, de facto é essencial mas não basta para que haja uma vida consistente ou não (fetos anencefalicos) a posteriori.

Anonimo disse...

Esta também foi brilhante:

"É uma opinião"

Uma mulher de carne e osso que conta o crime de que foi vítima, é "uma opinião"...

Assim o foge o abortista da realidade. Um ser físico real, torna-se numa opinião...


Tinha-me escapado esta tirada do jairo. Irra.

O Jairo pá
A experiência pessoal ou a vivência pessoal , não tem valor cientifico ou filosofico nenhum. Tem o valor individual de poder ser apontado como um exemplo , eu dei aqui um de uma irlandesa que lhe foi diagnosticado uma graidez de feto anencefalico e tinha decidido fazer aborto, depois mudou de opinião e dai? Todas as outras tem que fazer o mesmo.
Desilusão

Jairo Entrecosto disse...

Anónimo, como é que me prova que o aborto antes das 10 semanas não corresponde á morte de um ser humano?

Vai continuar a escrever testamentos para fugir?

"Se o fim da vida é determinado pelo fim da actividade cerebral, pode admitir-se que o início da vida corresponde ao início da rede cerebral,"

O fim da vida não é determinado pelo fim da actividade cerebral.

Se assim fosse, o médico legista ai da sua zona poderia passar já o atestado de óbito do Anónimo...

Já viu algum funeral com um caixão no qual esteja uma pessoa a respirar?

Vá, responde lá como é que podemos ter a certeza de que não estamos a matar um ser humano, durante o aborto de uma gravidez.

Espectadores disse...

Caro Anónimo,

Começo a ter razões para duvidar da sua sanidade mental, ou para duvidar da sua honestidade intelectual. Veja-se isto que você escreveu:

«É incrivel, não perceberem nada de nada do que uma pessoa diz quando fala de cerebro, vida relacional, biologia, etc etc etc, a biologia e os processos biologicos não são para aqui chamados meus caros»

Ou seja, quando uma pessoa diz, etc, etc, etc, Biologia, a biologia e os processos biológicos não são para aqui chamados?

Depois, a sua conversa fica ainda mais bizarra:

«a biologia nesta fase é identica a todos os animais reprodutivos, na fase inicial de reprodução celular tento faz o homem como o macaco. O embrião humano na fase inicial não se distingue do aspecto dos embriões de animais, apenas o capital genético, escondido no centro de cada uma das suas células,nos diz o seu potencial especifico de classe.»

Ou seja, usando as suas próprias palavras:

1) A biologia, na fase embrionária, é idêntica em todos os animais reprodutivos; o embrião humano não se distingue dos outros embriões

e, ao mesmo tempo:

2) Apenas o capital genético, escondido no centro de cada uma das suas células,nos diz o seu potencial especifico de classe.

Em resumo: na fase embrionária, o embrião humano é idêntico ao dos outros animais, e ao mesmo tempo, é diferente do dos outros animais (por causa do genoma). É idêntico e diferente ao mesmo tempo.

Você sabe o que é uma contradição?
Para mais, você está a ser desonesto: disse que à décima semana o cérebro ainda estava em formação, e eu corrigi-o dizendo que o cérebro estava desenvolvido na oitava semana. E você, como sempre, não aceita mais esta correcção e inunda-nos com mais comentários-lixo.

Espectadores disse...

Jairo,

Eu só vejo duas possibilidades:

1) Este Anónimo não tem a noção da figura ridícula que está a fazer, e julga que está a debater connosco com muita sofisticação

2) Este Anónimo tem a noção da figura ridícula que está a fazer e é masoquista (gosta de ser refutado dezenas de vezes por dia)

Em qualquer um dos casos, começo a sentir-me mal por estar a humilhá-lo. Ou estamos a humilhar uma pessoa que não tem a noção da figura que faz, ou a humilhar um masoquista. Em qualquer dos casos, começo a sentir-me mal. Não me parece bem debater com uma pessoa assim, com tanta desvantagem para ele. Trata-se de uma pessoa que nem sequer consegue manter uma conversa estruturada e com coerência interna.

Abraço

Jairo Entrecosto disse...

Bernardo, estou a seguir com interesse os teus recentes comentários no Portal Ateu. Podes enviar-me por mail o tal pdf que te disponibilizaste a enviar ao teu interlocutor, aquele sobre a origem cristã da ciência?

Obrigado e cumprimentos.

Anonimo disse...

«É incrivel, não perceberem nada de nada do que uma pessoa diz quando fala de cerebro, vida relacional, biologia, etc etc etc, a biologia e os processos biologicos não são para aqui chamados meus caros»

«a biologia nesta fase é identica a todos os animais reprodutivos, na fase inicial de reprodução celular tento faz o homem como o macaco”

É verdade há voce não sabia. Então agora tenho que ser eu a dizer va estudar. Na fase inical é tudo igual na reprodução divisão e multiplicação celular , são celulas, os processos celulares são iguais, o do homem não é diferente ou obdece a regras diferentes por sermos nós nessa fase de divisão e multiplicação, a evolução diferencia-se posteriormente, o capital genetico é que é diferente, por isso macaco da macaco e homem homem. Irra, vá estudar biologia, sim o senhor.

Pela ultima vez não deve ser preciso enrolar e voltar a dar.

Irra que é preciso não entender, ou então estar aqui a fazer birra, quando eu digo que o conceito de biologia não é para aqui chamado é que não estamos a discutir isto a essa base de rigor como o senhor aponta, ou seja neurulação?, quando começa? Pode ser determinada milimetricamente? Pode pode? Ridiculo, estamos a falar a nivel de ideias onde claro essas bases e conceitos estão presentes e ninguém as está a distorcer, mas estamos a falar como intelectuais, no uso dos conhecimentos que temos, da razão e do raciocinio, caso contrário não estavamos aqui como intelectuais mas como especialistas profissionais. Nós não estamos com um manual ao lado, pelo menos eu não estou, para dizer exactamente com essa precisão, acho que o senhor também não esta, porque até confunde crianças com embriões e fetos. Mas nem os cientistas dizem isso, mas avançam referencias em meses as modificaçoes que se vão dando na evolução do embriao e feto. (semanas , meses) Depois disto, é preciso ter a noção de que vida humana, homo sapiens sapiens é mais que biologia, mas começa na biologia.

Anonimo disse...

Agora temos periodos que podemos mais ou menos definir como bases, porque as 10 semanas? porque nesta fase a silhueta do embrião toma forma humana, inicia-se grande migração de biliões de neurónios para a sua localização definitiva que acaba por volta das 24 semanas, o feto apresenta ondas cerebrais, podendo responder a estímulos, e começa a formar unhas, o fígado começa a funcionar, e mais , muitos cientistas acreditam que neste estágio ele já é capaz de sentir dor. Mais a favor, partir desta fase os abortos espontaneos também diminuem e os medicamentos que podem causar mal formaçoes deixam de representar o grande perigo que representavam ate esta fase. Se antes das 8 / 10 semanas de gravidez não há relação entre os neurônios do feto, podemos então concluir que a vida desse conjunto de células só vai existir depois desse período de gravidez, a vida humana é o de existência de actividade cerebral, ter cérebro, a vida humana, o futuro individuo, ser humano, pessoa, começa com o desenvolvimento da actividade cerebral, para muitos cientistas isso acontece na transição pós primeiro trimestre da gravidez, o que ha é divergência sobre o momento exacto, que vai desde a 8 semanas ate a 24 .

O embrião é uma vida biologica humana , com capacidade potencial de se tornar numa vida humana, numa pessoa, num individuo. E ja agora repetindo, não é verdadeiro que o embrião seja uma criança, asssim como não é verdadeiro uma semente seja uma árvore ou um ovo seja uma ave. Atirarmos uma semente a terra, pode dar origem e tornar-se numa árvore, na mesma situação um ovo pode incubando tornar-se uma ave, mas um embrião, não é capaz de se transformar e dar origem a uma criança fora do corpo da gestante, por isso não podemos dizer que destruindo uma semente ja depois de plantada destruimos uma árvore, também não podemos dizer que se partirmos um ovo matamos uma ave, porque comparar embrioes com crianças e com assassinios.

O cerebro é indispensavel a vida humana, tanto asssim é que temos provas. tanto assim é que não pode haver vida sem ele, um anencefalo não sobrevive porque o não tem. A prova cabal, além disso seria um infra-humano, o que faz de nós humanos seres humanos racionais , é o cerebro. Estes moralistas e estas pessoas que assim pensam e agem não defendem a vida, mas uma crença religiosa, coisa que cada um tem o direito de defender a crença que bem entender, mas o estado é laico e não pode tornar-se subserviente de nenhuma crença

Não há vida sem cerebro ó bernardo, nem uma criança é um embrião, para falarmos em assasinios de crianças. Irra

Anonimo disse...

Quando me conseguir provar que a vida humana existe e não precisa de cerebro,nós somos aninais racionais e não precisamos de cerebro, e que uma criança é igual a um embrião, eu estou disposto a dizer que voce tem razão.

Estas foram as minhas bases quando entrei nestes comentarios consigo.

Anonimo disse...

oh Jairo pa

"O fim da vida não é determinado pelo fim da actividade cerebral."


Eh eh eh,

Portugal adoptou
como critério a morte do tronco cerebral que vem sendo aplicada
desde 1994. Em Portugal, a confirmação clínica da morte do tronco cerebral é condição necessária e suficiente para se declarar a morte da pessoa, só se recorrendo a exames complementares de diagnóstico em casos excepcionais

E Chaman ridiculos aos outros. Irra

Anonimo disse...

Artigo 12.º
Certificação da morte

1 - Cabe à Ordem dos Médicos, ouvido o Conselho Nacional da Ética para as Ciências da Vida, enunciar e manter actualizado, de acordo com os progressos científicos que venham a registar-se, o conjunto de critérios e regras de semiologia médico-legal idóneos para a verificação da morte cerebral.

2 - O bastonário deve comunicar ao Ministério da Saúde o texto aprovado pela Ordem dos Médicos fixando os critérios e regras referidos no número anterior, para publicação na 1.ª série do Diário da República.

3 - A primeira publicação deve ser feita até 1 de Outubro de 1993.

Jairo Entrecosto disse...

Anónimo, então em Portugal existem funerais com o "morto" no caixão a respirar e o coração a bater?

Nunca respondes às perguntas, pá.

Outra que também te está a passar ao lado:

-Onde estão as provas de que abortar fetos com 10 semanas não é matar seres humanos?

Queres continuar a tentar jogar ping-pong com os teus extensos fardos de palha, ou começar a falar seriamente?

Até tenho medo da resposta....

Anonimo disse...

"Anónimo, então em Portugal existem funerais com o "morto" no caixão a respirar e o coração a bater?

Nunca respondes às perguntas, pá."

O pá que culpa tenho eu que tu
não entendas mais, estavamos a falar de vida, vida cerebral, vida relacional, quando começa e acaba. irra.

Tens ai a resposta e é legal

Jairo Entrecosto disse...

Anónimo, não adianta mostrares os critérios e quem está autorizado a determinar a morte cerebral. Ninguém estava a discutir isso, mas se é verdade ou não que a morte cerebral é o mesmo que ter um cadáver.( uma pessoa morta).


Quanto ao legal, legal não é sinónimo de moralmente correcto.

As leis raciais e genocidas da Alemanha dos anos 30, eram legais...

As perguntas mantêm-se:

-Há funerais em Portugal em que no caixão estejam pessoas com o coração a bater e a respirarem?

-Como tens a certeza de que abortar um feto com menos de 10semanas não é o matar um ser humano?


Obrigado. Se não for muito incómodo...

Anonimo disse...

“Há funerais em Portugal em que no caixão estejam pessoas com o coração a bater e a respirarem?
-Como tens a certeza de que abortar um feto com menos de 10semanas não é o matar um ser humano?”

Irra, querem ver que todas as pessoas morrem de morte cerebral. O meu caro o criterio de morte é o cretério de morte cerebral, tronco cerebral, o coração a bater como criterio de morte deixou de ser usado em quase todos os paises do mundo, porque devido aos avanços técnicos na saúde pode se manter uma pessoa a viver até a falência organica, que pode ocorrer muitos anos depois de a pessoa morrer como pessoa, mesmo que essa pessoa esteja morta isto é cerebralmente morreu, o cerebro morreu, e essa pessoa entrou em vida vegetativa de onde nunca mais saira, deixou de ter uma vida de pessoa, relacional, consigo, com os outros, com o meio, morreu definitivamente porque o cerebro é indispensavel para manter a vida humana, as maquinas mantem o corpo funcionante apenas e só, ja tinha explicado isto voce não le. Quanto ao feto ja disse também.

Olhe deixe-me em paz e de fazer perguntas idiotas.

Anonimo disse...

“Quanto ao legal, legal não é sinónimo de moralmente correcto.”

Ah não? O que é moralmente e legalmente correcto o que tu queres é? ja te expliquei isso mais que explicado le os comentarios ai para tras. Estas a confundir ditaduras com democracias para ti é tudo igual desde que não seja feita a tua vontade.

O jairo jairo, e bernardo, bem acabou as liçoes teoricas chegou a altura de conferirmos na pratica as verdades de cada um.

Voces são o exemplo e a prova cabal de que uma criança não é um embrião nem um feto, voces foram embriões fetos crianças adolescentes jovens?????, n ou mais não sei a idade de cada um,nem isso interessa, mas uma criança não é um embrião, num caso estamos a falar de vida intra uterina pre-nascimento, e ainda sem desenvolvimento cerebral, noutro caso estamos a falar de um estado pós nascimento uma pessoa um ser humano completo com vida, um homo sapiens sapiens.

Nós podemos transplantar quase todos os orgãos, um rim, continuamos a ser nós mesmos, coração, continuamos a ser nós, e se trocarmos de cérebro? Ah que coisa como poderiamos continuar a ser nos mesmos ou depois de uma lavagem cerebral. Pois é para os seres humanos reside ai o único orgão insubstituível - o cérebro. Por isso no momento da concepção, temos uma vida a ser gerada, com potencial de vir a ser pessoa mas estamos ainda no domínio das células, reprodução celular, e os “sabios” mexendo nos cordelinhos certos ou errados, podem gerar uma serie de monstruosidades através de engenharia genética que com a vida nada tem em comum, o cerebro faz de nos o que nos somos, e depois de formado não se pode “engenhocar”. o inicio de uma pessoa pode ser estabelecido a partir do inicio da actividade cerebral, é a minha visão juntamente com muitas outras.

Agora vamos a pratica

Primeiro desafio que não foi superado, dizer que uma criança é igual a um feto e todos os estagios são iguais numa linha continua, vossa tese, Não são e de estagio para estagio acrescenta-se alguma coisa ao anterior. Por isso demonstrem onde se pode consultar que uma criança ( estado pós nascimento) é igual a um embrião ( estado de vida intra-uterino).

Segundo desafio que não foi superado, não há vida sem cerebro, ainda poderiamos ir ao anencefálos cujo tronco cerebral lhes permitisse aguentar alguns meses de vida pós nascimento, mas nem assim, sem cerebro não conseguem e seriam infra-humanos, o que nos torna racionais é o cerebro, por isso a natureza não os deixa viver, e por isso nem assim estes seres tem hipoteses de viver. Por isso o cerebro é um orgão indispensavel a vida humna como pessoa. Fico a espera que me demonstrem que existem e andam por ai seres racionais, pesoas, individuos, sem cerebro e vivem.

Estas ver não o jairo eh eh eh.


Até la

Espectadores disse...

Este Anónimo não joga com o baralho todo...

Anonimo disse...

“Este Anónimo não joga com o baralho todo...”


ah ah ah

Todinho, esta a vista sem trunfos na manga

A minha perspectiva provo-a´, ou seja é a vida humana o ser pessoa.

Voces é que não. Repito, porque não vale a pena teorizar mais nada com voces, vamos á pratica, sem cerebro não se vive, mas biologicamente pode viver-se.

O desafio é este. provem a vossa teoria.

Nós podemos transplantar quase todos os orgãos, um rim, continuamos a ser nós mesmos, coração, continuamos a ser nós, e se trocarmos de cérebro? Ah que coisa como poderiamos continuar a ser nos mesmos ou depois de uma lavagem cerebral. Pois é para os seres humanos reside ai o único orgão insubstituível - o cérebro. Por isso no momento da concepção, temos uma vida a ser gerada, com potencial de vir a ser pessoa mas estamos ainda no domínio das células, reprodução celular, e os “sabios” mexendo nos cordelinhos certos ou errados, podem gerar uma serie de monstruosidades através de engenharia genética que com a vida nada tem em comum, o cerebro faz de nos o que nos somos, e depois de formado não se pode “engenhocar”. o inicio de uma pessoa pode ser estabelecido a partir do inicio da actividade cerebral, é a minha visão juntamente com muitas outras.

Agora vamos a pratica

Primeiro desafio que não foi superado, dizer que uma criança é igual a um feto e todos os estagios são iguais numa linha continua, vossa tese, Não são e de estagio para estagio acrescenta-se alguma coisa ao anterior. Por isso demonstrem onde se pode consultar que uma criança ( estado pós nascimento) é igual a um embrião ( estado de vida intra-uterino).

Segundo desafio que não foi superado, não há vida sem cerebro, ainda poderiamos ir ao anencefálos cujo tronco cerebral lhes permitisse aguentar alguns meses de vida pós nascimento, mas nem assim, sem cerebro não conseguem e seriam infra-humanos, o que nos torna racionais é o cerebro, por isso a natureza não os deixa viver, e por isso nem assim estes seres tem hipoteses de viver. Por isso o cerebro é um orgão indispensavel a vida humna como pessoa. Fico a espera que me demonstrem que existem e andam por ai seres racionais, pesoas, individuos, sem cerebro e vivem.

Resumo para perceberem melhor

Como indivíduo, o ser humano começa com o desenvolvimento da actividade cerebral.

Provem que a vida antes não é meramente biologica, ou seja pode existir sem cerebro, quando foi que deixamos de ser seres racionais?

Falta o as de trunfo???????????????????

Até la, irra