sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Quatro anos de matança



Faz hoje quatro anos que se institucionalizou a matança de crianças em Portugal. Basta a mãe da criança querer. Desde 11 de Fevereiro de 2007 que o Estado diz que sim. E paga. Mas quando o Estado paga, pagamos todos nós. Pagamos pela matança. Matança de crianças. Somos todos cúmplices. Todos ajudámos a matar, todos ajudamos a matar, mesmo que involuntariamente, com o dinheiro dos nossos impostos. Todos temos uma parte da culpa. Cada dia das nossas vidas que é vivido sem combatermos esta ignomínia é um dia de omissão. Omissão colaborativa. Quatro anos de matança. Uma destas crianças mortas podia ser um de nós. Podia ser um dos nossos filhos. Dá que pensar...

74 comentários:

Anonimo disse...

“Faz hoje quatro anos que se institucionalizou a matança de crianças em Portugal”

O senhor devia ser mais conciso na sua linguagem, mas compreendo que o seu objectivo é outro.

“Uma criança é um ser humano no início de seu desenvolvimento. São chamadas recém-nascidas do nascimento até um mês de idade; bebê, entre o segundo e o décimo-oitavo mês, e criança quando têm entre dezoito meses até doze anos de idade”

O senhor quer dizer é que se interrompeu um processo num determinado ponto evolutivo que se não fosse interrompido é que ia dar origem á criança, não ha nenhuma matança dos inocentes, ate pensei.

Espectadores disse...

Caro Anónimo,

«O senhor devia ser mais conciso na sua linguagem, mas compreendo que o seu objectivo é outro.»

Mais conciso que isto? É difícil.
Mas gosto do ridículo de receber sugestões de anónimos. Posso também dar uma sugestão? Dê o seu nome! Tenha a coragem de dizer quem é, e e de assumir as suas ideias, sem se esconder atrás do conforto do anonimato!

«O senhor quer dizer é que se interrompeu um processo num determinado ponto evolutivo que se não fosse interrompido é que ia dar origem á criança»

Não.
O que eu disse foi que o aborto é a morte provocada de uma criança. Se quiser um termo mais técnico, é a morte de um ser humano. Não estou a discutir "processos" ou "evoluções". Estou a discutir a morte bárbara de seres humanos.

«não ha nenhuma matança dos inocentes, ate pensei»

Pensou mal. Que culpa encontra naquelas crianças mortas? Têm culpa de quê? Se não têm culpa, são inocentes.

Anonimo disse...

"Que culpa encontra naquelas crianças mortas? Têm culpa de quê? Se não têm culpa, são inocentes"

Dei-lhe a definição de criança.

Olhe meu caro o meu nome não interessa para este efeito,nem devia ser motivo para o senhor usar argumentativamente, podia dar um nome qualquer e dai? as ideias não tem nome.
Não é meu proposito entrar em discussão consigo sobre este tema ja conheço demais a sua posição achei absurdo o senhor falar em aborto como morte de crainças quando muito podia falar na interrupção de um processo que se não fosse interrompido conduziria a tal estado mais tarde. Mas para si ate células são ser.
O senhor não diz propositadamente é a definição de criança, porque é mais alarmante falar na morte de crianças.

Assunto encerrado

Espectadores disse...

«Dei-lhe a definição de criança.»

Que me interessa essa definição?
Quem a fez?
E isso legitima a morte delas, é?

Vamos tentar pensar como você...

1. Uma "criança" seria diferente, em termos de direito à vida, de um feto humano

2. Logo, pode-se matar um feto humano mas não se pode matar uma criança!

É esta a sua argumentação?

«achei absurdo o senhor falar em aborto como morte de crainças»

Há gente com muita lata!
Absurdo???
Absurdo é este banho de sangue num país que se julga civilizado, entende?
Absurdo é pessoas como você virem para aqui tentar justificar o que não tem QUALQUER justificação.

«conduziria a tal estado mais tarde»

Mas qual estado??
Qual estado, diga-me??
Estamos a falar da destruição de seres humanos! Seres humanos, como eu, como você, gente que merece viver!
Gente que é morta!!
Morta! Sabe o que é ser-se morto? Felizmente, nem eu nem você sabe o que é ser-se barbaramente assassinado. Mas podemos imaginar, não?

Em primeiro lugar, vem alguém que decide que não podemos viver e mata-nos. Acha bem??
Acha realmente que isso está bem??

«Assunto encerrado»

Deveras...
É impossível discutir com pessoas que mentem para elas próprias. É impossível debater argumentos com pessoas que se auto-convenceram de uma mentira abominável: a mentira de que se podem matar seres humanos inocentes.

Anonimo disse...

«Dei-lhe a definição de criança.»

Que me interessa essa definição?
Quem a fez?
E isso legitima a morte delas, é?


Vamos tentar pensar como você...
"

Oh! oh! oh! voce não é capaz. esta cristalizado e bloqueado em certos conceitos.

Já lhe disse que acabei a conversa consigo, assuma que esta a usar a linguagem errada. A linguagem tem um sentido e as palavras também,não é para usar a toa, escusa de entrar em diatribes infinitas para tentar justificar a sua posição com conceitos de linguagem errados, o senhor fala de crianças onde mais ninguém fala. Quem a fez? boa boa, investigue e use a linguagem adequada as situaçoes, é ridiculo o que o senhor faz.
A partir de agora fica a falar sozinho.

Ponto final

Jairo Entrecosto disse...

Bernardo, se permites o conselho, comentários de abortistas como o deste anónimo devem ser sempre para apagar. Sempre. É um insulto à memória de inocentes e indefesos assassinados.

Um abortista nunca pode ser convencido racionalmente de nada. É um problema de vontade.

Abraço.

Anonimo disse...

Bom chegou um “expert” da censura, que ainda não sabe também o que significa criança, e outra coisa, porque a escolha de criança não é inocente, estando num estágio continuo evolutivo do ser humano, para condenar uma intervenção nessa fase evolutiva no inicio, para condenar o aborto usou o conceito morte de crianças, não escolheu mais nenhum estagio nesse percurso continuo e podia ou devia então faze-lo também, mas escolheu sim o de criança, não falou na morte de embriões nem de fetos, parou em crianças e não avançou para a morte de jovens adultos ou velhos, o que também acontece uma vez que sendo o processo interrompido não se chega a essas fases por isso temos também a morte dessas outras categorias.

Porque utilizou o termo crianças para condenar o aborto? Porque quis usar uma linguagem emotiva em vez de racional, crianças faz-nos logo lembrar em algo desprotegido que necessita de cuidados e protecção, os nossos instintos mais basicos reagem a este apelo de modo diferente da linguagem usada para definir feto ou embrião,ou jovem adulto ou velho, e depois tem outra componente religiosa, as crianças foram vitimas de perseguiçoes e morte, a matança dos filhos dos hebreus no antigo egipto, e a morte dos inocentes do rei herodes, por isso falar em crianças adulterando o significado convencional que tem na linguagem e no sentido biologico e social que este termo tem na evolução do ser humano para condenar o aborto é ridiculo.

Espectadores disse...

Jairo,

Realmente, do ponto de vista da elucidação desta gente, todo o esforço é em vão.
Mas não o faço pela pessoa em si: quem está convencido da legitimidade da morte de crianças inocentes está num estado tal de bloqueio mental que não vai atender a nenhum tipo de argumentação.

Respondo a este tipo de comentários com o único fim de ilustrar outros leitores. E é também por isso que não apago os comentários deste género. Este anónimo, pelas barbaridades que diz, ajuda a causa da vida, e de que maneira! Quando a asneira é óbvia, torna-se pedagógica.

Um abraço

Espectadores disse...

«Porque utilizou o termo crianças para condenar o aborto?»

Você tem filhos?
Se os tivesse, talvez entenderia um pouco melhor a minha amargura, a minha indignação, a minha repulsa, o meu nojo, o meu asco, a minha revolta, contra a destruição de seres humano indefesos e inocentes.

Quando se é pai, ou mãe, olha-se para as imagens de um aborto e sente-se imediatamente uma sensação horrível. É quase impossível evitar ver os restos mortais de um aborto e não visualizar os nossos próprios filhos. E é por isso que as imagens de abortos são escondidas. Longe da vista, longe do coração.

É que um ser humano dentro do útero está ainda mais indefeso do que uma criança! É preciso ser-se ainda mais bárbaro para destruir vida humana dentro do útero. Se só um animal desprovido de princípios é que é capaz de matar uma criança de 2, 3 ou 4 anos, é preciso um tipo especialmente requintado de animal, o abortista, para matar um feto de 10 semanas.

Espectadores disse...

«porque quis usar uma linguagem emotiva em vez de racional»

Fazia figuras menos ridículas se não escrevesse este tipo de coisas. Neste mesmo blogue, ali do lado direito, tem um trabalho completo, de centenas de páginas, escrito por alturas do referendo, com argumentação 100% racional contra o aborto. Ficou convencido com a minha argumentação racional? Sequer leu-a? Então porque a pede?

Para se dar valor a um argumento racional é preciso gostar-se da verdade. Da procura da verdade.

«crianças faz-nos logo lembrar em algo desprotegido que necessita de cuidados e protecção»

Pois faz. E por isso, é adequado usar o termo "crianças".

«os nossos instintos mais basicos reagem a este apelo»

Pois reagem. E por isso, é adequado usar o termo "crianças".

Anonimo disse...

Desafio a por ai uma definição de criança que possa ser consultada e ver ate que prazos são feito os abortos, isto não tem nada a ver com ser a favor ou contra mas com rigor na linguagem.

Desafio a colocar ai o conceito de criança

Anonimo disse...

Sem mais discussoes que não me interessam nada para o caso

Espectadores disse...

«Desafio a colocar ai o conceito de criança»

Olhe: o Diabo que o carregue (literalmente), a si e ao seu conceito de criança. Estamos a falar de gente inocente morta barbaramente! Você não tem uma pinga de moralidade? Uma pinga de honestidade? Uma pinga de decência?
Há gente horrorosa neste Mundo, caramba...

Entenda que a faculdade que lhe dou de poder comentar neste blogue tem um limite: a minha tolerância. Enquanto eu achar que outros leitores podem aprender com o seu mau exemplo, permitirei que comente.

Anonimo disse...

Não consegue não é? manobra atraves de linguagem falsa e fotos montadas apelando a instintos emotivos basicos das pessoas, mas quando passamos a factos não consegue, entre criança e celulas não ha distinção. Eu não preciso da sua faculdade para comentar, ninguém o insultou mas também ninguém o bajulou, não me faltam blogues, gosto do rigor e voce não o tem. se não gosta de linguagem de rigor paciencia, eu desafiei-o não me venha falar em morte de crianças, também pode escolher mortede jovens adultos velhos. Não tem é o mesmo efeito sentimentalão, e da-lhe geito o sentimentalismo mesmo mentindo porque usa palavras fora do contexto e conceito.

Assunto arrumado de vez

Espectadores disse...

«Eu não preciso da sua faculdade para comentar»

Claro que precisa! Você só comenta porque eu o deixo. Os seus comentários só ficam visíveis porque eu não os apago. Para alguém que disse "assunto arrumado", está complicado de arrumar, hã?

«e da-lhe geito o sentimentalismo mesmo mentindo porque usa palavras fora do contexto e conceito. »

Aprenda a escrever.

Anonimo disse...

"Aprenda a escrever."

Isto não é argumento mas uma sua confisão de incapacidade.
Que eu aceito.

Espectadores disse...

Então vamos lá ver, ó Anónimo...

E se fosse assim?

«Faz hoje quatro anos que se institucionalizou a matança de seres humanos em Portugal. Basta a mãe desse ser humano querer. Desde 11 de Fevereiro de 2007 que o Estado diz que sim. E paga. Mas quando o Estado paga, pagamos todos nós. Pagamos pela matança. Matança de seres humanos. Somos todos cúmplices. Todos ajudámos a matar, todos ajudamos a matar, mesmo que involuntariamente, com o dinheiro dos nossos impostos. Todos temos uma parte da culpa. Cada dia das nossas vidas que é vivido sem combatermos esta ignomínia é um dia de omissão. Omissão colaborativa. Quatro anos de matança. Um destes seres humanos mortos podia ser um de nós. Podia ser um dos nossos filhos. Dá que pensar...»

Está mesmo melhor, hã?
Agora está mesmo fixe, hã?
Grande pinta, hã?
Agora sim, ninguém se importa. Matar crianças é uma maçada, mas matar seres humanos, tudo fino, certo?

Qual vai ser o seu próximo passo argumentativo?

Anonimo disse...

“Faz hoje quatro anos que se institucionalizou a matança de seres humanos em Portugal”

Mau mau, continua mal, isto ja é vontade premeditada de desvirtuar a coisa.

Apesar de tudo melhorou mas continua sem rigor. Teria que ser assim.

“Faz hoje quatro anos que se institucionalizou a matança de seres humanos em Portugal ate as 10 semanas.”

Percebe o rigor, ou nem assim vai la.

Não vou discutir o resto consigo porque ja discuti,e ainda bem recentemente. o que é ser humano, e quando começa, quando acaba etc. a respeito da morte cerebral e aparecimento do cerebro, por isso não vou fazer copy paste do que ja escrevi. Como tinha dito aceito a sua confissão de incapacidade para demonstrar que aborto falando de crianças estamos a enganar o pagode.

Foi essa a minha interpelação ao comentar e aceito que veja que é incorrecta mesmo tentando corrigir ainda estava incorrecta. Tive que corrigir eu.

Veja se melhora. Tenho mais que fazer agora.

Espectadores disse...

«Não vou discutir o resto consigo porque ja discuti,e ainda bem recentemente. o que é ser humano, e quando começa, quando acaba etc. a respeito da morte cerebral e aparecimento do cerebro, por isso não vou fazer copy paste do que ja escrevi.»

Ah, você é ESSE anónimo?
Para mim são todos iguais e não tenho forma de vos distinguir: maus argumentos, má educação, mau português, má vontade, ética péssima. E finalmente, todos assinam "Anónimo".

Anonimo disse...

"Ah, você é ESSE anónimo?
Para mim são todos iguais e não tenho forma de vos distinguir: maus argumentos, má educação, mau português, má vontade, ética péssima. E finalmente, todos assinam "Anónimo"."

Argumentos tais que ate ficam sem fala.

Mas este é um argumento que eu ja tinha aceite.

Pronto acabemos com isto. já o corrigi por isso não fale mais em crianças no aborto, e ponha prazos no tempo. Percebeu. Voce ve nomes, não ve ideias. quer matriculas nas pessoas.

Alma peregrina disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Alma peregrina disse...

Não vou discutir novamente com este anónimo, que não vale a pena. Ele tem ideias fixas que, pelos vistos, não se encontram sujeitos a qualquer escrutínio. Todos aqueles que dele discordam desses ideias fixas são ignorantes e ele não quer discutir mais com eles e "caso encerrado!" embora volte sempre para repetir exactamente aquilo que disse.

Num debate prévio, essa ideia fixa era a de que o funcionamento cerebral deve marcar o início da vida, uma vez que marca o início da morte. Foi refutado ad nauseam... mas de nada adiantou. As minhas refutações eram "descontextualizações" do que ele dizia, pelo que ele se sentia no dever de repetir tintim por tintim o que já tinha dito, como se não tivesse sido refutado.

A ideia fixa desta feita é o de que a definição de criança é "cientificamente" apenas após o nascimento, pelo que antes do nascimento não há criança nenhuma. De onde ele retirou esse definição "científica" de criança é coisa que desconheço (até porque o conceito "criança", tal como o conceito "bebé", não são conceitos científicos). Ora, o meu caro amigo Bernardo já começou a refutá-lo, mas parece que ele vai repetir o mesmo método por estas bandas, pelo que não vale o esforço.

Vou então usar o método do anónimo, para encerrar este debate:

"O aborto é a matança de crianças!"

Isto é verdade e quem discordar de mim não está a perceber o que quero dizer.

Caso encerrado!
(e quando eu digo caso encerrado, é mesmo caso encerrado... não voltarei a esta caixa de comentário)

Anonimo disse...

Este alminha

"Todos aqueles que dele discordam desses ideias fixas são ignorantes e ele não quer discutir mais com eles e "caso encerrado!"

Eu é que não quero discutir com quem propositadamente chama aborto a matar crianças, mesmo que isso seja em sentido figurado para mobilizar pessoas sentimentalmente usando a palavra em sentido errado e com isso mentindo.

se voce chama crianças a embrioes e fetos mostre-me onde isso consta.

Defina-me criança e deixe-se de tretas. parece que não aprendeu nada com o desafio que eu lancei ao bernardo lanço-o a qualquer um. não podemos falar de crianças. quando encontrar alguma coisa que defina criança a uma gestação com 10 semanas fale ate la em relação a mim cale-se.

“Num debate prévio, essa ideia fixa era a de que o funcionamento cerebral deve marcar o início da vida, uma vez que marca o início da morte. Foi refutado ad nauseam... mas de nada adiantou”

Não foi não, dei-lhe varios exemplos e de um feto, e escrevi, se o cerebro morreu apesar de a pessoa viver mas a custa de maquinas, não pode nunca ter vida relacional porque esta vida relacional de relacionamento, implica o cerebro. Por isso um velhinho como o senhor diz nunca esta privado disto. No feto antes deste momento também ha uma vida de reprodução celular, chamar ao dna, genes, um individuo valha-nos deus, estamos a falar de celulas humanas cuja reprodução dão origem a tecidos e depois formam orgãos, mas isso numa fase já posterior, o feto ao adquirir cerebro e com as constantes evoluçoes rapidas que acelaram o seu desenvolvimento, começa a comunicar (involuntariamente) também com a mae, pontapés. Ha vida adquiriu cerebro, Embora isso ja numa fase tardia, o que faz um feto sem o tronco cerebral sem cerebro. Nada não se mexe, Não ha vida sem cerebro. O feto sem cerebro é como uma vida humana ligada a uma maquina, vive enquanto ligado a gestante, ao nascer morre porque perde a ligação a mae, ( maquina em sentido figurado). O adulto desligado da maquina também morre. Voce não pode refutar que existe vida sem cerebro. Não existe.

Espectadores disse...

Anónimo,

Agora entra numa de massacrar a biologia. Vamos a isso!

Antes da biologia, quer explicar-nos porque é que a tal "vida relacional" garante direito à vida? Quem inventou essa regra? Uma criança totalmente autista e não comunicativa não tem vida relacional. Matamo-la?

Agora, a biologia...

«No feto antes deste momento também ha uma vida de reprodução celular»

Há sempre reprodução celular nos organismos vivos. Essa reprodução celular começa quando a vida começa (fertilização) e termina pouco depois da morte.

«chamar ao dna, genes, um individuo valha-nos deus»

Não meta Deus ao barulho.
Estamos a falar de biologia. É ridículo ter que marcar o facto de que o zigoto, o embrião, o feto, constituem um organismo biológico autónomo. Nega isso?
O zigoto, o embrião, o feto, fazem parte do organismo da mãe? Confundem-se com ele? Mãe e filho não nascido são um e um só organismo?
Claro que não.
Logo, quando falamos de zigotos, de fetos, de embriões abortados, falamos de organismos distintos das respectivas mães que são mortos implacavelmente.

«estamos a falar de celulas humanas cuja reprodução dão origem a tecidos e depois formam orgãos»

Isso acontece, quer no corpo da mãe, quer no corpo da criança dentro do ventre materno. Você não quer entender a distinção biológica crucial entre ambos. O novo ser humano tem uma circulação sanguínea própria, o seu coração tem um batimento próprio, o seu ADN é inteiramente novo e diferente do da mãe.

É um organismo biologicamente diferente do da mãe. É um NOVO indivíduo.

«mas isso numa fase já posterior»

Desde a fertilização que temos um novo indivíduo. Logo após o bloqueio rápido da polispermia (vá consultar um manual de embriologia), inicia-se o metabolismo celular do zigoto. Este dá início aos processos de respiração celular. É o início da nova vida humana. Biologicamente autónoma. Um indivíduo com um ADN novo, feito da recombinação do ADN dos gâmetas dos seus progenitores.

«o feto ao adquirir cerebro e com as constantes evoluçoes rapidas que acelaram o seu desenvolvimento, começa a comunicar»

O que é que isso interessa para o direito a viver? Um tipo que não comunica pode ser morto?

Anonimo disse...

“Antes da biologia, quer explicar-nos porque é que a tal "vida relacional" garante direito à vida?”

O bernardo desculpe la so vou analisar isto que disse porque julgo não estar perante pessoas que não entendem, e porque ja vem com o rosario do infinito.

Qual vida relacional ou garantir o direito a vida qual carapuça? qual quê eu falo de uma coisa para exprimir caracteristicas e eles confundem, O que garante o direito a vida que falamos é o cerebro,e este é que permite ter uma vida relacional, racional, em que é uma caracteristisca, sensorial e autonoma mais nada. Sem cerebro não ha vida humana, de voce as voltas que der a biologia. O cerebro permite a vida e permite-nos relacionar-nos, com o meio e com os outros, um ser em morte cerebral morreu, o cerebro acabou. Num feto é igual antes do cerebro não há vida humana, ha vida biologica humana claro, e em formação se por acaso esse cerebro não aparecer nunca havera vida humana, e esse feto não possui qualquer condição de sobrevida, o feto só se mantera ligada a gestante ate ao fim da gestação depois morre.

As minhas bases são claras,

1- Não podemos falar de crianças em abortoe o aborto tem prazos, se tem outra informação para usar o termo crianças mmostre se quer usar o termo abusivamnete, falsamente para mobilizar sentimentalmente é outra coisa mas é errada, mentirosa.

2- Não ha vida humana sem cerebro, se tiver exemplos mostre-os.


E não da para manter mais este dialogo senão temos que repetir o ja repetido


“O que é que isso interessa para o direito a viver? Um tipo que não comunica pode ser morto?”


Va a caixa de comentarios la tras ja referi isso a uma pergunta do alminha ele falava de um velhinho isolado que não comunicava, o homens não é nada disso, é a ausencia ou não de cerebro. Valha-me deus.


E não da para manter mais este dialogo senão temos que repetir o ja repetido

Jairo Entrecosto disse...

Os abortistas invertem sempre o ónus da prova.

Abortar é matar. E eles acham que só não se pode matar um feto, se alguém os convencer de que não estão a matar seres humanos.

O mesmo que o Charles Manson alegar dúvidas sobre a humanidade de Sharon Tate, e por isso sentir-se legitimado para a mandar esfaquear.

É o famoso "Não sabemos se é humano, por isso pode-se matar":

-Não sei se isto corresponde à matança de um inocente, por isso recomendo que se legalize essa matança!

Por detrás desta lógica marada, necessariamente está o desejo de matar. A partir do qual se "argumenta".

Bruno C disse...

Ó meu grandessíssimo nazi (porque é este o único nome que pessoas como vocês realmente merecem),

Você continua simplesmente a dar voltas e voltas e não sai da mesma asneira. Não desiste quando é desmascarado como o charlatão que é; tem de insistir, tapar os ouvidos e repetir "não há vida sem cérebroooo, lalalalalááá, não hááá!!" Ridículo. Desça da sua mula racionalista/naturalista e entenda de uma vez por todas que isto não é uma questão científica (e mesmo que fosse, ainda não nos conseguiu provar porque é que só um cérebro em funcionamento é que dá direito à vida. Nem nunca conseguirá, porque isso é só parvo).

Então deixe-me cá ver se percebi: você olha para uma pessoa que está a viver à custa de máquinas, e já não quer saber dela: ela não tem direitos inalienáveis como todos os homens e, num gesto desprovido de qualquer compaixão, manda os seus amigos de suástica no braço matá-la. O que lhe diz que não faz mal não ter compaixão de um vegetal, mesmo que seja um ser humano? É CIÊNCIA, ESTÚPIDO! DUH!

Espere só um bocado.







Desculpe lá, tive de ir ali vomitar.

Bom, se fôssemos todos reger-nos estritamente pela "ciência" (na verdade, a ciência nunca nos disse nada sobre estes assuntos, mas sim a maneira como nós interpretamos a ciência), upa upa, aquilo que uma pessoa não fazia. Tipo, oh, sei lá, eugenismo. Que foi? Sobrevivência do mais apto, então? É ciência. Duh. Mas confira lá junto dos seus amigos de suástica no braço, eles é que pelos vistos percebiam destas coisas.

Rodrigo Faria de Castro disse...

Vamos à
A Convenção sobre
os Direitos da Criança

http://www.unicef.pt/docs/pdf_publicacoes/convencao_direitos_crianca2004.pdf

No Preâmbulo:

"Tendo presente que,como indicado na Declaração
dos Direitos da Criança, adoptada em 20 de Novembro
de 1959 pela Assembleia Geral das Nações Unidas,
«a criança, por motivo da sua falta de maturidade
física e intelectual, tem necessidade de uma protecção e cuidados especiais, nomeadamente de
protecção jurídica adequada, tanto antes como
depois do nascimento» (6);"

Portanto CRIANÇA é antes e depois do nascimento.

e

"PARTE I
Artigo 1
Nos termos da presente Convenção, criança é todo
o ser humano menor de 18 anos, salvo se, nos ter-
mos da lei que lhe for aplicável, atingir a maioridade
mais cedo.
Definição de criança
A criança é definida como todo oser
humano com menos de dezoito
anos, excepto se a lei nacional con-
fere a maioridade mais cedo. "


MAS HÁ MAIS:

“Desde a concepção a criança (1) é um organismo complexo, dinâmico e em rápido crescimento. Na sequência de um processo natural e contínuo o zigoto irá, em aproximadamente nove meses, desenvolver-se até aos triliões de células do bebé recém-nascido. O fim natural do espermatozóide e do óvulo é a morte, a menos que a fertilização ocorra. No momento da fertilização um novo e único ser é criado, o qual, embora recebendo metade dos seus cromossomas de cada um dos progenitores, é completamente diferente deles”. (Amicus Curiae, 1971 Motion and Brief Amicus Curiae of Certain Physicians, Professors and Fellows of the American College of Obstetrics and Gyneco1ogy, Supreme Court of the United States, October Term, 1971, No. 70-18, Roe v. Wade, and No. 70-40, Doe v. Bolton.)

(1) No original: “From conception the child (…)”. Muitas pessoas pretendem que o aborto não mata um bebé: o que mata é um feto. É curioso notar que duzentos especialistas americanos elaboraram um texto onde começam por se referir à “criança” e não ao feto ou ao zigoto. Também no livro de Baruch Brody, Abortion and the Sanatity of Human Life, MIT Press, 1975, ele afirma que enquanto não conseguir distinguir feto de criança rejeitará a palavra feticídio usando indistintamente a palavra homicídio.
(João Araújo, Aborto Sim ou Não?)

Espectadores disse...

Magnifico, Rodrigo!!
Muito obrigado. Fica resolvida a falsa questão do termo criança. Como diria o Anónimo: "assunto encerrado"!
É agora que ele desaparece de cena. Pelo menos seria uma atitude mais inteligente do que ter o atrevimento de vir contestar a Declaração.
Um abraço!

Anonimo disse...

Mau, mau, eu pedi uma definição de criança, que mostrassem uma definição de criança em que se possa dizer que essa definição se refere a estagios da vida intra-uterina, a convenção na sua definição é lata só fala em menores de 18 anos, vai dai nos entendemos que isso vai ate a fertilização, essa é boa é aquilo que se chama uma interpretação da lei extensiva,da-nos jeito e metemos la tudo o que nos interessa, porque nos da jeito, ou seja a lei procura englobar a protecção intra e extra uterina e fala em criança.

Sejamos rigorosos. Embrião, feto, bebe, e criança, é tudo igual num processo continuo,. Ah não, não é, por isso é que se diferenciam essas fases e tem esses nomes. Senão era tudo igual e falavamos so em crainças, se voce diz que criança engloba todos esses outros estagios mostre, não va a leis, va a biologia a medicina e aos dicionarios.mostre uma definição de criança ou vou-lhe mostrar mais abaixo.

Eu ja lhe disse a si e ao bernardo mostre, e diga isso voce esta na do bernardo quando diz:

“Faz hoje quatro anos que se institucionalizou a matança de seres humanos em Portugal”

Engloba todos os seres humanos e depois esquece os prazos.

Eu julgo que voces entendem, mostre ai na declaração onde fala em criança ou onde se pode entender criança abrangendo os outros estagios da evolução humana como embrião feto. Não diz, é generico não fala em termos evolutivos cientificos a declaração, como deve ser toda a lei, é generalista. Mostre o que a lei diz, é que todas essas fases merecem protecção esse é o espirito da lei não o de definição de criança em termos cientificos, linguisticos, sociais e psicologicos. Em termos rigorosos biologicos cientificos não pode falar de criança quando estamos numa fase evolutiva ate as 10 semanas, nem depois.

A definição de criança é isto

“Uma criança é um ser humano no início de seu desenvolvimento. São chamadas recém-nascidas do nascimento até um mês de idade; bebê, entre o segundo e o décimo-oitavo mês, e criança quando têm entre dezoito meses até doze anos de idade”

Este periodo entre dezoito e doze anos é que é variavel e resulta da maioridade em que cada pais a reconhece, e é a isso que a lei se refere na convenção.

Claro que você pode chamar o que quiser a qualquer destas fases, os pais chamam carinhosamente ja bebe ainda em fases intra-uterinas mal sabem da gravidez, e dai? mas não é rigoroso, assim como no aborto não é rigoroso falar em morte de crianças. Mas neste caso do aborto é mentiroso e pretendem mobilizar sentimentalmente.


Se voce quiser chamar outra coisa a criança, mostre esses prazos e não fale em generalidadedes da lei.

Quanto a citação que o senhor fez do colegio de obstetras americanos é uma das teorias que acham que a vida começa na fertilização, como essa, há muitas outras que acham que começa na gastrulação, ou seja na implantação no utero e depois de ultrapassada a fase em que ja não pode haver mais divisões celulares gemeos e portantos estamos perante individualidades, e muitas outras estas com tradução em muitas legislaçoes de paises que acham que começa no inicio do desenvolvimento do cerebro, e depois o que isso prova? que voce pos ai uma teoria que serve os seus propositos, mais nada

Quanto ao resto nem adianta falar pois ja disse isso mais atras em comentarios so fazendo copia para aqui.

Anonimo disse...

Não ha vida sem cerebro. E se a morte do nosso cerebro marca o nosso fim, o incio do nosso cerebro começa a marcar a nossa mente a nossa humanidade, A morte para mim não é nenhum bicho de sete cabeças nem nenhum puzzle, ao morrer o tronco cerebral morremos definitivamente e irreversivelmente, isto é partilhado pela ciencia medicina e muitas legislaçoes. A morte do nosso cerebro marca o nosso fim, o incio do nosso cerebro marca o nosso começo como humanos, não ha vida sem cerebro, a propria natureza assim o determina os fetos anencefalicos vivem no utero mas morrem ao passarem a nascituros.

Outra questão quando começa a vida,

A fertilização é uma corrente é um dos pontos que tem sido mais utilizados para marcar o início da vida humana, os cromossomas do óvulo e do espermatozóide colocam-se lado a lado e dão origem a uma célula, com características únicas. Só que a a fertilização não é um momento, mas uma sequência de eventos que pode durar várias horas até um dia, dizer que a vida começa na fertilização não resolve a questão, já que fertilização, ao contrário do que muitos acreditam, não é um único momento, depois da formação do zigoto, ate um período de até 2 semanas as células que se formam a seguir a fertilização podem separar-se formando gêmeos, trigêmeos, e por ai fora, assim, até passar o período em que a formação de gêmeos seja possível, não se pode dizer que o zigoto existente seja um indivíduo, o processo de individualização não se encerra até que a possibilidade da formação de gêmeos desapareça totalmente.

A gastrulação é outra corrente, é nesta fase em que de células darão origem aos diferentes tecidos do corpo humano, tais como músculos, pele, tecido nervoso. é por volta desta fase que o embrião se fixa no útero materno, para esta corrente a vida começa aqui é apenas nesta fase, após passado o período de possível formação de gêmeos, que a verdadeira individualidade do embrião se apresenta, As características que governam o embrião conduzem à formação de seus órgãos e tecidos e não estão presentes até esta fase e apenas durante ela, perdem as células presentes a capacidade de gerar novos indivíduos., é apenas durante esta fase que se completa a individualização, e podemos falar de um novo indivíduo.

O aparecimento de órgãos e cérebro , o argumento aqui, é bastante simples. Se o eeg é utilizado como critério de vida e morte no adulto, também deveria ser empregado no embrião, ou seja, até que surjam efectivamente as ondas cerebrais, tal embrião esta destituído da verdadeira vida humana

Anonimo disse...

Mas o que é vida, humana o que significa ser humano, quando é que o embrião do ser humano adquire humanidade, basta ter apenas ter cromossomas ou dna humano, ou pertencer a espécie humana? Não. Caso contrario a ciência tem que rever muitas das suas posições quanto a possibilidade de congelamento de tecidos, ou de manter células em cultura, afinal, todos têm cromossomos e DNA humanos., todos pertencem à espécie humana. Pertencer à espécie humana não é a única condição necessária para que alguém seja realmente dotado de humanidade, ser humnao vai além de características biológicas, Querer derivar princípios morais, ou definir direitos, a partir de características biológicas pode conduzir à distorções inaceitáveis, usando pontos aleatórios na evolução da reprodução celular. para determinar quem tem ou não vida humana. Se uma sociedade julgar justificável o aborto, utilizar embriões congelados para obtenção de células-tronco embrionárias assim como considera justificado matar outro humano em legítima defesa, então não há qualquer impedimento moral em que isto assim o seja, se a sociedade considerar injustificável tal utilização, assim como considera o estabelecimento da pena de morte , então tal será proibido. Contudo, do ponto de vista pragmático, a situação é clara: será como desejarmos que seja, por isso a biologia pode esclarecer aspectos importantes da questão, mas não pode resolvê-la, a solução está dentro de cada um de nós, em nossos conceitos de certo ou errado, justo ou injusto, moral ou imoral, esses aspectos são individuais e, frutos das nossas crenças e vivências; daquilo que somos. O problema mantém-se sempre, pois os pontos considerados do aparecimento da vida são sempre todos pontos arbitrários num ciclo contínuo de desenvolvimento, a verdade é que do ponto de vista prático,não há efectivamente critérios científicos que permitam determiná-lo. Dai as múltiplas discussões misturando todo o tipo de argumentos desde biológicos morais éticos religiosos.

Anonimo disse...

A morte cerebral e a sua irreversibilidade. Embora a pessoa possa continuar a viver ligada a uma maquina, que vida é essa? Vegetativa e porque é vegetativa ? porque o cerebro morreu, e se o cerebro morreu apesar de a pessoa viver mas a custa de maquinas, não pode nunca ter vida relacional porque esta vida relacional de relacionamento, implica o cerebro. Por isso uma pessoa mesmo não tendo vida relacional mas tendo derebro nunca esta privada disto. No feto antes deste momento também ha uma vida de reprodução celluar, chamar ao dna, genes, um individuo valha-nos deus, estamos a falar de celulas humanas cuja reprodução dão origem a tecidos e depois formam orgãos, mas isso numa fase já posterior, o feto ao adquirir cerebro e com as constantes evoluçoes rapidas que acelaram o seu desenvolvimento, começa a comunicar (involuntariamente) também com a mae, pontapés. Embora isso ja numa fase tardia, o que faz um feto sem o tronco cerebral sem cerebro. Não ha vida sem cerebro e que vida ha depois de o cerebro morrer e o corpo continuar vivendo mas artificialmente e na reprodução celular antes do aparecimento do cerebro? vida biologica.

Anonimo disse...

O que o rodrigo faz é o que muita gente faz, vai buscar um conceito a uma lei e interpreta a maneira, a la carte, ou seja segundo a convenção sobre os direitos da criança, "criança é todo o ser humano menor de 18 anos, salvo se, nos termos da lei que lhe for aplicável, atingir a maioridade mais cedo". Menor de 18 anos, ate onde vai a menoridade? ate ao nascimento ou antes disso também, quando se começa a contar a idade biologica? Esta definição coincide com o conceito de menor que consta do código civil : "é menor quem não tiver ainda completado dezoito anos de idade". Não me digam que vamos ate a vida intra-uterina também com a questão de menor. Simplesmente o que a convenção quer abranger é a protecção da vida intra uterina.

Mais uma definição de criança

criança
nome feminino
1. ser humano de pouca idade; pessoa muito jovem; menino ou menina
2. filho(a); rebento; cria
3. figurado pessoa com comportamento que revela imaturidade; pessoa que se comporta de modo ingénuo ou infantil

(Do lat. creantìa, part. pres. neut. pl. de creáre, «criar; fazer crescer»)

ASSEMBLÉIA GERAL DA ONU
PROCLAMA esta Declaração dos Direitos da Criança, visando que a criança tenha uma infância feliz e possa gozar, em seu próprio benefício e no da sociedade, os direitos e as liberdades aqui enunciados e apela a que os pais, os homens e as melhores em sua qualidade de indivíduos, e as organizações voluntárias, as autoridades locais e os Governos nacionais reconheçam este direitos e se empenhem pela sua observância mediante medidas legislativas e de outra natureza, progressivamente instituídas, de conformidade com os seguintes princípios:
PRINCÍPIO 1º
• A criança gozará todos os direitos enunciados nesta Declaração. Todas as crianças, absolutamente sem qualquer exceção, serão credoras destes direitos, sem distinção ou discriminação por motivo de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição, quer sua ou de sua família.
PRINCÍPIO 2º
• A criança gozará proteção social e ser-lhe-ão proporcionadas oportunidade e facilidades, por lei e por outros meios, a fim de lhe facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal, em condições de liberdade e dignidade. Na instituição das leis visando este objetivo levar-se-ão em conta sobretudo, os melhores interesses da criança.
PRINCÍPIO 3º
• Desde o nascimento, toda criança terá direito a um nome e a uma nacionalidade

Na verdade começa quando nasce... a criança

joaquim disse...

Meus caros

Este anónimo, (porque raio há-de ser anónimo?), faz lembrar as técnicas usadas por um certa esquerda em tempos idos, para levar a sua avante em assembleias gerais de trabalhadores, que levaram á destruição de garnde parte das empresas.

Diz que que não quer discutir, mas depois inunda a caixa de comentários com interpretações a seu gosto, para pelo cansaço, (julga ele dos outros), "vencer" não se sabe bem o quê, porque onde impera a morte não há vitória mas derrota.

Aqueles que refiro foi preciso calá-los, porque usavam a democracia para estabelecrem a ditadura, a este é não lhe dar importância e apagar os comentários dele, visto que não trazem nada de novo e paenas são repetitivos e falsos.

É a cultura da destruição, e essa cultura tem um nome: Mal.

Reparem como vai ocupando o vosso e o meu tempo, "impedindo-nos" de por ventura fazermos outras coisas em prol da vida?

Caro Bernardo

Perdoe-me mas com o mal não se argumenta, apenas se repudia!

Um abraço

Anonimo disse...

Ah sim mais um que não percebe eu resumo:

1- O que é uma criança? esse termo vai ate a vida intra-uterina,até a fertilização? é isso que a convenção diz? nã,nada disso tudo na convenção dos direitos da criança se refere a crianças nascidas fala em menores ou seja menores de 18, tudo se refere a idade biologica ou seja quando se conta a idade biologica? e segundo tem referencias a protecção da vida intra-uterina, o que eu peço a esta gente é simples saquem de um dicionario, uma encicopledia, um livro de biologia, psicologia, medicina e digam criança esta aqui é um termo que abrange os estagios todos da vidda intra-uterina. È esta a questão para saber se um aborto é matar crianças.

2 - Não ha vida humana sem cerebro, exemplos? pode haver vida vegetativa.

Tão simples. se as pessoas me perguntam coisas que eu ja disse, só tenho que por ai o que disse

Anonimo disse...

"Reparem como vai ocupando o vosso e o meu tempo, "impedindo-nos" de por ventura fazermos outras coisas em prol da vida?"

Ah ah ah, não sabia que me dispensava tanta atenção que ate deixava de fazer outras coisas.

Não faça isso que esta vida são dois dias e o senhor esta primeiro.

joaquim disse...

Vade retro!

Bruno C disse...

Bom, senhor anónimo,

Tudo bem, vamos fazer-lhe a vontade: um feto não é uma criança; ambos são coisas distintas. Okay? Okay. De qualquer maneira, isso não altera nada a nossa posição. Você está a tentar fazer joguinhos de semântica ridículos connosco para ver se nos engana, mas não pense que caímos na sua armadilha falaciosa. Chame o senhor o que quiser chamar àquilo que estamos a debater, seja criança, seja pessoa, seja ser humano, seja feto, seja caracol, seja tesoura, a posição pró-vida continua válida: matar crianças, ou pessoas, ou seres humanos, ou fetos, ou caracóis, ou tesouras, ou aquilo que o senhor quiser chamar àquilo que uma mulher grávida transporta no útero, continua a ser imoral. Portanto, tudo bem, chamemos-lhe feto e não criança. Matar fetos é imoral. Pronto. O feto é o que vai precisamente dar origem àquilo que o senhor quer chamar "criança"; logo, comprometer a existência do feto é comprometer a existência dessa futura criança. Ora comprometer a vida de um ser humano, seja de que maneira for, não é lá muito simpático. É assim tão difícil de perceber?

E agora, qual vai ser o seu pseudo-argumento?

Jairo Entrecosto disse...

Bernardo,só para informar que estão mais dois videos no Youtube, do blogue "Aborto em Portugal, Contra a Legalização da Matança".


http://www.youtube.com/watch?v=736zFfHkW8M&feature=player_profilepage

http://www.youtube.com/watch?v=yQ_Zo-FdZGE

Cumprimentos.

Anonimo disse...

“Bom, senhor anónimo,

Tudo bem, vamos fazer-lhe a vontade”

Meu caro não faça vontades,nunca se fazem vontades quando se tem razão, tenha razão. "Joguinhos para ver se nos engana?????" Estou a ver é essa a certeza que voce tem das suas convicções da realidade, do que estudou ou não estudou? vacila assim com o que os outros escrevem. E a linguistica fui eu que a inventei? Nã essa é objectiva esta ao alcance qualquer um. Demonstre que tem razão e a linguistica e conceitos de criança é tudo balelas e usamos como nos der na gana, estou a espera. Não usem argumentos a chamar nazi ou a comparar com reunioes plenárias de alguém que sabe melhor da assunto do que eu, usem a razão e a linguistica é que eu fiquei curioso com essa de chamar criança a vida intra-uterina, se ai para voces é melhor utilizar esse termo mentindo e adulterando-o tudo bem, mas é uma mentira, como catolicos não fica bem mentir.

"Chame o senhor o que quiser chamar àquilo que estamos a debater, seja criança, seja pessoa, seja ser humano, seja feto, seja caracol, seja tesoura,"

Não, não, eu não chamo o que quiser quando uso a linguagem, porque a linguagem é uma convenção tem um sentido e as palavras exprimem conceitos, mesmo para expressar a minha revolta não posso usar palavras e conceitos escrevendo textos mentirosos.

Imagine que ha um que ja diz vade retro...... esqueceu-se do satanas, mas a argumentação dele é essa, eu ja sabia há muito tempo.

“Matar fetos é imoral. E agora, qual vai ser o seu pseudo-argumento?”

Ja tinha dado esta resposta mas repito-a, porque não tem obrigação de ler tudo o que ja escrevi, ao contrario do joaquim que perde tempo infinito a ler-me eh eh eh. A lei não obriga ninguém a abortar, é um problema de consciencia quem quer faz quem não quer não faz. Isso remetia-nos para saber se é assassinio de seres humanos e para onde começa a vida, para mim isto era e é irrelevante porque eu satisfazia-me a lei que existia antes do referendo, o aborto não é a pedido, mas pode ser necessario depois de aconselhamento medico, fetos anencefálicos, casos de violação e perigo de saude da gestante, gravidez ectopica. No entanto registo que o senhor falou e bem “Matar fetos é imoral”, ja faz sentido.

Vamos la a ver uma coisa e a ver se nos entendemos de vez, eu só intervi nesta discussão porque o bernardo usou um termo que é inadequado, caso contrario não intervinha porque ja sei o que a casa gasta nesta matéria, só acho que não vale tudo e adulterar conceitos para servir interesses “proprios”.

Anonimo disse...

Nestas condições pedi ao bernardo que mostrasse uma definição de criança em que o mesmo conceito fosse estendido a vida intra-uterina, não mostrou. Um rodrigo vai a declaração da unesco dos direitos da criança e pesca no preambulo, é preciso ver bem, no preambulo, não no articulado, uma palavra que fala na protecção a criança antes e após o nascimento, e diz isto:

“ Reafirma,ainda, a necessidade deprotecção jurídica e não jurídica da criança antes e após o nascimento.”

E tira dai a conclusão imediata criança também é antes de nascer.

Se lerem o articulado ve-se que se refere a crianças nascidas e se houvesse outra referência era no sentido de os estados criarem condições quer na vida pre-natal que na pós – natal para após o nascimento essas crianças poderem se realizar plenamente é este o sentido da convenção. Alias é textual e diz a criança após o nascimento tem direito......

http://www.unicef.pt/docs/pdf_publicacoes/convencao_direitos_crianca2004.pdf

Uma criança é um ser hunano após o nascimento. Mas este termo criança não vai até a maioridade, esta idade maioridade é um criterio em que os estados e a propria convenção não distinguem etapas etarias engçobam tudo, não distinguem infancia e adolescencia por exemplo falam so em menores de 18 anos, esta tudo englobado no termo.

Definição de criança na convenção
“A criança é definida como todo o ser humano com menos de dezoito anos, excepto se a lei nacional confere a maioridade mais cedo.”

Mas voltando a convenção temos que uma criança é todo o ser humano menor de 18 anos.

Logo aqui temos duas situaçoes,” ser humano”, será que este ser humano que a convenção fala se estende a vida intra-uterina e até a fecundação? Pois é, ja teriamos pano para mangas, e definir ser humano e quando começa a “vida humana”. Por isso a convenção não chega a tanto e isso é com a legislação de cada pais, cada pais é que decide quando há vida humana e quando não se pode tocar nessa vida humana, ( aborto e prazos)

Segunda situação, a convenção esclarece, criança, ser humano menor de 18 anos. O que explica tudo, ou seja a convenção fala em menoridade, idade de menoridade, o que se entende por menoridade, o que é isso, qual é esta idade e desde onde se começa a contar. Bem esta idade é a idade que vai desde o nascimento até mais ou menos 18 anos, variando em alguns paises, mas é esta a idade da menoridade, o que significa que o ser humano criança menor de 18 anos mencionado na convenção é um ser nascido. Crainça é um estado pós nascimento.

Foi nesta base e nestes criterios que eu pedi que mostrassem onde constavam conceitos que demonstrassem que o conceito criança tinha a ver com vida intra-uterina e demonstrassem que os conceitos linguisticos existentes em relação ao termo criança estão errados. E por isso quando falamos de aborto estamos a falar em matar crianças. O que é mentira.

Bruno C disse...

Whatever, não estou minimamente interessado naquilo que o anónimo ou o Bernardo ou outra pessoa acha ou deixa de achar acerca do que é uma criança, nem tampouco no que diz uma convençãozita qualquer, simplesmente porque isso é totalmente irrelevante para o caso. O que interessa é que a matança de fetos impede o surgimento de vida, e não preciso de mais esclarecimentos nem de conceitos e definições formais frívolos que não validam nem invalidam esta última realidade ("a matança de fetos impede o surgimento de vida"). Seja o feto uma criança ou não, isso é outro tipo de assunto e discussão que não nos diz nada acerca da ética do aborto.


"A lei não obriga ninguém a abortar, é um problema de consciencia quem quer faz quem não quer não faz."

É verdade, assim como não obriga ninguém a abster-se de esfaquear outra pessoa; no entanto, quem o fizer é justamente punido (pelo menos na teoria). A lei tem a obrigação de manter a moral humana porque o homem é uma besta, foi para isso é que se criou o conceito de Estado. Ora se não houver castigo, é impossível essa manutenção ser eficiente, e a lei seria inútil. Comprometer a vida do próximo é imoral, coisa que o aborto faz; no entanto, não se castiga quem o leva a cabo. Bravo.

Alma peregrina disse...

Vim aqui uma vez mais, apesar de ter dito que me iria ausentar de vez desta caixa de comentários. A razão para isso é clara. Não vim aqui para argumentar, mas por um imperativo de consciência.

Não fiquei satisfeito com a minha última intervenção.

Deste modo, peço perdão ao anónimo se (neste debate ou no anterior) fui demasiado ríspido. Peço perdão se o ridicularizei. E peço perdão se alguma vez, involuntariamente, o descontextualizei e deturpei o que ele quis dizer.

Peço perdão pela forma. No entanto, devo reafirmar o conteúdo.

Não irei debater mais com este anónimo, por que ele define apriorísticamente os conceitos de acordo com os seus próprios termos, por forma a excluir toda e qualquer perspectiva contrária. Chama-se a isso "begging the question".

Portanto, quando nós rejeitamos os seus axiomas, o que daí advém obrigatoriamente é uma lógica circular que culmina, inexoravelmente, numa repetição de tudo aquilo que já foi dito.

Daqui decorre que é impossível atingi-lo pelas palavras ou pela razão. Por isso remeter-me-ei à oração.

Pax Christi a todos.

Rodrigo Faria de Castro disse...

Criança!!!

No preâmbulo da Convenção sobre os Direitos da Criança volto a repetir:

«a criança, por motivo da sua falta de maturidade
física e intelectual, tem necessidade de uma protecção e cuidados especiais, nomeadamente de
protecção jurídica adequada, tanto antes como
depois do nascimento»

PORTANTO CRIANÇA É ANTES E DEPOIS DO NASCIMENTO. ANTES!!!

definições da idade média não temos :)

cá para mim os anónimos são várias pessoas. Da próxima vez se calhar vou escrever como anónimo...

Rodrigo Faria de Castro disse...

No site da Segurança Social (portuguesa!!) sobre a gravidez de risco vem:

"[se] O médico achar que já não há risco clínico para a mãe ou para a criança e não emitir a devida
certificação médica."

http://www1.seg-social.pt/preview_documentos.asp?r=22974&m=PDF

A criança, a criança, a criança, repararam?? Para os mais distraídos chamam criança "Áquilo" que está na barriga da mãe. Da mãe. Da mãe?? Então é mãe?? Claro, porque tem um filho dentro de si!!

Um pouco mais à frente, no Glossário:
"Nascituro
Feto; a criança que vai nascer. "

Ah pois é...

Anónimo Rodrigo (identificado)

Espectadores disse...

Caro Anónimo,

Vejo que continua a insistir na asneira. Apenas duas notas curtas, para elucidar os interessados, e para evitar que os seus erros contagiem mais pessoas:

1) Início da vida apenas com o surgimento do cérebro? Ainda aguardamos o porquê. No entretanto, aqui fica uma reflexão: o cérebro surge do nada? Se sim, então você acredita na magia. Se não, então de onde vem o cérebro? Se é o cérebro que nos dá um "salvo conduto" para não sermos mortos, de onde vem esse cérebro? Surge do nada? Ou não será que o surgimento do cérebro surge porque tal coisa está programada no nosso ADN? Então, não será mais importante proteger esse património genético único que já está presente no zigoto? O cérebro não surge do nada. Surge porque estava programado que surgisse. Desde que somos zigotos que isso está programado no nosso ADN. E é por isso que a vida começa na fertilização. E é por isso que começamos a ser gente na fertilização. E é por isso que destruir um zigoto é matar um ser humano.

2) Este tipo de burradas dura para sempre...
«Só que a a fertilização não é um momento, mas uma sequência de eventos que pode durar várias horas até um dia»
TRETA!
Está a confundir a fertilização (processo rápido que demora apenas alguns minutos) com o início da divisão mitótica do ovo, que ocorre umas 22-24 horas depois da fertilização. O zigoto necessita de acumular energia para iniciar a divisão mitótica, e isso explica a demora de umas 22-24 horas para se dar início à divisão. Mas já temos zigoto (ser humano) uns minutos após a fertilização.

O essencial do processo de fertilização ocorre de forma bastante rápida e demora poucos minutos. Estas são as etapas essenciais do processo, conforme descritas pelo Professor Bruce M. Carlson, da Universidade de Michigan, na sua obra Embriologia Humana e Biologia do Desenvolvimento:

a) Penetração [do espermatozóide] na corona radiata
b) Fixação e penetração [do espermatozóide] na zona pelúcida
c) Fusão do espermatozóide com o ovócito
d) Bloqueio da polispermia
e) Activação metabólica do ovócito
f) Descondensação do núcleo do espermatozóide
g) Término da meiose do ovócito
h) Desenvolvimento e fusão dos pronúcleos masculino e feminino

Vá aprender Biologia!
PS: Ninguém nasce ensinado, mas é triste fazer ares doutorais, enquanto se diz asneiras.

Anonimo disse...

Caro
bruno C.

Vamos ser clarinhos e cristalinos como a água que corre. Para quem se dirigiu a mim chamando-me nazi e lhe provocou vómitos e passo a citar: “.Ó meu grandessíssimo nazi ....Espere só um bocado. Desculpe lá, tive de ir ali vomitar.” . Vá a vontade homem, vá a vontade, vomite a vontade, é melhor isso que emporcalhar-me, procure ai um sitiozinho. Já encontrou, vamos então ao resto da prosa.

Ja teve a atenção da minha parte mais que imerecida. O que eu acho estranho é que alguém, depois de vomitar assim, venha novamente a “fonte” para vomitar mais. Mas eu até compreendo, tem ai no sôr bernardo um amigo que gosta de bajulações, ou seja ,sôr bernardo, ameaça alguém que discute com ele seriamente / agressivamente alguma coisa, mas não é bajulador, de cortar-lhe os comentários fazendo censura, outros que por aqui andam também são experts na matéria, ate vem aqui fazer essa recomendação caso a casa não saiba os métodos, ou seja é uma arma de defesa, corta-se o que é incomodo, mas não se importa com bajuladores e bajulações, que lhe emporcalhem e vomitem no blog, não sou eu que digo, foi o meu caro que “vomitou”.

Por isso vejamos bem, voce deve continuar a vomitar, sim vomitar a sério, e não só palavras, vomite todo esse fel cá para fora, não se coiba, e quando fizer toda essa limpeza ao estômago, essa descarga biliar, e sesentir melhor, provavelmte exclamara como o arquimedes: EUREKA, ja sei o que significa criança, depois disso vem cá e diz-me. Caso contrário iniba-se de comentários com a minha pessoa.. Até lá.

Anonimo disse...

Bem tenho que repetir pela ultima vez, ja que ninguém pegou num dicionario ou outro instrumento da linguistica e disse criança é isto.

Definição de criança:

criança
nome feminino
1. ser humano de pouca idade; pessoa muito jovem; menino ou menina
2. filho(a); rebento; cria
3. figurado pessoa com comportamento que revela imaturidade; pessoa que se comporta de modo ingénuo ou infantil

(Do lat. creantìa, part. pres. neut. pl. de creáre, «criar; fazer crescer»)

definição de criança:

“Uma criança é um ser humano no início de seu desenvolvimento. São chamadas recém-nascidas do nascimento até um mês de idade; bebê, entre o segundo e o décimo-oitavo mês, e criança quando têm entre dezoito meses até doze anos de idade”

tenho que repetir

O que é uma criança? esse termo vai ate a vida intra-uterina,até a fertilização? O que eu peço a esta gente é simples saquem de um dicionario, uma encicopledia, um livro de biologia, psicologia, medicina e digam criança, esta aqui é um termo que abrange os estagios todos da vidda intra-uterina. Ajudem-me que eu não consigo encontrar essa definição. È esta a questão para saber se um aborto é matar crianças.

(Do lat. creantìa, part. pres. neut. pl. de creáre, «criar;


Pronto repeti outra vez, e repito


Não se pode chamar o que se quiser ou usar a linguagem como se quiser e nos der na gana quando se usa a linguagem, porque a linguagem é uma convenção tem um sentido e as palavras exprimem conceitos, mesmo para expressar a minha revolta não posso usar palavras e conceitos escrevendo textos mentirosos.


O texto do bernardo é MENTIROSO, chama aborto a matar crianças. Criança é um termo que designa um ser humano pós nascimento, ser humano, autonomo, completo, prestes a iniciar a aprendizagem de viver neste mundo. Aborto refere-se a uma situação da vida intra-uterina a um estágio do desenvolvimento humano designado de vida embrionário / fetal. Esta fase é muito diferente de um ser nascido chamado CRIANÇA, esta é a VERDADE. Nem de longe nem de perto podemos dizer que o feto é igual a uma criança sem cairmos no ridiculo da comparação, por isso é que a definição é essencial, o bernardo ao dizer que aborto é morte crianças esta a mentir é MENTIRA, esta a ser mentiroso premeditadamente, para apelar e manipular instintos basicos, é MENTIRA. O aborto é a interrupção de um processo do desenvolvimento humano numa fase incial designada embrionario/fetal, que vai impedir que esse ser humano nasça, e haja posteriormente, uma criança, um jovem, um adulto, e um velho. Mas não podemos dizer que qualquer desses estágios são iguais, e podemos aplicar os mesmos termos e linguagem, a unica coisa verdadeira é que a interrupção num desses estagios vai impedir a concretização dos outros posteriores e só. Chamar aborto a uma interrupção da fase embrionario / fetal, como sendo a morte de crianças, é comparar crianças a embrioes e fetos, ridiculo, è PURA MENTIRA. Mas o bernardo costuma fazer isso ate nos post mais abaixo em relação ao caso brenda, conta as coisas sem precisão.

Anonimo disse...

“Início da vida apenas com o surgimento do cérebro? Ainda aguardamos o porquê”


Já escrevi isto montes de vezes, a pedido do proprietario vou repetir.


Porque antes, no inicio da nossa existencia ou depois do “desaparecimento” , morte cerebral, ha uma vida biologica em desenvolvimento, mas entre o principio e fim desta linha biologica vai aparecer e ou desaparecer um orgão fundamental chamado cerebro sem o qual a vida autonoma não é possivel mas só artificalmente. (eu não digo que não ha uma vida, mas não humana ainda, o que há é uma reprodução celular semelhante em todas as fases iniciais da vida animal) ou terminal. Antes no inicio, existe uma multiplicação e reprodução celular criando as bases fisicas para a formação onde vão assentar e ser criados os orgãos, dos quais o cerebro é a base indispensavel a vida, é esta a máquina da consciencia que vai fazer o feto sentir dentro da barriga da mãe e comunicar involuntariamente com ela, mexer-se, agitar-se dar pontapés, cerebro esse essencial e que comanda o corpo na vida animal, é essencial a vida. Se o cerebro não se desenvolver, o feto anencefalico, só vive enquanto estiver ligado a mãe ( sentido figurado ligado a maquina) ao nascer morre. Ou seja a natureza diz-nos que um corpo sem cerebro não pode viver, a não ser em condicões artificiais, ligado a mãe, ou ligado a uma maquina. Para além disso o cerebro é a nossa consciencia, a nossa sensibilidade, a nossa humanidade. No adulto é igual, em morte cerebral, so vive se um aparelho substituir o cerebro e comandar de alguma forma o corpo substituindo esse cerebro e comandando assim funçoes que ele comandava. A fase anterior ao cerebro é uma vida biologica de reprodução celular. Admito e aceito que para voce celulas também são vida humana, provavelmte existe muita vida dessa no universo.



Para os da logica circular transformem-na, mas digam que as palavras certas são aquelas, caso contrario continuam sem lógica.



Ja tinha dito que as minha bases eram estas,


1- Provem que a palavra criança se refere a vida intra uterina

2- Que ha vida sem cerebro.




Quanto ao “interprete da lei”, este em vez de ir a um dicionario anda a vaguear e ja vai ao site da segurança social, ao glossario, e tenta demonstrar por portas travessas que criança abrange os estádios todos, defina criança primeiro, senhor, tem um dicionário? é que é a pirmeira coisa que devia fazer. E depois va estudar porque esta a palavra criança na convenção, por exemplo abrangendo todos os estagios, infância, adolescência. È isso mesmo, Feto; é a criança que vai nascer. Antes de nascer é feto.

Feto

S. mas c.

Embriao resultante da fecundação do ovulo no qual são perceptiveis as cracteristicas do animal completamente desenvolvido ( no homem a partir dos dois meses de gestação)
Planta da divisão dos pteridófitos, classe das filicópsidas.


feto
BIOLOGIA mamífero quando o seu desenvolvimento atinge os caracteres do animal adulto e estes são reconhecidos, especialmente o ser humano entre as oito semanas de gestação e o nascimento

(Do lat. fetu-, «id.»)

Chama-se de feto
o estágio de desenvolvimento intra-uterino que tem início após oito semanas de vida embrionária, quando já se podem ser observados braços, pernas, olhos, nariz e boca, e vai até o fim da gestação. O estágio anterior a este é conhecido como embrião. Após o parto, o feto passa então a ser considerado um recém-nascido.

E depois criança, adolescente, jovem, adulto, velho, velhinho, and the end. Rest in peace

Anonimo disse...

"No entretanto, aqui fica uma reflexão: o cérebro surge do nada? Se sim, então você acredita na magia. Se não, então de onde vem o cérebro?"

Burradas considero eu isto, mas que grandes burradas.assim como comparar uma criança com um feto.

Espectadores disse...

Caro Anónimo,

1) antes de mais, um aviso à navegação: está a pisar a linha; quando vir um comentário seu apagado sem aviso, não se espante: é a conclusão da falta de educação; como se vê, há por aqui muito leitor que acha que eu estou a ser demasiado brando (e terão a sua razão)

2) «O texto do bernardo é MENTIROSO»

É preciso ter lata. A distorção que é necessário fazer à realidade para se ter a coragem de dizer precisamente o oposto da verdade. Já começo a acreditar que você acha mesmo que tem razão, e não está só aqui a gozar connosco. E ainda não explicou em que é que a sua birra em torno do termo "criança" legitima o aborto. É uma manobra de diversão patética.

3) «Mas o bernardo costuma fazer isso ate nos post mais abaixo em relação ao caso brenda, conta as coisas sem precisão.»

Sim, precisão é fundamental. Sobretudo quando se faz um aborto a uma criança. Ops, peço perdão, a um feto. Aí a precisão cirúrgica é essencial. Matar bem. Extirpar bem. Matar um feto, hã? Nestas clínicas, não se matam crianças, hã? Só fetos, hã? Está tudo bem. Está tudo sob controlo. Fetos, hã?

Selvageria...

Espectadores disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anonimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Rodrigo Faria de Castro disse...

sobre anencefalia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anencefalia
crianças vivem depois do parto: http://www.anencephalie-info.org/p/fotos.php

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João Araújo, in Aborto Sim ou Não?

No século XIX descobriu-se que a partir da concepção tínhamos um novo ser humano e que, por isso, o aborto consistia em matar deliberadamente um ser humano inocente. Interessa, pois, saber se desde então foi feita alguma descoberta científica que anulasse ou questionasse as descobertas desse século.

Os livros a seguir citados são usados em cerca de 80% das Faculdades de Medicina dos Estados Unidos da América e em muitos outros países do mundo. Os sublinhados foram acrescentados ao texto.

"Zigoto. Esta célula resulta da fertilização de um oócito por um espermatozóide e é o início de um ser humano... Cada um de nós iniciou a sua vida como uma célula chamada zigoto." (K. L Moore. The Developing Human: Clinically Oriented Embryology (2nd Ed., 1977), Philadelphia: W. B. Saunders Publishers)

"Da união de duas dessas células [espermatozóide e oócito] resulta o zigoto e inicia-se a vida de um novo indivíduo. Cada um dos animais superiores começou a sua vida como uma única célula." (Bradley M. Palten, M. D., Foundations of Embryology (3rd Edition, 1968), New York City: McGraw-Hill.)

"A formação, maturação e encontro de uma célula sexual feminina com uma masculina, são tudo preliminares da sua união numa única célula chamada zigoto e que definitivamente marca o início de um novo indivíduo". (Leslie Arey, Developmental Anatomy (7th Edition, 1974). Philadelphia: W. B. Saunders Publishers)

"O zigoto é a célula inicial de um novo indivíduo." (Salvadore E. Luria, M. D., 36 Lectures in Biology. Cambridge: Massachusetts Institute of Technology (MIT) Press)

"Sempre que um espermatozóide e um oócito se unem, cria-se um novo ser que está vivo e assim continuará a menos que alguma condição específica o faça morrer:" (E. L. Potter, M. D., and J. M. Craig, M. D Pathology of lhe Fetus and lhe Infant, 3rd Edition. Chicago: Year Book MedicaI Publishers, 1975.)

"O zigoto (...) representa o início de uma nova vida." (Greenhill and Freidman's, Biological Principies and Modern Practice of Obstetrics)

Anonimo disse...

O Rodrigo, acabando, ja que passaste, (da criança ate a fertilização, sem correspondencia com a realidade) , para a existência da vida humana, lê mais atrás, ja te disse a minha concepção ai noutros comentarios, e também muitas outras concepções sobre essse problema, sob as diferentes concepções que são adpotadas sobre a existencia da vida humana, vida humana, vida humana. Acabou, para que discutir mais sobre livros e autores isso são concepções cada um terá as suas.. Ninguém discorda que existe vida,desde que um ovo é fertilizado e se começa a desenvolver os cientistas também falam em vida em marte ou noutros pontos do universo, a diferença é entre vida celular biologico reprodutiva, e o aparecimento de caracteristicas que a tornam humana e em que então merece protecção absoluta como se de uma vida autonoma já nascida se tratasse, e somos obrigados a preservar e proteger porque passou a ser humana, ter caracteristicas humanas e não só biologicas, e não só porque deriva da especie humana biologicamente falando, celulas, só porque essa vida biologica deriva da especie humana não basta , para dizer que é um ser humano, dna, cromossomas, meiose, mitose, etc etc, não são individuos,não são organismos, são processos de criação de um ser,a valorização desses estágios é diferente para uns e para outros, mas quando o ser começa a existir como organismo então ai ja merece protecção e valorização da sociedade, quando começa a formar orgãos, um orgão dos basicos sem o qual não pode haver vida é o cerebro que vai comandar esses orgãos e o corpo desse organismo, um ser organico um organismo. Antes não basta.

Anonimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Espectadores disse...

Apaguei o último comentário do Anónimo. Para que se entenda que neste blogue há regras, ei-las:

1) Como administrador deste espaço, apago os comentários que entender

2) Não tenho que dar justificações para tal: este espaço é administrado por mim, e ponto final

3) Apesar de 2), eu gosto de explicar, sobretudo a leitores de boa vontade, as razões para o apagar de certos comentários (quando isso ocorre, pois é algo de muito raro)

4) Apaguei o último comentário do Anónimo porque não tinha nada de substancial e estava em plena chicana e palhaçada.

O Anónimo tem-nos brindado com uma avalanche de maus argumentos. Mas os maus argumentos, quando muito, são insultos à razão, e não actos de má educação. Por isso, deixei estar todos os comentários do Anónimo que, não contendo ataques pessoais ou linguagem rasca, apenas tinham o defeito de serem incoerentes, inconsistentes ou de má qualidade argumentativa

Assim, o Anónimo será sempre convidado a tentar expor aqui as suas ideias de forma estruturada e ordenada, apesar de não nos parecer que tal venha a acontecer, por manifesta falta de capacidade (ou de vontade) do dito comentador.

Tenho a noção de que as intervenções do Anónimo visam abandalhar este espaço e implodir qualquer tentativa de debate sério. São intervenções mal-intencionadas e nada sérias, e por isso mesmo, tenho a obrigação de zelar para que certos comentários não estraguem o bom ambiente que procuro criar com este blogue. Há quem cá venha com alguma regularidade, e gosto de proporcionar aos meus leitores momentos úteis e agradáveis, e não seria justo obrigá-los, por falta de justa censura, a aturar gente mal educada e mal intencionada.

Ao Anónimo, uma última palavra de conforto: veja este meu gesto de apagar selectivamente os seus comentários como um serviço gratuito de educação para a cidadania.

Anonimo disse...

Pode apagar o que quiser, o comentario não era ofensivo, alguém se dirigiu a mim, com frases como se o “ridicularizei”, eu so devolvi o assunto expondo o ridiculo de quem tal afirmou. remetendo precisamente para outro comentario dele em que disse: “Sendo assim, eu retiro-me do debate e deixo o Espectadores a tomar o meu lugar, uma vez que 2 contra 1 é cobardia.” isto sim é mais que riddiculo para quem o afirma, e entra numa discussão como se estivessemos num joguinho, e não expondo pontos de vista. Mas se voce acha que os seus apaniguados precisam de protecção e não se sabem defender, aceito que os proteja assim. Só espero que censure os comentarios de todos a começar por aqueles que se dirigiram a mim como nazi, e outro invocando reuniões plenarias, porque se calhar eles, sabem mais do assunto.

Anonimo disse...

"veja este meu gesto de apagar selectivamente os seus comentários como um serviço gratuito de educação para a cidadania."


Esta é boa, foi a melhor argumentação que o senhor ja usou, a seguir aquele chavão clássico quando fica sem argumentos de dizer que não sabem escrever ler interpretar. Eu diria que sim senhor, tem toda a razão, toda verdade a começar pelo senhor e aqueles que ainda nem sabem o conceito de criança.

João disse...

Senhor Bernardo não apague os comentarios para proteger os amigos, eles que se defendam. Não vi aqui ofensas, a não ser equiparaçoes a nazi e reuniões plenárias de alguém que frequenta a sua casa, o resto faz parte de uma discussão acalorada

Espectadores disse...

Caro João (ou Anónimo, talvez...),

Eu apago o que bem entender. Não tenho um critério ditatorial ou absurdo para esses actos de censura: tenho, aliás, um critério bastante razoável: a passagem da fronteira da boa educação.

Salvo se alguém quiser debater ideias de forma construtiva, sugiro que se abandone esta caixa de comentários. A discussão está longa e infelizmente, infértil. Foi implodida por quem não sabe debater.

Caro Anónimo (ou João, talvez...), sugiro que continuemos esta discussão por e-mail, se a quiser aprofundar. O meu mail está no topo do blogue, do lado direito.

Rodrigo Faria de Castro disse...

Caro Anónimo

As teorias de cada um valem o que valem.

As teorias científicas que se estudam nas universidades valem.

Daí as referências dos livros que enviei. Por acaso até faltam de alguns livros que se estudam em medicina: Guyton, Harrison´s, Moore (embriologia), etc

Eu ligo e dou valor aos que os cientistas descobrem, não a opiniões do "dá jeito" ou emotivas.

Outra coisa a estudar é a Teoria Celular. Se um ser não é formado no início (concepção) então não é por receber água e nutrientes que vai adquirir uma condição de ser. A vida não tem saltos.

Engraçado que quem tem uma posição como a sua depois não apresenta uma linha em que diz que não se pode matar...

Anonimo disse...

O rodrigo desculpa la mas não tenho mais paciencia para o caso, a conversa passou para um post mais acima onde estive a dar atenção a dois blogers e por mim acabou.

Espectadores disse...

«e por mim acabou.»

Será???
Ah, a esperança!
A esperança é a última a morrer.

Anonimo disse...

De facto é um alivio depois disto pastorear a casa.

Espectadores disse...

«De facto é um alivio depois disto pastorear a casa.»

E esta, hem?
Sai-me cada cromo... Alguém o obrigou a vir aqui chatear-nos? Fazer-nos perder o nosso tempo? Se já previa que se iria cansar, porque razão comenta? Procure outras pastagens mais férteis para os seus pseudo-argumentos.

Anonimo disse...

"Fazer-nos perder o nosso tempo?"

Já dizia o Joaquim

Mas gostei de ver a fragilidade da Vossa argumentação.

maria disse...

Há que tempos q não vinha por aqui...louvo a paciência e probidade da pessoa que argumentou com os católicos de serviço. Que saem muiiiiito fragilizados neste confronto. Até do Bernardo esperava mais racionalidade nos argumentos. Mas também, quem usa estas fotos, não se sabe de que origem, para apelar à emotividade, sem discernimento...e isto para não referir o rídiculo de se sentirem ofendidos só porque alguém não partilha as vossas opiniões e emoções...ó senhores, tenham dó!!!

Espectadores disse...

Olá Maria!
Há quanto tempo!

«Há que tempos q não vinha por aqui...»

É verdade!
Por onde tem andado?

«louvo a paciência e probidade da pessoa que argumentou com os católicos de serviço.»

Está a falar de quem?

«Que saem muiiiiito fragilizados neste confronto.»

Como?
Tem algum exemplo em mente, que demonstre a sua avaliação do confronto?

«Até do Bernardo esperava mais racionalidade nos argumentos.»

Sou uma desilusão, não sou?
;)
Mas eu sempre disse: não sou um bom exemplo como católico, nem nunca o afirmei. No entanto, é curioso: sempre que tento que o debate seja sobre argumentos, há sempre alguém mal-intencionado que puxa o debate para o insulto pessoal. A Maria, pelos vistos, não abandonou esse vício: acabada de chegar, diz que alguém nos venceu com probidade pela argumentação, sem dizer quem ou como, e logo aproveita para me mandar uma boca pessoal.

É assim tão emocionante, fugir dos argumentos para debaixo da manta confortável das bocas pessoais, dirigidas contra pessoas e não contra ideias?

«Mas também, quem usa estas fotos, não se sabe de que origem, para apelar à emotividade, sem discernimento...»

Estas fotos retratam a realidade do aborto. A origem, todos sabemos: o aborto. A emotividade... A Maria não fica chocada ao ver crianças destruídas desta forma?

Chame-me emotivo, mas destruir crianças é uma coisa que me deixa devastado. Sim, chamemos-lhe emotividade. Sinto-me emotivamente destruído ao contemplar crianças destruídas. É aquela parte de mim que não é racional, que simplesmente é emotiva e que, sendo humana, se compadece com a destruição de crianças inocentes.

«e isto para não referir o rídiculo de se sentirem ofendidos só porque alguém não partilha as vossas opiniões e emoções...ó senhores, tenham dó!!!»

Ofendidos? Opiniões? Estamos a falar do massacre de crianças inocentes, que é o efeito óbvio do aborto. Não estamos a debater poesia ou moda. Que interessa a minha ofensa, ou a sua ofensa? Estamos perante sangue derramando. O sangue fala mais alto do que as patacoadas que alguns, defendendo a destruição de seres humanos, dizem da boca para fora, achando que estão cheios de razão, ao defender o indefensável.

O aborto é a barbárie. É uma vergonha para uma sociedade que pretende ser civilizada.

Cumprimentos, Maria.

maria disse...

Olá, Bernardo!

pois eu de vez em quando passo por aqui, não tenho é vontade de comentar.
Não é porque me sinta desiludida com o Bernardo (não alimentei ilusões nenhumas a seu respeito);)

Não vou comentar sobre o aborto porque não tenho nada a acrescentar ao que aqui já disse algumas vezes.

Só comentei os comentários ao seu post. E o que vejo neles é a serenidade e a clareza de quem deseja dialogar com quem pensa de modo diferente (a pessoa que comentou de forma anónima) e a falta de confiança, manifesta nos seus opositores. Aí, sim, vi ataques pessoais e insegurança ao apelar a que o Bernardo apagasse comentários que nada tinham de ofensivos. A menos que se considere ofensa o pensar de modo diverso do nosso.

O ser emotivo não é bom nem mau. Assim como o ser racional. São características humanas.

No domingo passado o Evangelho apelava a que amassemos os inimigos...Aqui nem se trata disso...mas como adequamos no nosso viver diário a compaixão evangélica?

Cumprimentos, Bernardo

Espectadores disse...

Maria,

«Não vou comentar sobre o aborto porque não tenho nada a acrescentar ao que aqui já disse algumas vezes.»

Pois, eu a questão do aborto acho-a claríssima. Não só a ciência como a filosofia são claras na afirmação de que o ser humano principia a sua existência na fertilização do óvulo pelo espermatozóide. Sempre que se destrói um ser humano que existe, isso é igual a assassiná-lo, pelo que o aborto é o assassinato de um ser humano.
Mas suponha que não sabíamos nada destas coisas científico-filosóficas, e que eram iletrados...

Se virmos as coisas com os olhos e com o coração, a contemplação dos restos mortais de um ser humano abortado constitui um momento de profunda agonia. Pelo menos para mim, é o que eu sinto. Eu, por vezes, choro ao ver os vídeos e as fotografias que mostram seres humanos abortados. Hoje em dia poucas coisas me fazem chorar. A contemplação dos efeitos do aborto é algo que me devasta. Chame-me sentimental. Um ateu conhecido da Internet, um tal de PZ Myers, diz que o aborto não o choca nada, que é só carne, e que ele, como biólogo, estão habituado a ver carne. A mim, repugna-me ver um ser humano estraçalhado. Que dizer? Sou assim...

Por isso, não consigo mesmo ter qualquer plataforma de entendimento com uma pessoa que concorda com o aborto, ou sequer com o tal "direito" da mulher a matar o seu próprio filho.

Mais ainda quando o defensor do aborto, ou da defesa do tal "direito" ao aborto, se diz cristão. Isso, para mim, é a suprema barbaridade: um cristão aceitar, ou tolerar, que uma mulher mate o seu filho indefeso.

«E o que vejo neles é a serenidade e a clareza de quem deseja dialogar com quem pensa de modo diferente (a pessoa que comentou de forma anónima)»

Não estamos a falar da mesma pessoa, certamente. O Anónimo que tem comentado por aqui não é nada claro: atrapalha-se na escrita, baralha dados científicos, inventa definições pessoais acerca do início da vida que vão contra a ciência e contra a filosofia, contradiz-se, enfim, o caos. Sobre a serenidade, não me parece nada sereno, mas sim sempre muito exaltado e pronto a insultar a inteligência dos outros.

«ao apelar a que o Bernardo apagasse comentários que nada tinham de ofensivos»

Muitos dos comentários do Anónimo não eram ofensivos em sentido pessoal, apenas ofendiam a inteligência das pessoas, o que é menos grave. Esses comentários, como se pode ver, ficaram todos aqui. Os comentários nos quais o Anónimo foi mal educado foram apagados por mim, caso a caso, sempre que havia falta de educação.

«A menos que se considere ofensa o pensar de modo diverso do nosso.»

Julgo ser impossível acusar-me disso. O meu blogue, e até esta caixa de comentários, são a prova de que eu me dou muito bem com divergências de opinião, até porque dou amplo espaço no meu blogue a divergências de opinião, e entro em debate racional com as pessoas que discordam comigo.

«No domingo passado o Evangelho apelava a que amassemos os inimigos...Aqui nem se trata disso...mas como adequamos no nosso viver diário a compaixão evangélica?»

Tem toda a razão, e a sua pergunta é cristã ao mais alto nível. Eu sou o primeiro a me penitenciar por todas as vezes (e são muitas) em que sou bruto para com certas pessoas que me atacam. Não sei dar a outra face com facilidade, e nisso, e em muitas outras coisas, traio o Divino Mestre. Tenho muito ainda para melhorar nesse aspecto.

Por outro lado, procuro aprender com Bento XVI:

«Por isso, defender a verdade, propô-la com humildade e convicção e testemunhá-la na vida são formas exigentes e imprescindíveis de caridade»

Defender a verdade nunca é faltar à caridade: muito pelo contrário, faz parte da caridade, do amor ao nosso irmão, procurar corrigi-lo.

Um abraço!

Anonimo disse...

“O Anónimo que tem comentado por aqui não é nada claro: atrapalha-se na escrita, baralha dados científicos, inventa definições pessoais acerca do início da vida que vão contra a ciência e contra a filosofia,”

Oh oh oh uma vez que passei por aqui e ainda estou a espera, e eu me atrapalho e não fui claro repito.

Inventa definiçoes pessoais? Querem ver que o senhor so conhece a fertilização como inicio da vida, eu ja lhe disse mais tres, fui eu que inventei? deixe de brincar.

“mas destruir crianças é uma coisa que me deixa devastado”

A mim também, mas se forem mesmo crianças, e não o que o senhor entende por crianças e ninguém mais entende. Por isso lhe pedi a definição deu-ma? Não, estou a espera e os outros é que são confusos.

“O sangue fala mais alto do que as patacoadas que alguns, defendendo a destruição de seres humanos, dizem da boca para fora”

Outra vez seres humanos para aqui para ali, quais seres humanos, se ainda não foram criados,estamos no processo da sua criação valha-me deus se partimos um ovo matamos a ave, se arrancarmos a semente arrancamos a arvore, só se interrompeu o processo que levava a sua criação. Mostre-me que esses seres ja estão criados e tem vida humana e não somente biologica, e então ja matamos crianças, mostre que ha vida sem cerebro. O senhor defende uma crença, com primazia do biologico sobre o de pessoa humana,sobre quando essa vida se cosntitui em pessoa e vida humana isso só acontece com o aparecimento do cerebro, o senhor defende a crença de uma vida celular e biologica humana ainda sem o ser estar criado, mas então tem que ver que os biologos e cientistas também falam em vida em marte ou no universo.

“Quatro anos de matança. Uma destas crianças mortas podia ser um de nós. Podia ser um dos nossos filhos.”

Depois diz coisas estapafúrdias que não passam o teste da realidade, podia ser um de nós. Como? por o aborto ser livre o senhor passa a pratica-lo tipo esta livre pode-se fazer. Ou as convicções de cada um mantém-se inabalaveis, e portanto nunca seriam os nossos embriões/fetos.

Ah o sentimentalisno. Pois, e olhe la, é licito torturar animais, para gozo dos humanos como as touradas que o senhor defende.

Recorro a ultima interpelação

Resumo para perceberem melhor


Como indivíduo, o ser humano começa com o desenvolvimento da actividade cerebral.


Provem que a vida antes não é meramente biologica, ou seja pode existir sem cerebro, quando foi que deixamos de ser seres racionais.

Anonimo disse...

Mas tem logica o que o senhor diz, o ovulo é uma celula, é vida. O espermatozoide é outra celula, é vida. Separados são vidas sem futuro, não terão continuidade, se por acaso se juntarem as possibilidades de dar uma vida diferente e unica que se vai tornar numa pessoa aumentam consideravelmente. Por isso usar preservastivos que vão impedir essa vida de se concretizar ja é “crime” pecado , usar pilula do dia segunite que vai fazer o mesmo efeito e impedir o encontro das duas celulas igualmente. Voce pode perfilhar estas crenças, mas não pode dizer que estamos a destruir aquilo que nunca foi criado vida humana, além de biologica (porque interviemos como humanos numa ocorencia natural e impedimos de seguir o seu curso), a não ser teoricamente na sua cabeça e de quem partilha de igual filosofia.