domingo, 25 de abril de 2010

O teólogo mentiroso falou de novo...

O mentiroso, tão sensível aos microfones, às câmaras e aos holofotes, falou de novo:

Carta aberta de Hans Kung aos Bispos católicos

Porcarias deste calibre foram, mais uma vez, privilegiadas pelos "media": por cá, o Público transcreveu a cartinha toda. E muitos dos que lêem o Público acreditarão, desgraçados, nas mentiras do Küng.

Trata-se talvez do maior chorrilho de mentiras e difamações contra Bento XVI, desta feita pelo seu velho "amigo" alemão, Hans Küng. Com amigos destes, Bento XVI não precisa de inimigos. Também é verdade que o insulto não é novidade em Küng: basta recordar que nas suas memórias, o teólogo alemão insultou as capacidades intelectuais de João Paulo II. Mas esta carta aberta está demais...

Talvez a frase mais horrorosa e mais mentirosa seja a que está logo no topo:

«There is no denying the fact that the worldwide system of covering up cases of sexual crimes committed by clerics was engineered by the Roman Congregation for the Doctrine of the Faith under Cardinal Ratzinger (1981-2005)» (negrito meu)

Que Küng faça uma destas ao seu velho colega, a alguém que mais do que uma vez lhe deu a mão, a alguém que tem tido para com ele uma paciência inesgotável, é algo que me parece incompreensível. Que ultrapassa até a fronteira da boa educação e da cortesia, entrando no insulto rasca e rasteiro. Dawkins não conseguiria ser mais desagradável com Bento XVI.

Penso que a única explicação estará no desespero do próprio Küng: está só. Nunca teve razão. Está cada vez mais próximo do fim, e vê a sua causa a ruir. A Igreja Católica recuperou da crise dissidente dos anos 60, 70 e 80. Hoje em dia, novas gerações de católicos fiéis ao Magistério já nem sabem quem é Küng. Esta carta é uma medida de desespero. Esta carta aberta já não tem o vigor das antigas operações mediáticas que ele montava, criando um estilo próprio, o do dissidente mediático. Quando Küng entra no golpe baixo, na mentira reles, e no ataque pessoal descarado, é porque está perto do fim.

Bem dizia o Cardeal Ratzinger, quando estava à frente da Congregação para a Doutrina da Fé, que a sua função era a de proteger a fé cristã simples do poder dos intelectuais. Küng é o protótipo do intelectual poderoso e perigoso: todo ele é uma mentira: um teólogo que mente é uma contradição nos termos, e se for popular (ou popularizado) arrasta inevitavelmente muitos crentes com ele para o caminho da mentira. Em vez de ser teólogo no serviço à verdade, na explicação do Deus-Verdade aos homens e mulheres do seu tempo, Küng é um dissidente "superstar", amado pelos "media", mas progressivamente alheado da tradição cristã. Enquanto a teologia dissidente encabeçada por ele, e pelos Currans e Boffs desta vida, tinha força e vigor, ele brilhou. Mas a mentira tem sempre um prazo de validade curto.

Os seminários, nos anos 70 e 80, começaram a ficar vazios. As vocações não surgiam. Os escândalos (que vêm hoje ao de cima) começaram a tornar-se frequentes. As imoralidades e a heresia contaminaram o espaço católico. Católicos a favor do aborto e da homossexualidade. Famílias destruídas pela infidelidade e pelo divórcio. Tudo isto é, evidentemente, efeito da teologia dissidente dos adeptos da "hermenêutica da ruptura" que afirma que o Vaticano II decidiu romper com o passado (uma mentira, é claro).

Hoje, Küng já não beneficia da influência que teve em tempos sobre muitos católicos. O seu movimento "progressista" morreu. Küng é um teólogo falhado, um teólogo que se perdeu, um teólogo que poderia ter sido. É um triste. Será recordado como um herege. As coisas boas e ortodoxas que deu à teologia cristã vão-se perder, arrastadas pela lama das coisas más e heréticas que ele gerou.

Deus tenha pena da sua alma.

PS: George Weigel, com uma educação e cortesia que Küng não tem nem merece, massacra-o neste artigo: An open letter to Hans Kung.

11 comentários:

joaquim disse...

Ler aqui, a carta resposta de George Weigel, (traduzida em português do Brasil), a Hans Kung.

http://exsurge.wordpress.com/2010/04/23/carta-aberta-a-hans-kung-por-george-weigel/

Abraço amigo em Cristo

Espectadores disse...

Obrigado, Joaquim!
Muito útil, a tradução.

Abraço!

Anónimo disse...

George Weigel que disse que a “hermenêutica conciliar da reforma”, que presumia continuidade com a Grande Tradição da Igreja, tinha prevalecido sobre a hermenêutica da descontinuidade e da ruptura" é o mesmo que diz ser a favor de uma profunda reforma na Igreja Católica nomeadamente na Curia Romana e no Episcopado (aliás escreveu um livro sobre isso) e ao mesmo tempo criticou há uns anos de forma veemente o Concilio Vaticano II. Pouco coerente parece-me. Não sei se o sr anda também de Mercedes encarnado cabriolet por Boston mas é no mínimo esclarecedor que as incoerências que já demonstrou provam que tal como Kung é mais um Super Ego a tentar lucrar com a crise actual da Igreja.

MC disse...

Bernardo,

não fiquei nada esclarecida sobre que mentiu Hans Kung.

Uma coisa é evidente...as nossas igrejas vão ficando vazias.

Espectadores disse...

«não fiquei nada esclarecida sobre que mentiu Hans Kung.»

Então, MC, é fácil!
Basta seguir o "link" para o artigo do George Weigel que referi em "post scriptum". Se não gostar de inglês, pode ler o "link" que o Joaquim nos sugeriu, que contém uma tradução para português do Brasil.

Mas cá vai, para não me acusarem de não consubstanciar as minhas críticas. Eis o "rol" (abreviado) das mentiras de Kung na sua carta aberta:

- "Desculpe-me ser na forma de carta aberta; infelizmente, não tenho outra forma de o contactar.", qual será o problema de Kung? Não tem telemóvel? Não tem telefone? Não sabe as moradas dos Bispos? Ele quer dar a ideia de que está proibido de mandar cartas aos Bispos - tolice, mentira óbvia

- «uma aproximação ecuménica dentro do espírito do Concílio Vaticano II», o problema é: o que é que Kung entende por "espírito" do Vaticano II? ele é mentiroso ao pretender que a Santa Sé não está a aplicar o ecumenismo no espírito do Vaticano II: os resultados de Bento XVI nesta matéria esborracham-se na cara pateta do Kung

- «Infelizmente, as minhas esperanças, e as de tantos homens e mulheres católicos empenhados, não foram cumpridas.», aqui o Kung deve estar a falar dos seus amigos dissidentes, que não são assim tantos, e são cada vez menos...

- «Perdeu a oportunidade de aproximação às Igrejas protestantes», mentira clara: basta ver o gesto mangnânime de Bento XVI para com os anglicanos que querem sobreviver à "decomposição doutrinal" do anglicanismo

- «Em vez disso, o Papa reintroduziu na liturgia uma oração pré-conciliar pela iluminação dos judeus», mentira do Kung: o Papa não "reintroduziu" nada, a frase sempre lá esteve, porque o Missal de São Pio V nunca foi abolido; a frase em questão foi reformulada pelo Papa João XXIII, e Bento XVI não tocou nessa reformulação; há algum problema em um católico rezar pela conversão dos judeus a Cristo? Cristo é uma coisa má?

- «recebeu de novo em comunhão com a Igreja bispos notoriamente anti-semitas e cismáticos», Kung mentiroso e vigarista, mente ao dizer que o Papa "recebeu (...) em comunhão" os quatro bispos da SSPX, quando é sabido que eles não estão em comunhão; além disso, Kung faz um golpe baixo, pois refere o antisemitismo do Bispo Williamson (o único, apesar de o mentiroso Kung usar o plural), que não tem nada a ver com a sua condenação canónica, e que Bento XVI até poderia nem ter conhecimento

- «Papa Pio XII, que tem sido acusado de não ter oferecido suficiente protecção aos judeus na Alemanha nazi», diz Kung que Pio XII "tem sido acusado", e pelos vistos Kung também o acusa; mentiroso, pois Pio XII foi um dos maiores protectores dos judeus perseguidos!

- «Bento caricaturizou o islão como uma religião de violência e desumanidade», o mentiroso mente de novo, é evidente que Bento XVI não disse nada disso, e basta ler o seu discurso de Regensburg

Quer que continue?

Espectadores disse...

(continuação do rol de mentiras de Kung)

- «Em vez disso, o Papa afirmou com toda a seriedade que eles estavam "à espera e desejosos" da religião dos seus conquistadores europeus.», aqui Kung distorce de forma malévola as palavras de Bento XVI

- Três mentiras numa só frase: «Perdeu a oportunidade de ajudar o povo africano, não permitindo o controlo de natalidade para combater o excesso de população, nem os preservativos para combater a propagação da sida.»

a) A Igreja Católica sempre ajudou o povo africano; com a visita a África e com o importantíssimo Sínodo Africano, Bento XVI fez mais por África do que 100 Kungs

b) O excesso de população não é um problema, o problema é a falta de caridade e o excesso de desumanidade, reflectidos nas campanhas eugénicas das grandes ONGs, que querem reduzir o número de africanos (UN Population Fund, IPPF, etc.)

c) o preservativo não combate a propagação da SIDA

- «não reconhecendo claramente a teoria da evolução», diz Kung; mas agora um Papa tem que avalizar teorias científicas? por acaso, Kung mente de forma bruta, pois Pio XII já tinha previsto a possibilidade de a teoria da evolução se conciliar com o cristianismo na sua encíclica "Humani Generis", sem no entanto se atrever a comentar teorias científicas

- «nem aceitando as investigações de células estaminais», mentira vergonhosa do Kung: a Igreja apenas condena (e bem) as investigações que destroem vida humana na fase embrionária; a Santa Sé tem-se empenhado e tem promovido a investigação com células-tronco, que não leva à destruição de embriões

- «Perdeu a oportunidade de fazer do espírito do Concílio Vaticano II a bússola para toda a Igreja Católica, incluindo o próprio Vaticano, e assim promover as necessárias reformas no interior da Igreja.», Kung mente, pois o Vaticano II em parte alguma refere as "reformas" de que Kung tanto fala e tanto quer

- «Vezes sem conta, tomou expressamente posições contra o Concílio Ecuménico, que, de acordo com a lei canónica, representa a mais alta autoridade na Igreja Católica», aqui Kung mente, atribuindo a Bento XVI o que ele mesmo faz: distorcer o Vaticano II

- «Recebeu de regresso à Igreja, sem quaisquer condições, os bispos da tradicionalista Sociedade Pio X», mentira, MENTIRA!

- «Promove por todos os meios a medieval massa tridentina e ocasionalmente celebra a eucaristia em latim de costas para a congregação.», o mentiroso do Kung sabe bem que a missa tridentina não é "medieval", mas que data do Concílio de Trento (como o nome indica!), e sabe bem que o missal do "Novus Ordo", promulgado pelo Papa Paulo VI na sequência da revisão litúrgica do Vaticano II, está em LATIM, e está estabelecido que a forma regular do rito é "versum Christi". Bento XVI celebra virado para Cristo, nosso Oriente, e não "versum populum". A missa não é para adorar o Povo de Deus, mas sim para adorar a Deus. O Vaticano II nunca obrigou a missa a ser orientada "versum populum".

Ouça, MC, o Kung é um mentiroso reles. Porque não mente sem se dar conta. Ele mente SABENDO que mente. Quer mais mentiras? Ou isto já chega?

Um abraço,

Bernardo

Anónimo disse...

Bernardo,

Quando você nega o que Kung disse: «Recebeu de regresso à Igreja, sem quaisquer condições, os bispos da tradicionalista Sociedade Pio X», com um rotundo "mentira, MENTIRA!"

Ignora que até o Weigel criticou o Vaticano II por este mesmo facto!! Não sei onde é que você foi desencantar que isso é mentira, que o Concilio Vaticano II o fez, vai-me desculpar mas está muito mal informado. Veja o ensaio de Weigel sobre a matéria. O seu ódio desmedido ao Kung tolda-lhe a capacidade de observação e até raciocinio objectivo sobre uma matéria de facto.

Além disso eu não sei em que Missas você anda e com que católicos fala mas digo-lhe que erra também ao dizer que são cada vez menos os cristãos descontentes com a Igreja actual. Está enganado, são cada vez mais e é cada vez maior a necessidade de uma nova visão sobre a Palavra de Cristo imensamente distorcida por parte de quem deveria ser o seu maior defensor. Não vou escalpelizar cada um dos pontos que "atacou" no discurso de Kung, com uns concordo consigo noutros com ele e acho que é isso mesmo que prova o pluralismo dos cristãos, ideia que já sei que o apavora pois seria muito mais fácil se fossemos todos iguais, pensassemos da mesma maneira, agissemos do mesmo modo. Triste interpretação da divina criação.

Obrigado, Duarte

Espectadores disse...

Duarte,

«Ignora que até o Weigel criticou o Vaticano II por este mesmo facto!!»

Na sua leitura superficial desta questão, importa-se de me mostrar as palavras de Weigel a criticar o gesto de Bento XVI? Porventura, refere-se às palavras de Weigel (muitas palavras) de reservas face à atitude da SSPX, e não de Bento XVI.

Eu partilho da leitura de Weigel: é espinhoso o caminho até à tão desejada (eu desejo-a) plena comunhão entre a SSPX e a Igreja.

«Não sei onde é que você foi desencantar que isso é mentira, que o Concilio Vaticano II o fez, vai-me desculpar mas está muito mal informado.»

Eu, mal informado?
Se me mostrar...

«Veja o ensaio de Weigel sobre a matéria.»

Qual ensaio? Qual deles? Queira indicá-lo, por favor.

«O seu ódio desmedido ao Kung tolda-lhe a capacidade de observação e até raciocinio objectivo sobre uma matéria de facto.»

Não odeio Kung: odeio o que ele representa: divisão, discórdia, podridão doutrinal, relativismo, indiferentismo, modernismo, heresia.

O Kung é um pobre coitado, agente de forças que ele não controla nem se dá conta.

«Além disso eu não sei em que Missas você anda e com que católicos fala mas digo-lhe que erra também ao dizer que são cada vez menos os cristãos descontentes com a Igreja actual.»

Vou às missas de sempre, aqui em Lisboa. Conheço várias paróquias, umas mais "esvaziadas" e "envelhecidas" (reflexo de um centro histórico envelhecido) e outras absolutamente verdejantes (por exemplo, a da Amadora).

Vejo também o trabalho notável de certos prelados ortodoxos e de doutrina rigorosa, como o Capelão da Universidade Católica, rodeado de juventude até mais não.

«Está enganado, são cada vez mais e é cada vez maior a necessidade de uma nova visão sobre a Palavra de Cristo imensamente distorcida por parte de quem deveria ser o seu maior defensor.»

"Inteiramente distorcida", diz você. É claro que a distorção é feita por aqueles que querem reinventar um cristianismo "à la carte", e cortar com 2.000 anos de legado de Cristo.

«Não vou escalpelizar cada um dos pontos que "atacou" no discurso de Kung»

Devia...

«é isso mesmo que prova o pluralismo dos cristãos»

Pluralismo de doutrinas? Isso faz sentido? Termos doutrinas diferentes? Os cristãos não deveriam ter a mesma doutrina? Cristo não nos deu uma só doutrina? Explique-se...

«ideia que já sei que o apavora pois seria muito mais fácil se fossemos todos iguais, pensassemos da mesma maneira, agissemos do mesmo modo.»

Essa é a sua interpretação distorcida das minhas palavras. Eu nunca disse para sermos todos iguais, nem para agirmos todos do mesmo modo. Disse que os cristãos reconhecem-se por terem uma mesma doutrina. Apesar de uns lobos se meterem no meio do rebanho, querendo impor uma doutrina nova e estranha, chamando-a de "pluralismo".

Cumprimentos

Espectadores disse...

Já agora, acerca da SSPX:

1) a SSPX não está reintegrada na comunhão eclesial; os problemas mantêm-se, e Bento XVI não irá ceder enquanto a SSPX não aceitar duas coisas centrais:

a) validade e legitimidade do Vaticano II

b) validade e legitimidade da reforma litúrgica (nomeadamente, o missal da "Novus Ordo")

Só os tolos dizem que a SSPX está reintegrada. Que eu saiba, a SSPX ainda não aceitou os pontos atrás. Como é que pode, então, ter havido reintegração?

2) leia-se o decreto da Congregação dos Bispos:

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cbishops/documents/rc_con_cbishops_doc_20090121_remissione-scomunica_en.html

Fala-se de remissão da pena de excomunhão. Isso não permite afirmar, de forma alguma, que os 4 bispos estão reintegrados, e muito menos afirmar que a SSPX está reintegrada.

Espectadores disse...

Só me chateio quando alguns comentadores mais superficiais vêm para aqui acusar-nos de desconhecimento, quando eles mesmos DESCONHECEM os temas que discutem, e nem sequer sabem suportar os seus pontos de vista com documentação.

Disse o Papa Bento XVI, no seu "motu proprio" "Ecclesiae Unitatem":

http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/apost_letters/documents/hf_ben-xvi_apl_20090702_ecclesiae-unitatem_po.html

«Mas obviamente as questões doutrinais permanecem e, enquanto não forem esclarecidas, a Fraternidade não dispõe de um estatuto canónico na Igreja e os seus ministros não podem exercer de modo legítimo qualquer ministério.»

Este parágrafo do Papa mostra bem o erro (a mentira) de Kung.

Já agora, lanço ao Duarte, e a outros contestatários, o seguinte desafio: mostrem-nos os trechos dos documentos oficiais do Vaticano II que sustentam a nova doutrina proposta pelo Kung e por outros dissidentes. Onde é que o Vaticano II suporta essas heresias? Pedem-se citações de documentos oficiais, por favor, e não apenas opiniões vagas e palavras ligeiras.

Anónimo disse...

Palavras ligeiras e opiniões vagas também serão as que ignoram factos:

"In January 2009, Weigel expressed concern on the lifting of the excommunications of the bishops of the Society of Saint Pius X, essentially because the group has been critical of some aspects of the Second Vatican Council, especially its teaching on religious liberty, which Weigel strongly defends"

A visão crítica de Weigel sobre a decisão do Vaticano II em alguns blogs interessantes:

http://wdtprs.com/blog/2009/01/wiegel-on-the-sspx-excommunications/

http://www.angelqueen.org/forum/viewtopic.php?p=337515&sid=e556ad10d8f34f79bb3c928cf078316b

http://the-american-catholic.com/2009/02/22/pope-benedict-the-sspx-and-the-dispute-over-religious-freedom-and-church-state-relations/

Mais, o Bernardo fundamenta-se num defensor acérrimo da liberdade no ensino religioso, quando o próprio Bernardo é tão ortodoxo com as suas "doutrinas" ignorando que estas são o resultado de um processo com vários séculos ou seja seguramente corrompidas diversas vezes pelo Homem, ser imperfeito. A história atesta-o. Outra coisa onde acho que erra redondamente é na identificação dos animais, você chama lobos aos bichos errados, já era altura de usar outra analogia.

Duarte